O enunciador do texto considera a necessidade de comunicação humana como possivelmente a maior causa do desenvolvimento e do aperfeiçoamento do saber humano.
De acordo com o pensamento de Italo Calvino, referido no texto, a leitura proporciona ao homem uma coexistência de tempos na memória, o que constitui, segundo o autor, uma forma de apreender o mundo.
Quando Mario Quintana diz que “ ‘a mentira é uma verdade que se esqueceu de acontecer’ ”(ℓ. 22), ele está, metaforicamente, traduzindo uma verdade literária.
Os termos “como símbolo a ser transmitido” (ℓ. 3) e “como forma de registro apropriado” (ℓ. 4) ampliam o sentido de “palavra escrita” (ℓ. 3) e de “livro” (ℓ. 3), respectivamente.