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Assistente em Administração - 2025


Página 1  •  Total 50 questões
111433Questão 1|Português|médio

Texto I

O que é o “caxangá”, que os escravos de Jó jogavam?

(Artur Louback)

      Caxangá tem vários significados, mas nada de jogo. Pode ser um crustáceo (parecido com um siri), um chapéu usado por marinheiros, e há até uma definição indígena: segundo o Dicionário Tupi-Guarani-Português, de Francisco da Silveira Bueno, caxangá vem de caáçangá, que significa “mata extensa”. Mas nada disso tem a ver com o jogo e menos ainda com Jó, o personagem bíblico que perdeu tudo o que tinha (inclusive os escravos), menos a fé. Isso deixa os especialistas intrigados. “Já procurei caxangá, caxengá e caxingá, com “x” e “ch”, e não encontrei nada que fizesse sentido como um jogo”, diz o etimologista Claudio Moreno. “Se esse jogo existisse, seria quase impossível explicar como ele passou despercebido por todos os antropólogos e etnólogos que estudam nossas tradições populares”. O que pode ter ocorrido é uma espécie de “telefone sem fio”: se originalmente o verso fosse “juntavam caxangá” ao invés de “jogavam”, poderiam pensar em escravos pegando siris em vez de em um jogo. Outra hipótese é que caxangá seja uma expressão sem sentido, como “a Tonga da mironga do kabuletê”, da canção de Toquinho e Vinicius – as palavras separadas até têm sentido (são vocábulos africanos), mas não com o significado que elas têm na música.

(Disponível em https://super.abril.com.br/mundo-estranho/o-que-e-ocaxanga-que-os-escravos-de-jo-jogavam/. Acesso em 5 de dezembro de 2024)

Ao considerar a pergunta proposta no título e o conteúdo do texto, pode-se afirmar que:

  • A

    fontes como o Dicionário Tupi-Guarani Português indicam a resposta a ser aceita.

  • B

    ela é a metáfora que propõe uma reflexão sobre as relações de trabalho no texto.

  • C

    uma vez que são apontados vários significados possíveis, a resposta é parcial.

  • D

    as referências a especialistas reforçam a importância de só uma explicação.

  • E

    é possível concluir que não se tratava de um jogo, mas de um trabalho.

111434Questão 2|Português|médio

Texto I

O que é o “caxangá”, que os escravos de Jó jogavam?

(Artur Louback)

      Caxangá tem vários significados, mas nada de jogo. Pode ser um crustáceo (parecido com um siri), um chapéu usado por marinheiros, e há até uma definição indígena: segundo o Dicionário Tupi-Guarani-Português, de Francisco da Silveira Bueno, caxangá vem de caáçangá, que significa “mata extensa”. Mas nada disso tem a ver com o jogo e menos ainda com Jó, o personagem bíblico que perdeu tudo o que tinha (inclusive os escravos), menos a fé. Isso deixa os especialistas intrigados. “Já procurei caxangá, caxengá e caxingá, com “x” e “ch”, e não encontrei nada que fizesse sentido como um jogo”, diz o etimologista Claudio Moreno. “Se esse jogo existisse, seria quase impossível explicar como ele passou despercebido por todos os antropólogos e etnólogos que estudam nossas tradições populares”. O que pode ter ocorrido é uma espécie de “telefone sem fio”: se originalmente o verso fosse “juntavam caxangá” ao invés de “jogavam”, poderiam pensar em escravos pegando siris em vez de em um jogo. Outra hipótese é que caxangá seja uma expressão sem sentido, como “a Tonga da mironga do kabuletê”, da canção de Toquinho e Vinicius – as palavras separadas até têm sentido (são vocábulos africanos), mas não com o significado que elas têm na música.

(Disponível em https://super.abril.com.br/mundo-estranho/o-que-e-ocaxanga-que-os-escravos-de-jo-jogavam/. Acesso em 5 de dezembro de 2024)

Ao observar a estrutura e o propósito do texto, assinale a alternativa que apresenta sua tipologia predominante.

  • A

    Injuntiva.

  • B

    Argumentativa.

  • C

    Narrativa.

  • D

    Expositiva.

  • E

    Descritiva.

111435Questão 3|Português|médio

Texto I

O que é o “caxangá”, que os escravos de Jó jogavam?

(Artur Louback)

      Caxangá tem vários significados, mas nada de jogo. Pode ser um crustáceo (parecido com um siri), um chapéu usado por marinheiros, e há até uma definição indígena: segundo o Dicionário Tupi-Guarani-Português, de Francisco da Silveira Bueno, caxangá vem de caáçangá, que significa “mata extensa”. Mas nada disso tem a ver com o jogo e menos ainda com Jó, o personagem bíblico que perdeu tudo o que tinha (inclusive os escravos), menos a fé. Isso deixa os especialistas intrigados. “Já procurei caxangá, caxengá e caxingá, com “x” e “ch”, e não encontrei nada que fizesse sentido como um jogo”, diz o etimologista Claudio Moreno. “Se esse jogo existisse, seria quase impossível explicar como ele passou despercebido por todos os antropólogos e etnólogos que estudam nossas tradições populares”. O que pode ter ocorrido é uma espécie de “telefone sem fio”: se originalmente o verso fosse “juntavam caxangá” ao invés de “jogavam”, poderiam pensar em escravos pegando siris em vez de em um jogo. Outra hipótese é que caxangá seja uma expressão sem sentido, como “a Tonga da mironga do kabuletê”, da canção de Toquinho e Vinicius – as palavras separadas até têm sentido (são vocábulos africanos), mas não com o significado que elas têm na música.

(Disponível em https://super.abril.com.br/mundo-estranho/o-que-e-ocaxanga-que-os-escravos-de-jo-jogavam/. Acesso em 5 de dezembro de 2024)

O vocábulo “Isso”, destacado na passagem, é um pronome demonstrativo empregado para retomar a seguinte ideia no texto:

  • A

    o personagem bíblico ter perdido tudo o que tinha.

  • B

    o fato de a palavra “caxangá” ter vários significados distintos.

  • C

    o sentido da palavra não ter a ver com jogo, nem com Jó.

  • D

    o personagem bíblico não ter perdido a fé.

  • E

    a informação de que Jó possuía escravos também.

111436Questão 4|Português|médio

Texto I

O que é o “caxangá”, que os escravos de Jó jogavam?

(Artur Louback)

      Caxangá tem vários significados, mas nada de jogo. Pode ser um crustáceo (parecido com um siri), um chapéu usado por marinheiros, e há até uma definição indígena: segundo o Dicionário Tupi-Guarani-Português, de Francisco da Silveira Bueno, caxangá vem de caáçangá, que significa “mata extensa”. Mas nada disso tem a ver com o jogo e menos ainda com Jó, o personagem bíblico que perdeu tudo o que tinha (inclusive os escravos), menos a fé. Isso deixa os especialistas intrigados. “Já procurei caxangá, caxengá e caxingá, com “x” e “ch”, e não encontrei nada que fizesse sentido como um jogo”, diz o etimologista Claudio Moreno. “Se esse jogo existisse, seria quase impossível explicar como ele passou despercebido por todos os antropólogos e etnólogos que estudam nossas tradições populares”. O que pode ter ocorrido é uma espécie de “telefone sem fio”: se originalmente o verso fosse “juntavam caxangá” ao invés de “jogavam”, poderiam pensar em escravos pegando siris em vez de em um jogo. Outra hipótese é que caxangá seja uma expressão sem sentido, como “a Tonga da mironga do kabuletê”, da canção de Toquinho e Vinicius – as palavras separadas até têm sentido (são vocábulos africanos), mas não com o significado que elas têm na música.

(Disponível em https://super.abril.com.br/mundo-estranho/o-que-e-ocaxanga-que-os-escravos-de-jo-jogavam/. Acesso em 5 de dezembro de 2024)

A função sintática do termo “intrigados” está corretamente indicada em:

  • A

    predicativo do sujeito.

  • B

    complemento nominal.

  • C

    adjunto adverbial.

  • D

    adjunto adnominal.

  • E

    predicativo do objeto.

111437Questão 5|Português|médio

Texto I

O que é o “caxangá”, que os escravos de Jó jogavam?

(Artur Louback)

      Caxangá tem vários significados, mas nada de jogo. Pode ser um crustáceo (parecido com um siri), um chapéu usado por marinheiros, e há até uma definição indígena: segundo o Dicionário Tupi-Guarani-Português, de Francisco da Silveira Bueno, caxangá vem de caáçangá, que significa “mata extensa”. Mas nada disso tem a ver com o jogo e menos ainda com Jó, o personagem bíblico que perdeu tudo o que tinha (inclusive os escravos), menos a fé. Isso deixa os especialistas intrigados. “Já procurei caxangá, caxengá e caxingá, com “x” e “ch”, e não encontrei nada que fizesse sentido como um jogo”, diz o etimologista Claudio Moreno. “Se esse jogo existisse, seria quase impossível explicar como ele passou despercebido por todos os antropólogos e etnólogos que estudam nossas tradições populares”. O que pode ter ocorrido é uma espécie de “telefone sem fio”: se originalmente o verso fosse “juntavam caxangá” ao invés de “jogavam”, poderiam pensar em escravos pegando siris em vez de em um jogo. Outra hipótese é que caxangá seja uma expressão sem sentido, como “a Tonga da mironga do kabuletê”, da canção de Toquinho e Vinicius – as palavras separadas até têm sentido (são vocábulos africanos), mas não com o significado que elas têm na música.

(Disponível em https://super.abril.com.br/mundo-estranho/o-que-e-ocaxanga-que-os-escravos-de-jo-jogavam/. Acesso em 5 de dezembro de 2024)

Na passagem “Se esse jogo existisse”, o valor semântico da oração é reforçado pela presença de uma forma verbal que indica:

  • A

    possibilidade em relação ao passado.

  • B

    incerteza sobre um fato do presente.

  • C

    uma ação pontual ocorrida no passado.

  • D

    uma ação futura oriunda do passado.

  • E

    dúvida acerca de uma ação futura.

111438Questão 6|Português|médio

Texto I

O que é o “caxangá”, que os escravos de Jó jogavam?

(Artur Louback)

      Caxangá tem vários significados, mas nada de jogo. Pode ser um crustáceo (parecido com um siri), um chapéu usado por marinheiros, e há até uma definição indígena: segundo o Dicionário Tupi-Guarani-Português, de Francisco da Silveira Bueno, caxangá vem de caáçangá, que significa “mata extensa”. Mas nada disso tem a ver com o jogo e menos ainda com Jó, o personagem bíblico que perdeu tudo o que tinha (inclusive os escravos), menos a fé. Isso deixa os especialistas intrigados. “Já procurei caxangá, caxengá e caxingá, com “x” e “ch”, e não encontrei nada que fizesse sentido como um jogo”, diz o etimologista Claudio Moreno. “Se esse jogo existisse, seria quase impossível explicar como ele passou despercebido por todos os antropólogos e etnólogos que estudam nossas tradições populares”. O que pode ter ocorrido é uma espécie de “telefone sem fio”: se originalmente o verso fosse “juntavam caxangá” ao invés de “jogavam”, poderiam pensar em escravos pegando siris em vez de em um jogo. Outra hipótese é que caxangá seja uma expressão sem sentido, como “a Tonga da mironga do kabuletê”, da canção de Toquinho e Vinicius – as palavras separadas até têm sentido (são vocábulos africanos), mas não com o significado que elas têm na música.

(Disponível em https://super.abril.com.br/mundo-estranho/o-que-e-ocaxanga-que-os-escravos-de-jo-jogavam/. Acesso em 5 de dezembro de 2024)

O emprego das aspas em “telefone sem fio”, no texto, revela um emprego conotativo construído por meio da seguinte figura de linguagem:

  • A

    ironia.

  • B

    metáfora.

  • C

    hipérbole.

  • D

    metonímia.

  • E

    eufemismo.

111439Questão 7|Português|médio

Texto I

O que é o “caxangá”, que os escravos de Jó jogavam?

(Artur Louback)

      Caxangá tem vários significados, mas nada de jogo. Pode ser um crustáceo (parecido com um siri), um chapéu usado por marinheiros, e há até uma definição indígena: segundo o Dicionário Tupi-Guarani-Português, de Francisco da Silveira Bueno, caxangá vem de caáçangá, que significa “mata extensa”. Mas nada disso tem a ver com o jogo e menos ainda com Jó, o personagem bíblico que perdeu tudo o que tinha (inclusive os escravos), menos a fé. Isso deixa os especialistas intrigados. “Já procurei caxangá, caxengá e caxingá, com “x” e “ch”, e não encontrei nada que fizesse sentido como um jogo”, diz o etimologista Claudio Moreno. “Se esse jogo existisse, seria quase impossível explicar como ele passou despercebido por todos os antropólogos e etnólogos que estudam nossas tradições populares”. O que pode ter ocorrido é uma espécie de “telefone sem fio”: se originalmente o verso fosse “juntavam caxangá” ao invés de “jogavam”, poderiam pensar em escravos pegando siris em vez de em um jogo. Outra hipótese é que caxangá seja uma expressão sem sentido, como “a Tonga da mironga do kabuletê”, da canção de Toquinho e Vinicius – as palavras separadas até têm sentido (são vocábulos africanos), mas não com o significado que elas têm na música.

(Disponível em https://super.abril.com.br/mundo-estranho/o-que-e-ocaxanga-que-os-escravos-de-jo-jogavam/. Acesso em 5 de dezembro de 2024)

Em “Já procurei caxangá, caxengá e caxingá, com ‘x’ e ‘ch’”, caso os vocábulos fossem reescritos com “ch”, quanto à natureza fonética/fonológica, é correto afirmar que:

  • A

    não haveria alteração no número de fonemas.

  • B

    diminuiria o número de letras das palavras.

  • C

    se faria a inclusão de um encontro consonantal.

  • D

    haveria mudança na pronúncia dos vocábulos.

  • E

    ocorreria acréscimo de encontro vocálico.

111440Questão 8|Português|médio

Texto II

Os homens gloriosos (adaptado)

(Cecília Meireles

Sentei-me sem perguntas à beira da terra,

e ouvi narrarem-se casualmente os que

passavam.

Tenho a garganta amarga e os olhos doloridos:

deixai-me esquecer o tempo,

inclinar nas mãos a testa desencantada,

e de mim mesma desaparecer,

  • que o clamor dos homens gloriosos

cortou-me o coração de lado a lado.

Pois era um clamor de espadas bravias,

de espadas enlouquecidas e sem relâmpagos,

ah, sem relâmpagos...

pegajosas de lodo e sangue denso.

Como ficaram meus dias, e as flores claras que

pensava!

Nuvens brandas, construindo mundos,

como se apagaram de repente!

[...]

A última estrofe revela uma mudança de estado do sujeito que enuncia no poema. A partir do entendimento do texto, é correto afirmar que isso ocorre devido:

  • A

    à atitude de sentar-se sem perguntas à beira da terra.

  • B

    às narrativas casuais daqueles que passavam.

  • C

    à situação da garganta amarga e os olhos doloridos.

  • D

    ao desejo de desaparecer de si própria.

  • E

    ao fato de ter se esquecido do tempo.

111441Questão 9|Português|médio

Texto II

Os homens gloriosos (adaptado)

(Cecília Meireles

Sentei-me sem perguntas à beira da terra,

e ouvi narrarem-se casualmente os que

passavam.

Tenho a garganta amarga e os olhos doloridos:

deixai-me esquecer o tempo,

inclinar nas mãos a testa desencantada,

e de mim mesma desaparecer,

  • que o clamor dos homens gloriosos

cortou-me o coração de lado a lado.

Pois era um clamor de espadas bravias,

de espadas enlouquecidas e sem relâmpagos,

ah, sem relâmpagos...

pegajosas de lodo e sangue denso.

Como ficaram meus dias, e as flores claras que

pensava!

Nuvens brandas, construindo mundos,

como se apagaram de repente!

[...]

Ao longo do texto, em relação à colocação pronominal, houve privilégio da ênclise. No entanto, no último verso, a próclise pode ser justificada:

  • A

    pela flexão da forma verbal “apagaram”.

  • B

    por constituir uma oração coordenada.

  • C

    pela presença de uma construção adjetiva.

  • D

    por ser um verso de conotação negativa.

  • E

    pelo tom da oração explicitado pelo ponto.

111442Questão 10|Português|médio

Texto II

Os homens gloriosos (adaptado)

(Cecília Meireles

Sentei-me sem perguntas à beira da terra,

e ouvi narrarem-se casualmente os que

passavam.

Tenho a garganta amarga e os olhos doloridos:

deixai-me esquecer o tempo,

inclinar nas mãos a testa desencantada,

e de mim mesma desaparecer,

  • que o clamor dos homens gloriosos

cortou-me o coração de lado a lado.

Pois era um clamor de espadas bravias,

de espadas enlouquecidas e sem relâmpagos,

ah, sem relâmpagos...

pegajosas de lodo e sangue denso.

Como ficaram meus dias, e as flores claras que

pensava!

Nuvens brandas, construindo mundos,

como se apagaram de repente!

[...]

O vocábulo destacado no verso “-

que

o clamor dos homens gloriosos” (v.7) introduz o valor semântico de:

  • A

    comparação.

  • B

    concessão.

  • C

    oposição.

  • D

    explicação.

  • E

    conclusão.

Assistente em Administração - 2025 | Prova