É exemplo de uso denotativo da linguagem:
“O frade carmelita Joaquim do Amor Divino Caneca [...] pronunciou discurso de homenagem à Independência e ao imperador” (linhas 1-3).
“Acorda, Pernambuco, do sono profundo e letárgico em que jazes!” (linha 8).
“[...] olha o medonho nevoeiro que se levanta do Sul e que vai se desfechar em desastrosa tempestade” (linhas 9-10).
“Pernambuco já havia curado as feridas provocadas pela repressão da tentativa revolucionária de 1817” (linhas 12-13).