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Agente de Polícia Civil - 2018


Página 1  •  Total 60 questões
16340Questão 1|Português|superior

TEXTO I 

                             Um povo que acolhe e rejeita

      O clichê patriótico de que o Brasil é aberto e cordial não sobrevive a dez minutos de conversa com um desses imigrantes que aportaram no país nos últimos cinco anos. Quando a acolhida calorosa aos estrangeiros - que também existe, é claro - e a repulsa são postas em uma balança imaginária, o sentimento negativo é o que mais pesa no Brasil de hoje.

      Xenofobia é o medo, a antipatia ou a desconfiança em relação a pessoas que vêm de fora do país. A xenofobia à brasileira, no entanto, tem peculiaridades únicas. Ao contrário do que ocorre em outras nações, não há, por aqui, pichações nos muros pedindo a saída dos imigrantes. Tampouco existem partidos políticos que incluam isso em seus programas de governo. Ataques violentos contra estrangeiros são raros e, quando ocorrem, (...) quase nunca são premeditados. (...). Manifestações xenófobas são esporádicas, fugazes e desorganizadas. Estão em pequenos gestos cotidianos que só os estrangeiros percebem. Tudo isso decorre de uma vantagem da miscigenação brasileira: a pouca importância que a questão étnica tem na sociedade. (...).

      Talvez por isso a hospitalidade brasileira seja claramente seletiva. A rejeição a estrangeiros é maior em relação a pessoas de países pobres ou em desenvolvimento. Se esses imigrantes ou refugiados têm boa qualificação profissional e competem por vagas informais ou de salários baixos, a aversão é mais forte. (...) Por outro lado, quando os estrangeiros chegam de países desenvolvidos para ocupar vagas com bons salários, ganham a alcunha de "expatriados" e são recebidos com admiração. (...).

      A recepção de estrangeiros com dois pesos, duas medidas não é novidade na história brasileira. Ela apenas foi exacerbada pelas novas ondas migratórias, que começaram a ganhar volume em 2010, depois do terremoto que destruiu o Haiti. (...).

Com reportagem de Luisa Bustamante e Luiza Queiroz Publicado em VEJA de 21 de fevereiro de 2018, edição nº 2570

               Site: https://veja.abril.com.br/revista-veja/um-povo-queacolhe-e-rejeita/

Sobre o tema discutido no texto, é CORRETO afirmar que o posicionamento do autor é de que

  • A

    O tratamento conferido a estrangeiros pelos brasileiros, tende a levar em conta a condição socioeconômica e de origem dos imigrantes, e os que são oriundos de sociedades mais desenvolvidas são recepcionados de forma amistosa.

  • B

    Os refugiados estrangeiros trazem consigo uma riqueza de cultura, por isso devem ser acolhidos com respeito, o que não ocorre com os migrantes de origem latina, em geral.

  • C

    Os brasileiros são um povo hospitaleiro, por natureza, por isso não fazem distinção de cor, raça, desenvolvimento socioeconômico de origem do imigrante.

  • D

    Tem uma forma particular de bem receber o imigrante que é favorecido por uma qualificação profissional, mesmo que advenha de países pobres.

  • E

    A maneira hostil como o brasileiro, em geral, recepciona os estrangeiros é registrada tão somente na história recente da cultura brasileira.

16341Questão 2|Português|superior

TEXTO I 

                             Um povo que acolhe e rejeita

      O clichê patriótico de que o Brasil é aberto e cordial não sobrevive a dez minutos de conversa com um desses imigrantes que aportaram no país nos últimos cinco anos. Quando a acolhida calorosa aos estrangeiros - que também existe, é claro - e a repulsa são postas em uma balança imaginária, o sentimento negativo é o que mais pesa no Brasil de hoje.

      Xenofobia é o medo, a antipatia ou a desconfiança em relação a pessoas que vêm de fora do país. A xenofobia à brasileira, no entanto, tem peculiaridades únicas. Ao contrário do que ocorre em outras nações, não há, por aqui, pichações nos muros pedindo a saída dos imigrantes. Tampouco existem partidos políticos que incluam isso em seus programas de governo. Ataques violentos contra estrangeiros são raros e, quando ocorrem, (...) quase nunca são premeditados. (...). Manifestações xenófobas são esporádicas, fugazes e desorganizadas. Estão em pequenos gestos cotidianos que só os estrangeiros percebem. Tudo isso decorre de uma vantagem da miscigenação brasileira: a pouca importância que a questão étnica tem na sociedade. (...).

      Talvez por isso a hospitalidade brasileira seja claramente seletiva. A rejeição a estrangeiros é maior em relação a pessoas de países pobres ou em desenvolvimento. Se esses imigrantes ou refugiados têm boa qualificação profissional e competem por vagas informais ou de salários baixos, a aversão é mais forte. (...) Por outro lado, quando os estrangeiros chegam de países desenvolvidos para ocupar vagas com bons salários, ganham a alcunha de "expatriados" e são recebidos com admiração. (...).

      A recepção de estrangeiros com dois pesos, duas medidas não é novidade na história brasileira. Ela apenas foi exacerbada pelas novas ondas migratórias, que começaram a ganhar volume em 2010, depois do terremoto que destruiu o Haiti. (...).

Com reportagem de Luisa Bustamante e Luiza Queiroz Publicado em VEJA de 21 de fevereiro de 2018, edição nº 2570

               Site: https://veja.abril.com.br/revista-veja/um-povo-queacolhe-e-rejeita/

O único trecho no qual NÃO se verifica uma avaliação e posicionamento do autor sobre o tema em debate é:

  • A

    Quando a acolhida calorosa aos estrangeiros (...) e a repulsa são postas em uma balança imaginária, o sentimento negativo é o que mais pesa no Brasil de hoje.

  • B

    A xenofobia à brasileira, no entanto, tem peculiaridades únicas.

  • C

    Xenofobia é o medo, a antipatia ou a desconfiança em relação a pessoas que vêm de fora do país.

  • D

    Talvez por isso a hospitalidade brasileira seja claramente seletiva.

  • E

    A recepção de estrangeiros com dois pesos, duas medidas não é novidade na história brasileira.

16342Questão 3|Português|superior

TEXTO I 

                             Um povo que acolhe e rejeita

      O clichê patriótico de que o Brasil é aberto e cordial não sobrevive a dez minutos de conversa com um desses imigrantes que aportaram no país nos últimos cinco anos. Quando a acolhida calorosa aos estrangeiros - que também existe, é claro - e a repulsa são postas em uma balança imaginária, o sentimento negativo é o que mais pesa no Brasil de hoje.

      Xenofobia é o medo, a antipatia ou a desconfiança em relação a pessoas que vêm de fora do país. A xenofobia à brasileira, no entanto, tem peculiaridades únicas. Ao contrário do que ocorre em outras nações, não há, por aqui, pichações nos muros pedindo a saída dos imigrantes. Tampouco existem partidos políticos que incluam isso em seus programas de governo. Ataques violentos contra estrangeiros são raros e, quando ocorrem, (...) quase nunca são premeditados. (...). Manifestações xenófobas são esporádicas, fugazes e desorganizadas. Estão em pequenos gestos cotidianos que só os estrangeiros percebem. Tudo isso decorre de uma vantagem da miscigenação brasileira: a pouca importância que a questão étnica tem na sociedade. (...).

      Talvez por isso a hospitalidade brasileira seja claramente seletiva. A rejeição a estrangeiros é maior em relação a pessoas de países pobres ou em desenvolvimento. Se esses imigrantes ou refugiados têm boa qualificação profissional e competem por vagas informais ou de salários baixos, a aversão é mais forte. (...) Por outro lado, quando os estrangeiros chegam de países desenvolvidos para ocupar vagas com bons salários, ganham a alcunha de "expatriados" e são recebidos com admiração. (...).

      A recepção de estrangeiros com dois pesos, duas medidas não é novidade na história brasileira. Ela apenas foi exacerbada pelas novas ondas migratórias, que começaram a ganhar volume em 2010, depois do terremoto que destruiu o Haiti. (...).

Com reportagem de Luisa Bustamante e Luiza Queiroz Publicado em VEJA de 21 de fevereiro de 2018, edição nº 2570

               Site: https://veja.abril.com.br/revista-veja/um-povo-queacolhe-e-rejeita/

O termo/palavra/expressão, entre parênteses, que substituiria a expressão marcada sem alteração do sentido para o texto, é:

  • A

    Talvez por isso a hospitalidade brasileira seja claramente seletiva.... (perfeitamente organizada).

  • B

    A xenofobia à brasileira, no entanto, tem peculiaridades únicas. (observações).

  • C

    O clichê patriótico de que o Brasil é aberto e cordial não sobrevive a dez minutos de conversa com um desses imigrantes que aportaram no país nos últimos cinco anos. (núcleo nacionalista).

  • D

    Quando a acolhida calorosa aos estrangeiros - que também existe, é claro - e a repulsa são postas em uma balança imaginária,...(indignação).

  • E

    Manifestações xenófobas são esporádicas, fugazes e desorganizadas. (casuais, efêmeras).

16343Questão 4|Português|superior

TEXTO I 

                             Um povo que acolhe e rejeita

      O clichê patriótico de que o Brasil é aberto e cordial não sobrevive a dez minutos de conversa com um desses imigrantes que aportaram no país nos últimos cinco anos. Quando a acolhida calorosa aos estrangeiros - que também existe, é claro - e a repulsa são postas em uma balança imaginária, o sentimento negativo é o que mais pesa no Brasil de hoje.

      Xenofobia é o medo, a antipatia ou a desconfiança em relação a pessoas que vêm de fora do país. A xenofobia à brasileira, no entanto, tem peculiaridades únicas. Ao contrário do que ocorre em outras nações, não há, por aqui, pichações nos muros pedindo a saída dos imigrantes. Tampouco existem partidos políticos que incluam isso em seus programas de governo. Ataques violentos contra estrangeiros são raros e, quando ocorrem, (...) quase nunca são premeditados. (...). Manifestações xenófobas são esporádicas, fugazes e desorganizadas. Estão em pequenos gestos cotidianos que só os estrangeiros percebem. Tudo isso decorre de uma vantagem da miscigenação brasileira: a pouca importância que a questão étnica tem na sociedade. (...).

      Talvez por isso a hospitalidade brasileira seja claramente seletiva. A rejeição a estrangeiros é maior em relação a pessoas de países pobres ou em desenvolvimento. Se esses imigrantes ou refugiados têm boa qualificação profissional e competem por vagas informais ou de salários baixos, a aversão é mais forte. (...) Por outro lado, quando os estrangeiros chegam de países desenvolvidos para ocupar vagas com bons salários, ganham a alcunha de "expatriados" e são recebidos com admiração. (...).

      A recepção de estrangeiros com dois pesos, duas medidas não é novidade na história brasileira. Ela apenas foi exacerbada pelas novas ondas migratórias, que começaram a ganhar volume em 2010, depois do terremoto que destruiu o Haiti. (...).

Com reportagem de Luisa Bustamante e Luiza Queiroz Publicado em VEJA de 21 de fevereiro de 2018, edição nº 2570

               Site: https://veja.abril.com.br/revista-veja/um-povo-queacolhe-e-rejeita/

Subentende-se uma relação de comparação marcada por recurso gramatical, em:

  • A

    A xenofobia à brasileira, no entanto, tem peculiaridades únicas.

  • B

    A rejeição a estrangeiros é maior em relação a pessoas de países pobres ou em desenvolvimento.

  • C

    Ataques violentos contra estrangeiros são raros e, quando ocorrem, (...) quase nunca são premeditados. (...).

  • D

    Manifestações xenófobas são esporádicas, fugazes e desorganizadas.

  • E

    A recepção de estrangeiros com dois pesos, duas medidas não é novidade na história brasileira.

16344Questão 5|Português|superior

TEXTO I 

                             Um povo que acolhe e rejeita

      O clichê patriótico de que o Brasil é aberto e cordial não sobrevive a dez minutos de conversa com um desses imigrantes que aportaram no país nos últimos cinco anos. Quando a acolhida calorosa aos estrangeiros - que também existe, é claro - e a repulsa são postas em uma balança imaginária, o sentimento negativo é o que mais pesa no Brasil de hoje.

      Xenofobia é o medo, a antipatia ou a desconfiança em relação a pessoas que vêm de fora do país. A xenofobia à brasileira, no entanto, tem peculiaridades únicas. Ao contrário do que ocorre em outras nações, não há, por aqui, pichações nos muros pedindo a saída dos imigrantes. Tampouco existem partidos políticos que incluam isso em seus programas de governo. Ataques violentos contra estrangeiros são raros e, quando ocorrem, (...) quase nunca são premeditados. (...). Manifestações xenófobas são esporádicas, fugazes e desorganizadas. Estão em pequenos gestos cotidianos que só os estrangeiros percebem. Tudo isso decorre de uma vantagem da miscigenação brasileira: a pouca importância que a questão étnica tem na sociedade. (...).

      Talvez por isso a hospitalidade brasileira seja claramente seletiva. A rejeição a estrangeiros é maior em relação a pessoas de países pobres ou em desenvolvimento. Se esses imigrantes ou refugiados têm boa qualificação profissional e competem por vagas informais ou de salários baixos, a aversão é mais forte. (...) Por outro lado, quando os estrangeiros chegam de países desenvolvidos para ocupar vagas com bons salários, ganham a alcunha de "expatriados" e são recebidos com admiração. (...).

      A recepção de estrangeiros com dois pesos, duas medidas não é novidade na história brasileira. Ela apenas foi exacerbada pelas novas ondas migratórias, que começaram a ganhar volume em 2010, depois do terremoto que destruiu o Haiti. (...).

Com reportagem de Luisa Bustamante e Luiza Queiroz Publicado em VEJA de 21 de fevereiro de 2018, edição nº 2570

               Site: https://veja.abril.com.br/revista-veja/um-povo-queacolhe-e-rejeita/

Xenofobia é o medo, a antipatia ou a desconfiança em relação a pessoas que vêm de fora do país. A xenofobia à brasileira, no entanto, tem peculiaridades únicas. Ao contrário do que ocorre em outras nações, não há, por aqui, pichações nos muros pedindo a saída dos imigrantes. Tampouco existem partidos políticos que incluam isso em seus programas de governo. Ataques violentos contra estrangeiros são raros e, quando ocorrem, (...) quase nunca são premeditados.

Sobre as estruturas linguísticas é CORRETO o que se afirma em relação ao destaque no trecho:

  • A

    A xenofobia à brasileira, no entanto, tem peculiaridades únicas. (Expressão inadequada para o contexto por tratar-se de linguagem de registro informal.

  • B

    ...não há, por aqui, pichações nos muros pedindo a saída dos imigrantes., (Inadequação gramatical, uma vez que a palavra marcada deveria figurar em sua forma de plural).

  • C

    Tampouco existem partidos políticos que incluam isso em seus programas de governo., (A palavra em destaque retoma, textualmente, a palavra pichações).

  • D

    A xenofobia à brasileira, no entanto, tem peculiaridades únicas., (A expressão marca oposição entre ideias, no texto).

  • E

    Ataques violentos contra estrangeiros são raros e, quando ocorrem, (...) quase nunca são premeditados. (Palavra inadequada observando-se a regência requerida por Ataques violentos, de forma que a sua correção seria mantida se, em vez de contra, fosse usada a palavra de).

16345Questão 6|Português|superior

TEXTO I 

                             Um povo que acolhe e rejeita

      O clichê patriótico de que o Brasil é aberto e cordial não sobrevive a dez minutos de conversa com um desses imigrantes que aportaram no país nos últimos cinco anos. Quando a acolhida calorosa aos estrangeiros - que também existe, é claro - e a repulsa são postas em uma balança imaginária, o sentimento negativo é o que mais pesa no Brasil de hoje.

      Xenofobia é o medo, a antipatia ou a desconfiança em relação a pessoas que vêm de fora do país. A xenofobia à brasileira, no entanto, tem peculiaridades únicas. Ao contrário do que ocorre em outras nações, não há, por aqui, pichações nos muros pedindo a saída dos imigrantes. Tampouco existem partidos políticos que incluam isso em seus programas de governo. Ataques violentos contra estrangeiros são raros e, quando ocorrem, (...) quase nunca são premeditados. (...). Manifestações xenófobas são esporádicas, fugazes e desorganizadas. Estão em pequenos gestos cotidianos que só os estrangeiros percebem. Tudo isso decorre de uma vantagem da miscigenação brasileira: a pouca importância que a questão étnica tem na sociedade. (...).

      Talvez por isso a hospitalidade brasileira seja claramente seletiva. A rejeição a estrangeiros é maior em relação a pessoas de países pobres ou em desenvolvimento. Se esses imigrantes ou refugiados têm boa qualificação profissional e competem por vagas informais ou de salários baixos, a aversão é mais forte. (...) Por outro lado, quando os estrangeiros chegam de países desenvolvidos para ocupar vagas com bons salários, ganham a alcunha de "expatriados" e são recebidos com admiração. (...).

      A recepção de estrangeiros com dois pesos, duas medidas não é novidade na história brasileira. Ela apenas foi exacerbada pelas novas ondas migratórias, que começaram a ganhar volume em 2010, depois do terremoto que destruiu o Haiti. (...).

Com reportagem de Luisa Bustamante e Luiza Queiroz Publicado em VEJA de 21 de fevereiro de 2018, edição nº 2570

               Site: https://veja.abril.com.br/revista-veja/um-povo-queacolhe-e-rejeita/

Marque a opção em que se estabelece uma relação de CONDIÇÃO entre a oração em destaque e a sua principal.

  • A

    Quando a acolhida calorosa aos estrangeiros (...) e a repulsa são postas em uma balança imaginária, o sentimento negativo é o que mais pesa no Brasil de hoje.

  • B

    ...quando os estrangeiros chegam de países desenvolvidos para ocupar vagas com bons salários, ganham a alcunha de "expatriados"...

  • C

    Tampouco existem partidos políticos que incluam isso em seus programas de governo.

  • D

    Se esses imigrantes ou refugiados têm boa qualificação profissional (...) a aversão é mais forte.

  • E

    Ela apenas foi exacerbada pelas novas ondas migratórias, que começaram a ganhar volume em 2010,...

16346Questão 7|Português|superior

Texto II

                          Como planejar uma vida próspera

      Tempo não é a mesma coisa que dinheiro. São riquezas distintas, que, somadas e bem usadas, dão novo sentido ao conceito de prosperidade. É a utilidade que damos a nosso tempo e a nosso dinheiro que nos faz mais ricos. Tempo bem usado pode nos fazer ganhar mais dinheiro. Tempo mal aproveitado pode custar muito dinheiro, enquanto uma boa dedicação de tempo ao nosso corpo e à nossa mente pode gerar benefícios, sem necessariamente custar algo.

      Para muitos dos que sentem falta de mais tempo ou de dinheiro, o que falta é organização pessoal para definir como querem gastar seu tempo e seu dinheiro, para conseguir mais realização pessoal.

      (...)

      Para ter mais tempo e mais dinheiro, é preciso sair de seus limites atuais e aceitar desconfortos temporários, típicos de momentos de adaptação. Usar melhor seu tempo é literalmente aproveitar a vida. Não como se fosse seu último dia, mas como se fosse o primeiro dia de hábitos mais equilibrados para viver.

      Uma boa forma de usar o tempo é fazer planos para uma agenda mais disciplinada, visando ter mais tempo para atividades que interessam. Paralelamente, devemos planejar também um uso mais inteligente do dinheiro, para que sobrem recursos para o que interessa.

      Com mais tempo e dinheiro à disposição, estão reunidos os ingredientes necessários para a prosperidade. Uma escolha racional é investir parte desse tempo e desse dinheiro em cursos de aperfeiçoamento profissional. Outra parte pode ser investida em qualidade de vida e em atividades apaixonantes, que tragam bem-estar.

      Alguém apaixonado sempre atrai novas oportunidades, se destaca do grupo, é promovido primeiro, é celebrado quando volta de férias, é convidado para ser padrinho ou madrinha e para ser companhia em momentos prazerosos. Quanto melhor vivemos, mais motivos surgem para vivermos bem. A prosperidade é um ciclo que se retroalimenta. O importante é decidir fazer parte dele.

(https://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/gustavo-cerbasi/noticia/2014/12/como-planejar-uma-bvida-prosperab.html - GUSTAVO CERBASI. 29/12/2014 - 08h00 - Atualizado 26/10/2016 15h17).

“Tempo” e “dinheiro”, tal como concebidos no texto, constituem

  • A

    Uma busca constante e inatingível para a maioria das pessoas em virtude do desconhecimento das regras básicas envolvidas na forma como gastam o tempo disponível.

  • B

    Valores que, se bem administrados, são úteis para o bem-estar do homem e da sua prosperidade, mas isso só é aproveitado quando em idade mais avançada.

  • C

    Finalidade maior para as atividades que agregam bem-estar à vida do homem, desde o seu nascimento.

  • D

    Meios que podem concorrer para que seja viabilizada a felicidade, desde que sejam feitos os cálculos necessários à maneira de como gastá-los.

  • E

    Riquezas importantes para o conforto do homem e, consequentemente, para que ele conquiste uma vida melhor, já que se configuram em prosperidade.

16347Questão 8|Português|superior

Texto II

                          Como planejar uma vida próspera

      Tempo não é a mesma coisa que dinheiro. São riquezas distintas, que, somadas e bem usadas, dão novo sentido ao conceito de prosperidade. É a utilidade que damos a nosso tempo e a nosso dinheiro que nos faz mais ricos. Tempo bem usado pode nos fazer ganhar mais dinheiro. Tempo mal aproveitado pode custar muito dinheiro, enquanto uma boa dedicação de tempo ao nosso corpo e à nossa mente pode gerar benefícios, sem necessariamente custar algo.

      Para muitos dos que sentem falta de mais tempo ou de dinheiro, o que falta é organização pessoal para definir como querem gastar seu tempo e seu dinheiro, para conseguir mais realização pessoal.

      (...)

      Para ter mais tempo e mais dinheiro, é preciso sair de seus limites atuais e aceitar desconfortos temporários, típicos de momentos de adaptação. Usar melhor seu tempo é literalmente aproveitar a vida. Não como se fosse seu último dia, mas como se fosse o primeiro dia de hábitos mais equilibrados para viver.

      Uma boa forma de usar o tempo é fazer planos para uma agenda mais disciplinada, visando ter mais tempo para atividades que interessam. Paralelamente, devemos planejar também um uso mais inteligente do dinheiro, para que sobrem recursos para o que interessa.

      Com mais tempo e dinheiro à disposição, estão reunidos os ingredientes necessários para a prosperidade. Uma escolha racional é investir parte desse tempo e desse dinheiro em cursos de aperfeiçoamento profissional. Outra parte pode ser investida em qualidade de vida e em atividades apaixonantes, que tragam bem-estar.

      Alguém apaixonado sempre atrai novas oportunidades, se destaca do grupo, é promovido primeiro, é celebrado quando volta de férias, é convidado para ser padrinho ou madrinha e para ser companhia em momentos prazerosos. Quanto melhor vivemos, mais motivos surgem para vivermos bem. A prosperidade é um ciclo que se retroalimenta. O importante é decidir fazer parte dele.

(https://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/gustavo-cerbasi/noticia/2014/12/como-planejar-uma-bvida-prosperab.html - GUSTAVO CERBASI. 29/12/2014 - 08h00 - Atualizado 26/10/2016 15h17).

Confira no texto, as palavras marcadas em I, II, III e IV, a seguir. Releia e analise cada um deles e responda à questão.

I . ... para conseguir mais realização pessoal.

II . ...para que sobrem recursos ...

III. Para muitos dos que sentem falta de mais tempo ou de dinheiro,...

IV . Para ter mais tempo e mais dinheiro,...

A palavra em destaque presta-se à mesma função sintático-semântica em:

  • A

    II, III e IV.

  • B

    I, II e IV.

  • C

    I, II e III.

  • D

    I e IV, apenas

  • E

    III e IV, apenas.

16348Questão 9|Português|superior

Texto II

                          Como planejar uma vida próspera

      Tempo não é a mesma coisa que dinheiro. São riquezas distintas, que, somadas e bem usadas, dão novo sentido ao conceito de prosperidade. É a utilidade que damos a nosso tempo e a nosso dinheiro que nos faz mais ricos. Tempo bem usado pode nos fazer ganhar mais dinheiro. Tempo mal aproveitado pode custar muito dinheiro, enquanto uma boa dedicação de tempo ao nosso corpo e à nossa mente pode gerar benefícios, sem necessariamente custar algo.

      Para muitos dos que sentem falta de mais tempo ou de dinheiro, o que falta é organização pessoal para definir como querem gastar seu tempo e seu dinheiro, para conseguir mais realização pessoal.

      (...)

      Para ter mais tempo e mais dinheiro, é preciso sair de seus limites atuais e aceitar desconfortos temporários, típicos de momentos de adaptação. Usar melhor seu tempo é literalmente aproveitar a vida. Não como se fosse seu último dia, mas como se fosse o primeiro dia de hábitos mais equilibrados para viver.

      Uma boa forma de usar o tempo é fazer planos para uma agenda mais disciplinada, visando ter mais tempo para atividades que interessam. Paralelamente, devemos planejar também um uso mais inteligente do dinheiro, para que sobrem recursos para o que interessa.

      Com mais tempo e dinheiro à disposição, estão reunidos os ingredientes necessários para a prosperidade. Uma escolha racional é investir parte desse tempo e desse dinheiro em cursos de aperfeiçoamento profissional. Outra parte pode ser investida em qualidade de vida e em atividades apaixonantes, que tragam bem-estar.

      Alguém apaixonado sempre atrai novas oportunidades, se destaca do grupo, é promovido primeiro, é celebrado quando volta de férias, é convidado para ser padrinho ou madrinha e para ser companhia em momentos prazerosos. Quanto melhor vivemos, mais motivos surgem para vivermos bem. A prosperidade é um ciclo que se retroalimenta. O importante é decidir fazer parte dele.

(https://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/gustavo-cerbasi/noticia/2014/12/como-planejar-uma-bvida-prosperab.html - GUSTAVO CERBASI. 29/12/2014 - 08h00 - Atualizado 26/10/2016 15h17).

Alguém apaixonado sempre atrai novas oportunidades, se destaca do grupo, é promovido primeiro, é celebrado quando volta de férias, é convidado para ser padrinho ou madrinha e para ser companhia em momentos prazerosos. Quanto melhor vivemos, mais motivos surgem para vivermos bem. A prosperidade é um ciclo que se retroalimenta. O importante é decidir fazer parte dele.

Em: O importante é decidir fazer parte dele., a palavra dele retoma, textualmente,

  • A

    ciclo.

  • B

    Alguém.

  • C

    padrinho.

  • D

    grupo.

  • E

    apaixonado.

16349Questão 10|Português|superior

Texto II

                          Como planejar uma vida próspera

      Tempo não é a mesma coisa que dinheiro. São riquezas distintas, que, somadas e bem usadas, dão novo sentido ao conceito de prosperidade. É a utilidade que damos a nosso tempo e a nosso dinheiro que nos faz mais ricos. Tempo bem usado pode nos fazer ganhar mais dinheiro. Tempo mal aproveitado pode custar muito dinheiro, enquanto uma boa dedicação de tempo ao nosso corpo e à nossa mente pode gerar benefícios, sem necessariamente custar algo.

      Para muitos dos que sentem falta de mais tempo ou de dinheiro, o que falta é organização pessoal para definir como querem gastar seu tempo e seu dinheiro, para conseguir mais realização pessoal.

      (...)

      Para ter mais tempo e mais dinheiro, é preciso sair de seus limites atuais e aceitar desconfortos temporários, típicos de momentos de adaptação. Usar melhor seu tempo é literalmente aproveitar a vida. Não como se fosse seu último dia, mas como se fosse o primeiro dia de hábitos mais equilibrados para viver.

      Uma boa forma de usar o tempo é fazer planos para uma agenda mais disciplinada, visando ter mais tempo para atividades que interessam. Paralelamente, devemos planejar também um uso mais inteligente do dinheiro, para que sobrem recursos para o que interessa.

      Com mais tempo e dinheiro à disposição, estão reunidos os ingredientes necessários para a prosperidade. Uma escolha racional é investir parte desse tempo e desse dinheiro em cursos de aperfeiçoamento profissional. Outra parte pode ser investida em qualidade de vida e em atividades apaixonantes, que tragam bem-estar.

      Alguém apaixonado sempre atrai novas oportunidades, se destaca do grupo, é promovido primeiro, é celebrado quando volta de férias, é convidado para ser padrinho ou madrinha e para ser companhia em momentos prazerosos. Quanto melhor vivemos, mais motivos surgem para vivermos bem. A prosperidade é um ciclo que se retroalimenta. O importante é decidir fazer parte dele.

(https://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/gustavo-cerbasi/noticia/2014/12/como-planejar-uma-bvida-prosperab.html - GUSTAVO CERBASI. 29/12/2014 - 08h00 - Atualizado 26/10/2016 15h17).

Todos os segmentos oracionais em destaque nas opções abaixo constituem complementos verbais. Entretanto, no que se refere à natureza da vinculação entre verbo e seu complemento, apenas um deles difere dos demais. Assinale-o.

  • A

    ... para definir como querem gastar seu tempo e seu dinheiro, ...

  • B

    ... é preciso sair de seus limites atuais e aceitar desconfortos temporários,...

  • C

    ...somadas e bem usadas, dão novo sentido ao conceito de prosperidade.

  • D

    Tempo bem usado pode nos fazer ganhar mais dinheiro.

  • E

    Alguém apaixonado sempre atrai novas oportunidades,...

Agente de Polícia Civil - 2018 | Prova