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Página 1  •  Total 40 questões
147826Questão 1|Português|superior

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As bolhas de ar de milhões de anos contidas no bloco de gelo mais antigo do mundo

O gelo mais antigo do mundo, datado de um milhão de anos, foi extraído das profundezas da Antártica.

Trabalhando a temperaturas de -35°C, uma equipe de cientistas extraiu um cilindro de gelo de 2,8 km de comprimento, maior do que oito torres Eiffel de ponta a ponta.

Suspensas dentro do gelo, estão bolhas de ar antigas que os cientistas acreditam que ajudem a resolver um mistério duradouro sobre a história climática do nosso planeta.

Os cientistas europeus trabalharam durante quatro verões na Antártica, competindo contra sete nações para serem os primeiros a chegar à rocha sob o continente gelado.

O trabalho ajuda a desvendar um dos maiores mistérios da história climática do nosso planeta: o que aconteceu há novecentos mil a um milhão de anos, quando os ciclos glaciais foram interrompidos e, segundo os pesquisadores, nossos ancestrais chegaram perto da extinção.

"É uma conquista incrível", diz Carlo Barbante, professor da Universidade de Veneza (Itália), que coordenou a pesquisa.

"Você tem, em suas mãos, um pedaço de gelo com um milhão de anos e é possível enxergar camadas de cinzas provenientes de erupções vulcânicas. Vemos as pequenas bolhas em seu interior, bolhas de ar que nossos ancestrais respiraram há um milhão de anos", diz ele.

O local da perfuração fica no platô antártico, no leste do continente, a quase três mil metros de altitude.

Os núcleos de gelo são vitais para a compreensão dos cientistas sobre como nosso clima está mudando.

Eles retêm bolhas de ar e partículas que revelam os níveis de emissões de gases de efeito estufa e a variação de temperatura que ajudam os cientistas a traçar como as condições climáticas se alteraram ao longo do tempo.

Os dados de outros núcleos de gelo ajudaram os cientistas a concluir que o atual aumento de temperatura ligado às emissões de gases de efeito estufa é causado pela queima de combustíveis fósseis pelos seres humanos.

"Olhamos para o passado a fim de entender melhor como o clima funciona e como podemos projetá-lo para o futuro", diz o professor Barbante.

A equipe teve os últimos dias bem tensos, pois conseguiu perfurar ainda mais fundo do que o previsto pelos dados do radar e o núcleo foi retirado lentamente da camada de gelo, usando uma máquina de perfuração.

Os especialistas querem entender o que aconteceu no período chamado de Transição do Pleistoceno Médio. Esse é o mesmo período em que, de acordo com algumas teorias, os ancestrais dos seres humanos atuais quase desapareceram, caindo para cerca de apenas mil indivíduos.

Os cientistas não sabem se há uma ligação entre essa quase extinção e o clima, explica Barbante, mas isso demonstra que é um período incomum.

"O que eles encontrarão é uma incógnita, mas sem dúvida ampliará nossa janela para o passado do nosso planeta", disse Barbante à BBC News.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2kxkyq7z51o.adaptado.

Suspensas dentro do gelo, estão bolhas de ar antigas "que" os cientistas acreditam "que" ajudem a resolver um mistério duradouro sobre a história climática do nosso planeta. Em relação à classe gramatical, os vocábulos destacados na frase são, respectivamente:

  • A

    pronome e conjunção.

  • B

    conjunção e pronome.

  • C

    conjunção e conjunção.

  • D

    pronome e pronome.

147827Questão 2|Português|superior

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As bolhas de ar de milhões de anos contidas no bloco de gelo mais antigo do mundo

O gelo mais antigo do mundo, datado de um milhão de anos, foi extraído das profundezas da Antártica.

Trabalhando a temperaturas de -35°C, uma equipe de cientistas extraiu um cilindro de gelo de 2,8 km de comprimento, maior do que oito torres Eiffel de ponta a ponta.

Suspensas dentro do gelo, estão bolhas de ar antigas que os cientistas acreditam que ajudem a resolver um mistério duradouro sobre a história climática do nosso planeta.

Os cientistas europeus trabalharam durante quatro verões na Antártica, competindo contra sete nações para serem os primeiros a chegar à rocha sob o continente gelado.

O trabalho ajuda a desvendar um dos maiores mistérios da história climática do nosso planeta: o que aconteceu há novecentos mil a um milhão de anos, quando os ciclos glaciais foram interrompidos e, segundo os pesquisadores, nossos ancestrais chegaram perto da extinção.

"É uma conquista incrível", diz Carlo Barbante, professor da Universidade de Veneza (Itália), que coordenou a pesquisa.

"Você tem, em suas mãos, um pedaço de gelo com um milhão de anos e é possível enxergar camadas de cinzas provenientes de erupções vulcânicas. Vemos as pequenas bolhas em seu interior, bolhas de ar que nossos ancestrais respiraram há um milhão de anos", diz ele.

O local da perfuração fica no platô antártico, no leste do continente, a quase três mil metros de altitude.

Os núcleos de gelo são vitais para a compreensão dos cientistas sobre como nosso clima está mudando.

Eles retêm bolhas de ar e partículas que revelam os níveis de emissões de gases de efeito estufa e a variação de temperatura que ajudam os cientistas a traçar como as condições climáticas se alteraram ao longo do tempo.

Os dados de outros núcleos de gelo ajudaram os cientistas a concluir que o atual aumento de temperatura ligado às emissões de gases de efeito estufa é causado pela queima de combustíveis fósseis pelos seres humanos.

"Olhamos para o passado a fim de entender melhor como o clima funciona e como podemos projetá-lo para o futuro", diz o professor Barbante.

A equipe teve os últimos dias bem tensos, pois conseguiu perfurar ainda mais fundo do que o previsto pelos dados do radar e o núcleo foi retirado lentamente da camada de gelo, usando uma máquina de perfuração.

Os especialistas querem entender o que aconteceu no período chamado de Transição do Pleistoceno Médio. Esse é o mesmo período em que, de acordo com algumas teorias, os ancestrais dos seres humanos atuais quase desapareceram, caindo para cerca de apenas mil indivíduos.

Os cientistas não sabem se há uma ligação entre essa quase extinção e o clima, explica Barbante, mas isso demonstra que é um período incomum.

"O que eles encontrarão é uma incógnita, mas sem dúvida ampliará nossa janela para o passado do nosso planeta", disse Barbante à BBC News.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2kxkyq7z51o.adaptado.

O trabalho ajuda a desvendar um dos maiores mistérios da história climática do nosso planeta: o que aconteceu há novecentos mil a um milhão de anos. De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:

  • A

    mistérios' e 'história' são vocábulos acentuados por regras distintas.

  • B

    milhão' recebe acento por ser um vocábulo oxítono terminado em 'o'.

  • C

    há apenas um vocábulo acentuado por ser proparoxítono.

  • D

    há' recebe acento por ser um vocábulo oxítono terminado em 'a'.

147828Questão 3|Português|superior

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As bolhas de ar de milhões de anos contidas no bloco de gelo mais antigo do mundo

O gelo mais antigo do mundo, datado de um milhão de anos, foi extraído das profundezas da Antártica.

Trabalhando a temperaturas de -35°C, uma equipe de cientistas extraiu um cilindro de gelo de 2,8 km de comprimento, maior do que oito torres Eiffel de ponta a ponta.

Suspensas dentro do gelo, estão bolhas de ar antigas que os cientistas acreditam que ajudem a resolver um mistério duradouro sobre a história climática do nosso planeta.

Os cientistas europeus trabalharam durante quatro verões na Antártica, competindo contra sete nações para serem os primeiros a chegar à rocha sob o continente gelado.

O trabalho ajuda a desvendar um dos maiores mistérios da história climática do nosso planeta: o que aconteceu há novecentos mil a um milhão de anos, quando os ciclos glaciais foram interrompidos e, segundo os pesquisadores, nossos ancestrais chegaram perto da extinção.

"É uma conquista incrível", diz Carlo Barbante, professor da Universidade de Veneza (Itália), que coordenou a pesquisa.

"Você tem, em suas mãos, um pedaço de gelo com um milhão de anos e é possível enxergar camadas de cinzas provenientes de erupções vulcânicas. Vemos as pequenas bolhas em seu interior, bolhas de ar que nossos ancestrais respiraram há um milhão de anos", diz ele.

O local da perfuração fica no platô antártico, no leste do continente, a quase três mil metros de altitude.

Os núcleos de gelo são vitais para a compreensão dos cientistas sobre como nosso clima está mudando.

Eles retêm bolhas de ar e partículas que revelam os níveis de emissões de gases de efeito estufa e a variação de temperatura que ajudam os cientistas a traçar como as condições climáticas se alteraram ao longo do tempo.

Os dados de outros núcleos de gelo ajudaram os cientistas a concluir que o atual aumento de temperatura ligado às emissões de gases de efeito estufa é causado pela queima de combustíveis fósseis pelos seres humanos.

"Olhamos para o passado a fim de entender melhor como o clima funciona e como podemos projetá-lo para o futuro", diz o professor Barbante.

A equipe teve os últimos dias bem tensos, pois conseguiu perfurar ainda mais fundo do que o previsto pelos dados do radar e o núcleo foi retirado lentamente da camada de gelo, usando uma máquina de perfuração.

Os especialistas querem entender o que aconteceu no período chamado de Transição do Pleistoceno Médio. Esse é o mesmo período em que, de acordo com algumas teorias, os ancestrais dos seres humanos atuais quase desapareceram, caindo para cerca de apenas mil indivíduos.

Os cientistas não sabem se há uma ligação entre essa quase extinção e o clima, explica Barbante, mas isso demonstra que é um período incomum.

"O que eles encontrarão é uma incógnita, mas sem dúvida ampliará nossa janela para o passado do nosso planeta", disse Barbante à BBC News.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2kxkyq7z51o.adaptado.

"Eles "retêm" bolhas de ar e partículas que revelam os níveis de emissões de gases de efeito estufa". Conjugando o verbo destacado no pretérito perfeito do indicativo, tem-se:

  • A

    Eles reteram bolhas de ar e partículas que revelam os níveis de emissões de gases de efeito estufa.

  • B

    Eles retiveram bolhas de ar e partículas que revelam os níveis de emissões de gases de efeito estufa.

  • C

    Eles retevem bolhas de ar e partículas que revelam os níveis de emissões de gases de efeito estufa.

  • D

    Eles reteriam bolhas de ar e partículas que revelam os níveis de emissões de gases de efeito estufa.

147829Questão 4|Português|superior

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As bolhas de ar de milhões de anos contidas no bloco de gelo mais antigo do mundo

O gelo mais antigo do mundo, datado de um milhão de anos, foi extraído das profundezas da Antártica.

Trabalhando a temperaturas de -35°C, uma equipe de cientistas extraiu um cilindro de gelo de 2,8 km de comprimento, maior do que oito torres Eiffel de ponta a ponta.

Suspensas dentro do gelo, estão bolhas de ar antigas que os cientistas acreditam que ajudem a resolver um mistério duradouro sobre a história climática do nosso planeta.

Os cientistas europeus trabalharam durante quatro verões na Antártica, competindo contra sete nações para serem os primeiros a chegar à rocha sob o continente gelado.

O trabalho ajuda a desvendar um dos maiores mistérios da história climática do nosso planeta: o que aconteceu há novecentos mil a um milhão de anos, quando os ciclos glaciais foram interrompidos e, segundo os pesquisadores, nossos ancestrais chegaram perto da extinção.

"É uma conquista incrível", diz Carlo Barbante, professor da Universidade de Veneza (Itália), que coordenou a pesquisa.

"Você tem, em suas mãos, um pedaço de gelo com um milhão de anos e é possível enxergar camadas de cinzas provenientes de erupções vulcânicas. Vemos as pequenas bolhas em seu interior, bolhas de ar que nossos ancestrais respiraram há um milhão de anos", diz ele.

O local da perfuração fica no platô antártico, no leste do continente, a quase três mil metros de altitude.

Os núcleos de gelo são vitais para a compreensão dos cientistas sobre como nosso clima está mudando.

Eles retêm bolhas de ar e partículas que revelam os níveis de emissões de gases de efeito estufa e a variação de temperatura que ajudam os cientistas a traçar como as condições climáticas se alteraram ao longo do tempo.

Os dados de outros núcleos de gelo ajudaram os cientistas a concluir que o atual aumento de temperatura ligado às emissões de gases de efeito estufa é causado pela queima de combustíveis fósseis pelos seres humanos.

"Olhamos para o passado a fim de entender melhor como o clima funciona e como podemos projetá-lo para o futuro", diz o professor Barbante.

A equipe teve os últimos dias bem tensos, pois conseguiu perfurar ainda mais fundo do que o previsto pelos dados do radar e o núcleo foi retirado lentamente da camada de gelo, usando uma máquina de perfuração.

Os especialistas querem entender o que aconteceu no período chamado de Transição do Pleistoceno Médio. Esse é o mesmo período em que, de acordo com algumas teorias, os ancestrais dos seres humanos atuais quase desapareceram, caindo para cerca de apenas mil indivíduos.

Os cientistas não sabem se há uma ligação entre essa quase extinção e o clima, explica Barbante, mas isso demonstra que é um período incomum.

"O que eles encontrarão é uma incógnita, mas sem dúvida ampliará nossa janela para o passado do nosso planeta", disse Barbante à BBC News.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2kxkyq7z51o.adaptado.

Olhamos para o passado "a fim de" entender melhor como o clima funciona. Em relação à classe gramatical, o termo destacado na frase trata-se de:

  • A

    Adjunto adverbial.

  • B

    Locução prepositiva.

  • C

    Adjunto adnominal.

  • D

    Complemento nominal.

147830Questão 5|Português|superior

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As bolhas de ar de milhões de anos contidas no bloco de gelo mais antigo do mundo

O gelo mais antigo do mundo, datado de um milhão de anos, foi extraído das profundezas da Antártica.

Trabalhando a temperaturas de -35°C, uma equipe de cientistas extraiu um cilindro de gelo de 2,8 km de comprimento, maior do que oito torres Eiffel de ponta a ponta.

Suspensas dentro do gelo, estão bolhas de ar antigas que os cientistas acreditam que ajudem a resolver um mistério duradouro sobre a história climática do nosso planeta.

Os cientistas europeus trabalharam durante quatro verões na Antártica, competindo contra sete nações para serem os primeiros a chegar à rocha sob o continente gelado.

O trabalho ajuda a desvendar um dos maiores mistérios da história climática do nosso planeta: o que aconteceu há novecentos mil a um milhão de anos, quando os ciclos glaciais foram interrompidos e, segundo os pesquisadores, nossos ancestrais chegaram perto da extinção.

"É uma conquista incrível", diz Carlo Barbante, professor da Universidade de Veneza (Itália), que coordenou a pesquisa.

"Você tem, em suas mãos, um pedaço de gelo com um milhão de anos e é possível enxergar camadas de cinzas provenientes de erupções vulcânicas. Vemos as pequenas bolhas em seu interior, bolhas de ar que nossos ancestrais respiraram há um milhão de anos", diz ele.

O local da perfuração fica no platô antártico, no leste do continente, a quase três mil metros de altitude.

Os núcleos de gelo são vitais para a compreensão dos cientistas sobre como nosso clima está mudando.

Eles retêm bolhas de ar e partículas que revelam os níveis de emissões de gases de efeito estufa e a variação de temperatura que ajudam os cientistas a traçar como as condições climáticas se alteraram ao longo do tempo.

Os dados de outros núcleos de gelo ajudaram os cientistas a concluir que o atual aumento de temperatura ligado às emissões de gases de efeito estufa é causado pela queima de combustíveis fósseis pelos seres humanos.

"Olhamos para o passado a fim de entender melhor como o clima funciona e como podemos projetá-lo para o futuro", diz o professor Barbante.

A equipe teve os últimos dias bem tensos, pois conseguiu perfurar ainda mais fundo do que o previsto pelos dados do radar e o núcleo foi retirado lentamente da camada de gelo, usando uma máquina de perfuração.

Os especialistas querem entender o que aconteceu no período chamado de Transição do Pleistoceno Médio. Esse é o mesmo período em que, de acordo com algumas teorias, os ancestrais dos seres humanos atuais quase desapareceram, caindo para cerca de apenas mil indivíduos.

Os cientistas não sabem se há uma ligação entre essa quase extinção e o clima, explica Barbante, mas isso demonstra que é um período incomum.

"O que eles encontrarão é uma incógnita, mas sem dúvida ampliará nossa janela para o passado do nosso planeta", disse Barbante à BBC News.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2kxkyq7z51o.adaptado.

O local da perfuração fica no platô antártico, no leste "do continente", a quase três mil metros de altitude. Em relação à classe gramatical, o termo destacado na frase trata-se de uma locução:

  • A

    Substantiva.

  • B

    Adjetiva.

  • C

    Conjuntiva.

  • D

    Prepositiva.

147831Questão 6|Português|superior

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As bolhas de ar de milhões de anos contidas no bloco de gelo mais antigo do mundo

O gelo mais antigo do mundo, datado de um milhão de anos, foi extraído das profundezas da Antártica.

Trabalhando a temperaturas de -35°C, uma equipe de cientistas extraiu um cilindro de gelo de 2,8 km de comprimento, maior do que oito torres Eiffel de ponta a ponta.

Suspensas dentro do gelo, estão bolhas de ar antigas que os cientistas acreditam que ajudem a resolver um mistério duradouro sobre a história climática do nosso planeta.

Os cientistas europeus trabalharam durante quatro verões na Antártica, competindo contra sete nações para serem os primeiros a chegar à rocha sob o continente gelado.

O trabalho ajuda a desvendar um dos maiores mistérios da história climática do nosso planeta: o que aconteceu há novecentos mil a um milhão de anos, quando os ciclos glaciais foram interrompidos e, segundo os pesquisadores, nossos ancestrais chegaram perto da extinção.

"É uma conquista incrível", diz Carlo Barbante, professor da Universidade de Veneza (Itália), que coordenou a pesquisa.

"Você tem, em suas mãos, um pedaço de gelo com um milhão de anos e é possível enxergar camadas de cinzas provenientes de erupções vulcânicas. Vemos as pequenas bolhas em seu interior, bolhas de ar que nossos ancestrais respiraram há um milhão de anos", diz ele.

O local da perfuração fica no platô antártico, no leste do continente, a quase três mil metros de altitude.

Os núcleos de gelo são vitais para a compreensão dos cientistas sobre como nosso clima está mudando.

Eles retêm bolhas de ar e partículas que revelam os níveis de emissões de gases de efeito estufa e a variação de temperatura que ajudam os cientistas a traçar como as condições climáticas se alteraram ao longo do tempo.

Os dados de outros núcleos de gelo ajudaram os cientistas a concluir que o atual aumento de temperatura ligado às emissões de gases de efeito estufa é causado pela queima de combustíveis fósseis pelos seres humanos.

"Olhamos para o passado a fim de entender melhor como o clima funciona e como podemos projetá-lo para o futuro", diz o professor Barbante.

A equipe teve os últimos dias bem tensos, pois conseguiu perfurar ainda mais fundo do que o previsto pelos dados do radar e o núcleo foi retirado lentamente da camada de gelo, usando uma máquina de perfuração.

Os especialistas querem entender o que aconteceu no período chamado de Transição do Pleistoceno Médio. Esse é o mesmo período em que, de acordo com algumas teorias, os ancestrais dos seres humanos atuais quase desapareceram, caindo para cerca de apenas mil indivíduos.

Os cientistas não sabem se há uma ligação entre essa quase extinção e o clima, explica Barbante, mas isso demonstra que é um período incomum.

"O que eles encontrarão é uma incógnita, mas sem dúvida ampliará nossa janela para o passado do nosso planeta", disse Barbante à BBC News.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2kxkyq7z51o.adaptado.

O gelo mais antigo do mundo, datado de muitos anos, foi extraído das profundezas da Antártica. Com base no texto apresentado, analise as afirmativas e escolha a alternativa correta.

  • A

    As camadas de cinzas provenientes de erupções vulcânicas, observadas no gelo de um milhão de anos, constituem a única evidência histórica capaz de explicar os ciclos glaciais e as mudanças climáticas do passado.

  • B

    O gelo de um milhão de anos extraído da Antártica será utilizado exclusivamente para reconstruir o comportamento dos ciclos glaciais, sem conexão com eventos relacionados à história dos ancestrais humanos.

  • C

    A equipe europeia que liderou a extração do gelo na Antártica trabalhou por oito anos consecutivos, competindo contra sete outras nações para alcançar a rocha sob o continente gelado e desvendar mistérios sobre erupções vulcânicas.

  • D

    A análise das bolhas de ar presentes no gelo da Antártica possibilitará aos cientistas investigar eventos climáticos que ocorreram há cerca de um milhão de anos, período em que os ciclos glaciais foram interrompidos e os ancestrais humanos enfrentaram risco de extinção.

147832Questão 7|Português|superior

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As bolhas de ar de milhões de anos contidas no bloco de gelo mais antigo do mundo

O gelo mais antigo do mundo, datado de um milhão de anos, foi extraído das profundezas da Antártica.

Trabalhando a temperaturas de -35°C, uma equipe de cientistas extraiu um cilindro de gelo de 2,8 km de comprimento, maior do que oito torres Eiffel de ponta a ponta.

Suspensas dentro do gelo, estão bolhas de ar antigas que os cientistas acreditam que ajudem a resolver um mistério duradouro sobre a história climática do nosso planeta.

Os cientistas europeus trabalharam durante quatro verões na Antártica, competindo contra sete nações para serem os primeiros a chegar à rocha sob o continente gelado.

O trabalho ajuda a desvendar um dos maiores mistérios da história climática do nosso planeta: o que aconteceu há novecentos mil a um milhão de anos, quando os ciclos glaciais foram interrompidos e, segundo os pesquisadores, nossos ancestrais chegaram perto da extinção.

"É uma conquista incrível", diz Carlo Barbante, professor da Universidade de Veneza (Itália), que coordenou a pesquisa.

"Você tem, em suas mãos, um pedaço de gelo com um milhão de anos e é possível enxergar camadas de cinzas provenientes de erupções vulcânicas. Vemos as pequenas bolhas em seu interior, bolhas de ar que nossos ancestrais respiraram há um milhão de anos", diz ele.

O local da perfuração fica no platô antártico, no leste do continente, a quase três mil metros de altitude.

Os núcleos de gelo são vitais para a compreensão dos cientistas sobre como nosso clima está mudando.

Eles retêm bolhas de ar e partículas que revelam os níveis de emissões de gases de efeito estufa e a variação de temperatura que ajudam os cientistas a traçar como as condições climáticas se alteraram ao longo do tempo.

Os dados de outros núcleos de gelo ajudaram os cientistas a concluir que o atual aumento de temperatura ligado às emissões de gases de efeito estufa é causado pela queima de combustíveis fósseis pelos seres humanos.

"Olhamos para o passado a fim de entender melhor como o clima funciona e como podemos projetá-lo para o futuro", diz o professor Barbante.

A equipe teve os últimos dias bem tensos, pois conseguiu perfurar ainda mais fundo do que o previsto pelos dados do radar e o núcleo foi retirado lentamente da camada de gelo, usando uma máquina de perfuração.

Os especialistas querem entender o que aconteceu no período chamado de Transição do Pleistoceno Médio. Esse é o mesmo período em que, de acordo com algumas teorias, os ancestrais dos seres humanos atuais quase desapareceram, caindo para cerca de apenas mil indivíduos.

Os cientistas não sabem se há uma ligação entre essa quase extinção e o clima, explica Barbante, mas isso demonstra que é um período incomum.

"O que eles encontrarão é uma incógnita, mas sem dúvida ampliará nossa janela para o passado do nosso planeta", disse Barbante à BBC News.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2kxkyq7z51o.adaptado.

"Você tem, em suas mãos, um pedaço de gelo com um milhão de anos e é possível enxergar camadas de cinzas provenientes de erupções vulcânicas". Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.

  • A

    É possível enxergar, em suas mãos camadas de cinzas provenientes de erupções vulcânicas e você tem um pedaço de gelo com um milhão de anos.

  • B

    Em suas mãos você tem um pedaço de gelo com um milhão de anos e; é possível enxergar camadas de cinzas provenientes de erupções vulcânicas.

  • C

    Em suas mãos, você tem um pedaço de gelo com um milhão de anos, e é possível enxergar camadas de cinzas provenientes de erupções vulcânicas.

  • D

    É possível enxergar em suas mãos, camadas de cinzas provenientes de erupções vulcânicas e você tem um pedaço de gelo com um milhão de anos.

147833Questão 8|Português|superior

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As bolhas de ar de milhões de anos contidas no bloco de gelo mais antigo do mundo

O gelo mais antigo do mundo, datado de um milhão de anos, foi extraído das profundezas da Antártica.

Trabalhando a temperaturas de -35°C, uma equipe de cientistas extraiu um cilindro de gelo de 2,8 km de comprimento, maior do que oito torres Eiffel de ponta a ponta.

Suspensas dentro do gelo, estão bolhas de ar antigas que os cientistas acreditam que ajudem a resolver um mistério duradouro sobre a história climática do nosso planeta.

Os cientistas europeus trabalharam durante quatro verões na Antártica, competindo contra sete nações para serem os primeiros a chegar à rocha sob o continente gelado.

O trabalho ajuda a desvendar um dos maiores mistérios da história climática do nosso planeta: o que aconteceu há novecentos mil a um milhão de anos, quando os ciclos glaciais foram interrompidos e, segundo os pesquisadores, nossos ancestrais chegaram perto da extinção.

"É uma conquista incrível", diz Carlo Barbante, professor da Universidade de Veneza (Itália), que coordenou a pesquisa.

"Você tem, em suas mãos, um pedaço de gelo com um milhão de anos e é possível enxergar camadas de cinzas provenientes de erupções vulcânicas. Vemos as pequenas bolhas em seu interior, bolhas de ar que nossos ancestrais respiraram há um milhão de anos", diz ele.

O local da perfuração fica no platô antártico, no leste do continente, a quase três mil metros de altitude.

Os núcleos de gelo são vitais para a compreensão dos cientistas sobre como nosso clima está mudando.

Eles retêm bolhas de ar e partículas que revelam os níveis de emissões de gases de efeito estufa e a variação de temperatura que ajudam os cientistas a traçar como as condições climáticas se alteraram ao longo do tempo.

Os dados de outros núcleos de gelo ajudaram os cientistas a concluir que o atual aumento de temperatura ligado às emissões de gases de efeito estufa é causado pela queima de combustíveis fósseis pelos seres humanos.

"Olhamos para o passado a fim de entender melhor como o clima funciona e como podemos projetá-lo para o futuro", diz o professor Barbante.

A equipe teve os últimos dias bem tensos, pois conseguiu perfurar ainda mais fundo do que o previsto pelos dados do radar e o núcleo foi retirado lentamente da camada de gelo, usando uma máquina de perfuração.

Os especialistas querem entender o que aconteceu no período chamado de Transição do Pleistoceno Médio. Esse é o mesmo período em que, de acordo com algumas teorias, os ancestrais dos seres humanos atuais quase desapareceram, caindo para cerca de apenas mil indivíduos.

Os cientistas não sabem se há uma ligação entre essa quase extinção e o clima, explica Barbante, mas isso demonstra que é um período incomum.

"O que eles encontrarão é uma incógnita, mas sem dúvida ampliará nossa janela para o passado do nosso planeta", disse Barbante à BBC News.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2kxkyq7z51o.adaptado.

"Os cientistas europeus "trabalharam" durante quatro verões na Antártica". O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:

  • A

    Bitransitivo.

  • B

    Pronominal.

  • C

    Intransitivo.

  • D

    Recíproco.

147834Questão 9|Português|superior

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As bolhas de ar de milhões de anos contidas no bloco de gelo mais antigo do mundo

O gelo mais antigo do mundo, datado de um milhão de anos, foi extraído das profundezas da Antártica.

Trabalhando a temperaturas de -35°C, uma equipe de cientistas extraiu um cilindro de gelo de 2,8 km de comprimento, maior do que oito torres Eiffel de ponta a ponta.

Suspensas dentro do gelo, estão bolhas de ar antigas que os cientistas acreditam que ajudem a resolver um mistério duradouro sobre a história climática do nosso planeta.

Os cientistas europeus trabalharam durante quatro verões na Antártica, competindo contra sete nações para serem os primeiros a chegar à rocha sob o continente gelado.

O trabalho ajuda a desvendar um dos maiores mistérios da história climática do nosso planeta: o que aconteceu há novecentos mil a um milhão de anos, quando os ciclos glaciais foram interrompidos e, segundo os pesquisadores, nossos ancestrais chegaram perto da extinção.

"É uma conquista incrível", diz Carlo Barbante, professor da Universidade de Veneza (Itália), que coordenou a pesquisa.

"Você tem, em suas mãos, um pedaço de gelo com um milhão de anos e é possível enxergar camadas de cinzas provenientes de erupções vulcânicas. Vemos as pequenas bolhas em seu interior, bolhas de ar que nossos ancestrais respiraram há um milhão de anos", diz ele.

O local da perfuração fica no platô antártico, no leste do continente, a quase três mil metros de altitude.

Os núcleos de gelo são vitais para a compreensão dos cientistas sobre como nosso clima está mudando.

Eles retêm bolhas de ar e partículas que revelam os níveis de emissões de gases de efeito estufa e a variação de temperatura que ajudam os cientistas a traçar como as condições climáticas se alteraram ao longo do tempo.

Os dados de outros núcleos de gelo ajudaram os cientistas a concluir que o atual aumento de temperatura ligado às emissões de gases de efeito estufa é causado pela queima de combustíveis fósseis pelos seres humanos.

"Olhamos para o passado a fim de entender melhor como o clima funciona e como podemos projetá-lo para o futuro", diz o professor Barbante.

A equipe teve os últimos dias bem tensos, pois conseguiu perfurar ainda mais fundo do que o previsto pelos dados do radar e o núcleo foi retirado lentamente da camada de gelo, usando uma máquina de perfuração.

Os especialistas querem entender o que aconteceu no período chamado de Transição do Pleistoceno Médio. Esse é o mesmo período em que, de acordo com algumas teorias, os ancestrais dos seres humanos atuais quase desapareceram, caindo para cerca de apenas mil indivíduos.

Os cientistas não sabem se há uma ligação entre essa quase extinção e o clima, explica Barbante, mas isso demonstra que é um período incomum.

"O que eles encontrarão é uma incógnita, mas sem dúvida ampliará nossa janela para o passado do nosso planeta", disse Barbante à BBC News.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2kxkyq7z51o.adaptado.

Vários dados são essenciais para compreender como o clima mudou no passado e para projetar cenários futuros. Com base no texto, analise as afirmativas e escolha a alternativa correta.

  • A

    O trabalho no platô antártico, embora promissor, não possui relevância prática, pois não há expectativa de que os dados obtidos auxiliem no planejamento climático futuro.

  • B

    Os núcleos de gelo são instrumentos cruciais para a ciência climática, pois contêm bolhas de ar e partículas que documentam emissões de gases de efeito estufa e variações de temperatura, permitindo traçar alterações climáticas ao longo do tempo.

  • C

    Os dados obtidos pelos núcleos de gelo já comprovaram que o período da Transição do Pleistoceno Médio foi diretamente responsável pela quase extinção dos ancestrais humanos, caindo para cerca de mil indivíduos.

  • D

    A perfuração no platô antártico revelou informações conclusivas sobre o impacto das emissões humanas de gases de efeito estufa no período da Transição do Pleistoceno Médio, solucionando dúvidas sobre mudanças climáticas antigas.

147835Questão 10|Português|superior

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As bolhas de ar de milhões de anos contidas no bloco de gelo mais antigo do mundo

O gelo mais antigo do mundo, datado de um milhão de anos, foi extraído das profundezas da Antártica.

Trabalhando a temperaturas de -35°C, uma equipe de cientistas extraiu um cilindro de gelo de 2,8 km de comprimento, maior do que oito torres Eiffel de ponta a ponta.

Suspensas dentro do gelo, estão bolhas de ar antigas que os cientistas acreditam que ajudem a resolver um mistério duradouro sobre a história climática do nosso planeta.

Os cientistas europeus trabalharam durante quatro verões na Antártica, competindo contra sete nações para serem os primeiros a chegar à rocha sob o continente gelado.

O trabalho ajuda a desvendar um dos maiores mistérios da história climática do nosso planeta: o que aconteceu há novecentos mil a um milhão de anos, quando os ciclos glaciais foram interrompidos e, segundo os pesquisadores, nossos ancestrais chegaram perto da extinção.

"É uma conquista incrível", diz Carlo Barbante, professor da Universidade de Veneza (Itália), que coordenou a pesquisa.

"Você tem, em suas mãos, um pedaço de gelo com um milhão de anos e é possível enxergar camadas de cinzas provenientes de erupções vulcânicas. Vemos as pequenas bolhas em seu interior, bolhas de ar que nossos ancestrais respiraram há um milhão de anos", diz ele.

O local da perfuração fica no platô antártico, no leste do continente, a quase três mil metros de altitude.

Os núcleos de gelo são vitais para a compreensão dos cientistas sobre como nosso clima está mudando.

Eles retêm bolhas de ar e partículas que revelam os níveis de emissões de gases de efeito estufa e a variação de temperatura que ajudam os cientistas a traçar como as condições climáticas se alteraram ao longo do tempo.

Os dados de outros núcleos de gelo ajudaram os cientistas a concluir que o atual aumento de temperatura ligado às emissões de gases de efeito estufa é causado pela queima de combustíveis fósseis pelos seres humanos.

"Olhamos para o passado a fim de entender melhor como o clima funciona e como podemos projetá-lo para o futuro", diz o professor Barbante.

A equipe teve os últimos dias bem tensos, pois conseguiu perfurar ainda mais fundo do que o previsto pelos dados do radar e o núcleo foi retirado lentamente da camada de gelo, usando uma máquina de perfuração.

Os especialistas querem entender o que aconteceu no período chamado de Transição do Pleistoceno Médio. Esse é o mesmo período em que, de acordo com algumas teorias, os ancestrais dos seres humanos atuais quase desapareceram, caindo para cerca de apenas mil indivíduos.

Os cientistas não sabem se há uma ligação entre essa quase extinção e o clima, explica Barbante, mas isso demonstra que é um período incomum.

"O que eles encontrarão é uma incógnita, mas sem dúvida ampliará nossa janela para o passado do nosso planeta", disse Barbante à BBC News.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2kxkyq7z51o.adaptado.

"Como podemos "projetá-lo" para o futuro, diz o professor Barbante". A norma-padrão de colocação pronominal destacada na frase denomina-se:

  • A

    Mesóclise.

  • B

    Catáfrase.

  • C

    Ênclise.

  • D

    Paráfrase.