critica severamente países que lançam mão de retaliações comerciais para ameaçar outros países, concretizando essa ideia por meio do caso típico de países asiáticos vizinhos.
B
defende respostas prudentes dos países a ofensas inimigas, como arma para darem, a organismos internacionais, oportunidade de avaliarem as reais condições dos potenciais beligerantes.
C
chama a atenção para o fato de que a Coreia do Sul, em atendimento aos interesses dos Estados Unidos, deve retardar o quanto possível o fatal enfrentamento com a Coreia do Norte.
D
adverte sobre a possibilidade de um conflito armado entre a Coreia do Sul e a Coreia do Norte, como decorrência do aumento progressivo da agressividade entre esses dois países.
E
analisa os principais entraves dos países que fazem fronteira, quando reconhecem um ao outro como o "principal inimigo", e propõe, com bastante isenção, meios para serem vencidas as vulnerabilidades decorrentes da vizinhança.