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Alguns anos atrás, Murilo comprou um veículo que pertencia a Vilma, uma senhora muito amiga de sua família. O automóvel foi transferido a Murilo imediatament...


24592|Direito Civil|médio

Alguns anos atrás, Murilo comprou um veículo que pertencia a Vilma, uma senhora muito amiga de sua família. O automóvel foi transferido a Murilo imediatamente, mas ele, que deveria pagar o preço à vista, nada pagou à vendedora. Vilma, por sua vez, em respeito à família de Murilo, nunca cobrou a dívida, não tendo nenhuma das partes jamais voltado a tocar no assunto desde então. Recentemente, Vilma, que já tinha uma idade avançada, faleceu e deixou como única herdeira Viviane, sua filha. Como sucessora legítima da mãe, Viviane adquiriu, por força de lei, entre outros direitos de Vilma, o direito de cobrar o preço do veículo vendido para Murilo. Considerando como verdadeiro que a lei impunha a Vilma um prazo prescricional de cinco anos para a cobrança da dívida em face de Murilo e que já haviam decorrido exatos quatro anos desse prazo quando Vilma faleceu, é correto afirmar que:

  • A

    com a morte de Vilma, a prescrição iniciada contra ela continua a correr pelo tempo restante contra Viviane;

  • B

    com a morte de Vilma, a prescrição iniciada contra ela cessa e começa a correr novo prazo de cinco anos contra Viviane;

  • C

    com a morte de Vilma, a prescrição da pretensão em questão deixa de correr permanentemente em favor de Viviane;

  • D

    com a morte de Vilma, a prescrição da pretensão em questão reputa-se automaticamente consumada contra Viviane;

  • E

    a prescrição da pretensão de Vilma já estava consumada antes da sua morte, por efeito da sua inércia injustificada.