Leia o texto Cronistas e Colunistas de Carlos Heitor Cony RIO DE JANEIRO- Leitores perguntam por que me considero "cronista" - e não "colunista" - dos jornai...
Leia o texto Cronistas e Colunistas de Carlos Heitor Cony
RIO DE JANEIRO- Leitores perguntam por que me considero "cronista" - e não "colunista" - dos jornais e revista que me aturam há alguns anos de atividade profissional.
Os manuais de Redação adotados em quase todos os veículos impressos consideram como "colunas" qualquer texto assinado, opinativo e periódico, apesar de aceitarem a distinção entre "colunista" e "articulista". Este é um convidado ou colaborador que oferece seu trabalho para publicação.
Independente da qualidade dos textos, a crônica é um gênero literário, seu espaço natural é o jornal, o livro, o rádio e até a televisão , João Saldanha, que era multimídia, sempre fazia crônica, mesmo quando escrevia para jornais. No mesmo caso estão Nelson Rodrigues, Jânio de Freitas, Ruy Castro, José Simão e muitos outros.
Colunistas foram, no passado, Ibrahim Sued, Zózimo Tavares de Mirante e outros que assinavam colunas fixas sobre pautas determinas pelo editoral de cada veículo.
Há colunistas que cobrem política, polícia, sociedade, esporte, culinária, economia, teatro, cinema, música, artes plásticas, etc. São opinativos e/ou informativos. Noticiam ou comentam fatos ou quase fatos, inclusive fofocas. Trabalham com equipes buscando as necessárias fontes. Editam o material recolhido pela equipe ou recebido diretamente de interessados.
O colunista de televisão não emitirá opinião ou informação sobre a crime do euro ou a demarcação de terras indígenas.
Disponível em: https://m.folha.uol.com.br/colunas/carlosheitorcony/2012/07/1117528-cronistas-e-colunistas.shtml Acesso em: 29 ago. 2017(Adaptado)
Em cada uma das alternativas a seguir, é apresentada uma proposta de reescrita para alguns períodos texto. Assinale a alternativa que apresenta a proposta que mantém o sentido original e a correção gramatical do texto.