Sobre os crimes contra a Administração Pública, é correto afirmar que:
A
comete crime de prevaricação o funcionário público que, por indulgência, deixar de responsabilizar subordinado que tenha cometido infração no exercício do cargo ou, quando lhe falte competência, não tenha levado o fato ao conhecimento da autoridade competente;
B
patrocinar, direta ou indiretamente, interesse privado perante a Administração Pública, valendo-se da qualidade de funcionário, configura o delito de tráfico de influência;
C
não se incluem no conceito de funcionário público para fins penais jurados e mesários eleitorais;
D
não se incluem no conceito de funcionário público para fins penais empregados de empresa contratada que prestam serviço atípico para a Administração Pública;
E
não se aplica o princípio da insignificância nos casos de crimes contra a Administração Pública, em qualquer hipótese.