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Agente de Polícia - 2013


Página 1  •  Total 120 questões
162149Questão 1|Português|superior
2013
CESPE / CEBRASPE

Pavio do destino

Sérgio Sampaio

01   O bandido e o mocinho

São os dois do mesmo ninho

Correm nos estreitos trilhos

04   Lá no morro dos aflitos

Na Favela do Esqueleto

São filhos do primo pobre

07   A parcela do silêncio

Que encobre todos os gritos

E vão caminhando juntos

10   O mocinho e o bandido

De revólver de brinquedo

Porque ainda são meninos

13   Quem viu o pavio aceso do destino?

Com um pouco mais de idade

E já não são como antes

16   Depois que uma autoridade

Inventou-lhes um flagrante

Quanto mais escapa o tempo

19  Dos falsos educandários

Mais a dor é o documento

Que os agride e os separa

22  Não são mais dois inocentes

Não se falam cara a cara

Quem pode escapar ileso

25  Do medo e do desatino

Quem viu o pavio aceso do destino?

O tempo é pai de tudo

28  E surpresa não tem dia

Pode ser que haja no mundo

Outra maior ironia

31  O bandido veste a farda

Da suprema segurança

O mocinho agora amarga

34  Um bando, uma quadrilha

São os dois da mesma safra

Os dois são da mesma ilha

37  Dois meninos pelo avesso

Dois perdidos Valentinos

Quem viu o pavio aceso do destino?

A respeito dos sentidos do texto de Sérgio Sampaio, que constitui a letra de uma música, julgue o item seguinte.

O trecho “Quanto mais escapa o tempo / Dos falsos educandários / Mais a dor é o documento / Que os agride e os separa” (v.18-21) poderia, sem prejuízo para a correção gramatical, ser reescrito da seguinte forma: À medida que escapa o tempo dos falsos educandários, a dor vai se tornando o documento que os agride e os separa.

  • A

    Certo

  • B

    Errado

162150Questão 2|Português|superior
2013
CESPE / CEBRASPE

Pavio do destino

Sérgio Sampaio

01   O bandido e o mocinho

São os dois do mesmo ninho

Correm nos estreitos trilhos

04   Lá no morro dos aflitos

Na Favela do Esqueleto

São filhos do primo pobre

07   A parcela do silêncio

Que encobre todos os gritos

E vão caminhando juntos

10   O mocinho e o bandido

De revólver de brinquedo

Porque ainda são meninos

13   Quem viu o pavio aceso do destino?

Com um pouco mais de idade

E já não são como antes

16   Depois que uma autoridade

Inventou-lhes um flagrante

Quanto mais escapa o tempo

19  Dos falsos educandários

Mais a dor é o documento

Que os agride e os separa

22  Não são mais dois inocentes

Não se falam cara a cara

Quem pode escapar ileso

25  Do medo e do desatino

Quem viu o pavio aceso do destino?

O tempo é pai de tudo

28  E surpresa não tem dia

Pode ser que haja no mundo

Outra maior ironia

31  O bandido veste a farda

Da suprema segurança

O mocinho agora amarga

34  Um bando, uma quadrilha

São os dois da mesma safra

Os dois são da mesma ilha

37  Dois meninos pelo avesso

Dois perdidos Valentinos

Quem viu o pavio aceso do destino?

A respeito dos sentidos do texto de Sérgio Sampaio, que constitui a letra de uma música, julgue o item seguinte.

O termo “ileso” (v.24) está empregado como sinônimo de incólume .

  • A

    Certo

  • B

    Errado

162151Questão 3|Português|superior
2013
CESPE / CEBRASPE

Pavio do destino

Sérgio Sampaio

01   O bandido e o mocinho

São os dois do mesmo ninho

Correm nos estreitos trilhos

04   Lá no morro dos aflitos

Na Favela do Esqueleto

São filhos do primo pobre

07   A parcela do silêncio

Que encobre todos os gritos

E vão caminhando juntos

10   O mocinho e o bandido

De revólver de brinquedo

Porque ainda são meninos

13   Quem viu o pavio aceso do destino?

Com um pouco mais de idade

E já não são como antes

16   Depois que uma autoridade

Inventou-lhes um flagrante

Quanto mais escapa o tempo

19  Dos falsos educandários

Mais a dor é o documento

Que os agride e os separa

22  Não são mais dois inocentes

Não se falam cara a cara

Quem pode escapar ileso

25  Do medo e do desatino

Quem viu o pavio aceso do destino?

O tempo é pai de tudo

28  E surpresa não tem dia

Pode ser que haja no mundo

Outra maior ironia

31  O bandido veste a farda

Da suprema segurança

O mocinho agora amarga

34  Um bando, uma quadrilha

São os dois da mesma safra

Os dois são da mesma ilha

37  Dois meninos pelo avesso

Dois perdidos Valentinos

Quem viu o pavio aceso do destino?

A respeito dos sentidos do texto de Sérgio Sampaio, que constitui a letra de uma música, julgue o item seguinte.

Infere-se da leitura dos versos “O bandido veste a farda / Da suprema segurança / O mocinho agora amarga / Um bando, uma quadrilha” (v.31-34) que houve uma inversão: o menino que fazia o papel de mocinho na brincadeira virou bandido quando adulto, e o que fazia o papel de bandido se tornou policial. Na mesma estrofe, os termos “surpresa” (v.28), “ironia” (v.30) e “avesso” (v.37) ratificam essa interpretação.

  • A

    Certo

  • B

    Errado

162152Questão 4|Português|superior
2013
CESPE / CEBRASPE

Pavio do destino

Sérgio Sampaio

01   O bandido e o mocinho

São os dois do mesmo ninho

Correm nos estreitos trilhos

04   Lá no morro dos aflitos

Na Favela do Esqueleto

São filhos do primo pobre

07   A parcela do silêncio

Que encobre todos os gritos

E vão caminhando juntos

10   O mocinho e o bandido

De revólver de brinquedo

Porque ainda são meninos

13   Quem viu o pavio aceso do destino?

Com um pouco mais de idade

E já não são como antes

16   Depois que uma autoridade

Inventou-lhes um flagrante

Quanto mais escapa o tempo

19  Dos falsos educandários

Mais a dor é o documento

Que os agride e os separa

22  Não são mais dois inocentes

Não se falam cara a cara

Quem pode escapar ileso

25  Do medo e do desatino

Quem viu o pavio aceso do destino?

O tempo é pai de tudo

28  E surpresa não tem dia

Pode ser que haja no mundo

Outra maior ironia

31  O bandido veste a farda

Da suprema segurança

O mocinho agora amarga

34  Um bando, uma quadrilha

São os dois da mesma safra

Os dois são da mesma ilha

37  Dois meninos pelo avesso

Dois perdidos Valentinos

Quem viu o pavio aceso do destino?

A respeito dos sentidos do texto de Sérgio Sampaio, que constitui a letra de uma música, julgue o item seguinte.

O texto, pertencente a um gênero poético, faz um relato biográfico sobre duas crianças em uma localidade periférica, contrastando a inocência e o ludismo da infância com a aspereza e a ironia do destino na vida adulta.

  • A

    Certo

  • B

    Errado

162153Questão 5|Português|superior
2013
CESPE / CEBRASPE

Pavio do destino

Sérgio Sampaio

01   O bandido e o mocinho

São os dois do mesmo ninho

Correm nos estreitos trilhos

04   Lá no morro dos aflitos

Na Favela do Esqueleto

São filhos do primo pobre

07   A parcela do silêncio

Que encobre todos os gritos

E vão caminhando juntos

10   O mocinho e o bandido

De revólver de brinquedo

Porque ainda são meninos

13   Quem viu o pavio aceso do destino?

Com um pouco mais de idade

E já não são como antes

16   Depois que uma autoridade

Inventou-lhes um flagrante

Quanto mais escapa o tempo

19  Dos falsos educandários

Mais a dor é o documento

Que os agride e os separa

22  Não são mais dois inocentes

Não se falam cara a cara

Quem pode escapar ileso

25  Do medo e do desatino

Quem viu o pavio aceso do destino?

O tempo é pai de tudo

28  E surpresa não tem dia

Pode ser que haja no mundo

Outra maior ironia

31  O bandido veste a farda

Da suprema segurança

O mocinho agora amarga

34  Um bando, uma quadrilha

São os dois da mesma safra

Os dois são da mesma ilha

37  Dois meninos pelo avesso

Dois perdidos Valentinos

Quem viu o pavio aceso do destino?

A respeito dos sentidos do texto de Sérgio Sampaio, que constitui a letra de uma música, julgue o item seguinte.

Os termos “ninho” (v.2) e “safra” (v.35) foram empregados em sentido denotativo e correspondem, respectivamente, ao local e à época de nascimento dos meninos.

  • A

    Certo

  • B

    Errado

162154Questão 6|Português|superior
2013
CESPE / CEBRASPE

Pavio do destino

Sérgio Sampaio

01   O bandido e o mocinho

São os dois do mesmo ninho

Correm nos estreitos trilhos

04   Lá no morro dos aflitos

Na Favela do Esqueleto

São filhos do primo pobre

07   A parcela do silêncio

Que encobre todos os gritos

E vão caminhando juntos

10   O mocinho e o bandido

De revólver de brinquedo

Porque ainda são meninos

13   Quem viu o pavio aceso do destino?

Com um pouco mais de idade

E já não são como antes

16   Depois que uma autoridade

Inventou-lhes um flagrante

Quanto mais escapa o tempo

19  Dos falsos educandários

Mais a dor é o documento

Que os agride e os separa

22  Não são mais dois inocentes

Não se falam cara a cara

Quem pode escapar ileso

25  Do medo e do desatino

Quem viu o pavio aceso do destino?

O tempo é pai de tudo

28  E surpresa não tem dia

Pode ser que haja no mundo

Outra maior ironia

31  O bandido veste a farda

Da suprema segurança

O mocinho agora amarga

34  Um bando, uma quadrilha

São os dois da mesma safra

Os dois são da mesma ilha

37  Dois meninos pelo avesso

Dois perdidos Valentinos

Quem viu o pavio aceso do destino?

Acerca de aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.

Nos versos 25 e 26, os termos “Do medo”, “do desatino” e “do destino” exercem a mesma função sintática.

  • A

    Certo

  • B

    Errado

162155Questão 7|Português|superior
2013
CESPE / CEBRASPE

Pavio do destino

Sérgio Sampaio

01   O bandido e o mocinho

São os dois do mesmo ninho

Correm nos estreitos trilhos

04   Lá no morro dos aflitos

Na Favela do Esqueleto

São filhos do primo pobre

07   A parcela do silêncio

Que encobre todos os gritos

E vão caminhando juntos

10   O mocinho e o bandido

De revólver de brinquedo

Porque ainda são meninos

13   Quem viu o pavio aceso do destino?

Com um pouco mais de idade

E já não são como antes

16   Depois que uma autoridade

Inventou-lhes um flagrante

Quanto mais escapa o tempo

19  Dos falsos educandários

Mais a dor é o documento

Que os agride e os separa

22  Não são mais dois inocentes

Não se falam cara a cara

Quem pode escapar ileso

25  Do medo e do desatino

Quem viu o pavio aceso do destino?

O tempo é pai de tudo

28  E surpresa não tem dia

Pode ser que haja no mundo

Outra maior ironia

31  O bandido veste a farda

Da suprema segurança

O mocinho agora amarga

34  Um bando, uma quadrilha

São os dois da mesma safra

Os dois são da mesma ilha

37  Dois meninos pelo avesso

Dois perdidos Valentinos

Quem viu o pavio aceso do destino?

Acerca de aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.

O sentido original do texto seria alterado, mas a sua correção gramatical seria preservada caso o trecho “Pode ser que haja no mundo / Outra maior ironia” (v.29-30) fosse assim reescrito no plural: Podem ser que hajam no mundo / Outras maiores ironias.

  • A

    Certo

  • B

    Errado

162156Questão 8|Português|superior
2013
CESPE / CEBRASPE

Pavio do destino

Sérgio Sampaio

01   O bandido e o mocinho

São os dois do mesmo ninho

Correm nos estreitos trilhos

04   Lá no morro dos aflitos

Na Favela do Esqueleto

São filhos do primo pobre

07   A parcela do silêncio

Que encobre todos os gritos

E vão caminhando juntos

10   O mocinho e o bandido

De revólver de brinquedo

Porque ainda são meninos

13   Quem viu o pavio aceso do destino?

Com um pouco mais de idade

E já não são como antes

16   Depois que uma autoridade

Inventou-lhes um flagrante

Quanto mais escapa o tempo

19  Dos falsos educandários

Mais a dor é o documento

Que os agride e os separa

22  Não são mais dois inocentes

Não se falam cara a cara

Quem pode escapar ileso

25  Do medo e do desatino

Quem viu o pavio aceso do destino?

O tempo é pai de tudo

28  E surpresa não tem dia

Pode ser que haja no mundo

Outra maior ironia

31  O bandido veste a farda

Da suprema segurança

O mocinho agora amarga

34  Um bando, uma quadrilha

São os dois da mesma safra

Os dois são da mesma ilha

37  Dois meninos pelo avesso

Dois perdidos Valentinos

Quem viu o pavio aceso do destino?

Acerca de aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.

O termo “amarga” (v.33) corresponde a uma característica que, no texto, qualifica “quadrilha” (v.34).

  • A

    Certo

  • B

    Errado

162157Questão 9|Português|superior
2013
CESPE / CEBRASPE

Pavio do destino

Sérgio Sampaio

01   O bandido e o mocinho

São os dois do mesmo ninho

Correm nos estreitos trilhos

04   Lá no morro dos aflitos

Na Favela do Esqueleto

São filhos do primo pobre

07   A parcela do silêncio

Que encobre todos os gritos

E vão caminhando juntos

10   O mocinho e o bandido

De revólver de brinquedo

Porque ainda são meninos

13   Quem viu o pavio aceso do destino?

Com um pouco mais de idade

E já não são como antes

16   Depois que uma autoridade

Inventou-lhes um flagrante

Quanto mais escapa o tempo

19  Dos falsos educandários

Mais a dor é o documento

Que os agride e os separa

22  Não são mais dois inocentes

Não se falam cara a cara

Quem pode escapar ileso

25  Do medo e do desatino

Quem viu o pavio aceso do destino?

O tempo é pai de tudo

28  E surpresa não tem dia

Pode ser que haja no mundo

Outra maior ironia

31  O bandido veste a farda

Da suprema segurança

O mocinho agora amarga

34  Um bando, uma quadrilha

São os dois da mesma safra

Os dois são da mesma ilha

37  Dois meninos pelo avesso

Dois perdidos Valentinos

Quem viu o pavio aceso do destino?

Acerca de aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.

O sujeito da forma verbal “viu”, nos versos 13, 26 e 39, é indeterminado, pois não se revela, no texto, quem pratica a ação de ver .

  • A

    Certo

  • B

    Errado

162158Questão 10|Português|superior
2013
CESPE / CEBRASPE

Pavio do destino

Sérgio Sampaio

01   O bandido e o mocinho

São os dois do mesmo ninho

Correm nos estreitos trilhos

04   Lá no morro dos aflitos

Na Favela do Esqueleto

São filhos do primo pobre

07   A parcela do silêncio

Que encobre todos os gritos

E vão caminhando juntos

10   O mocinho e o bandido

De revólver de brinquedo

Porque ainda são meninos

13   Quem viu o pavio aceso do destino?

Com um pouco mais de idade

E já não são como antes

16   Depois que uma autoridade

Inventou-lhes um flagrante

Quanto mais escapa o tempo

19  Dos falsos educandários

Mais a dor é o documento

Que os agride e os separa

22  Não são mais dois inocentes

Não se falam cara a cara

Quem pode escapar ileso

25  Do medo e do desatino

Quem viu o pavio aceso do destino?

O tempo é pai de tudo

28  E surpresa não tem dia

Pode ser que haja no mundo

Outra maior ironia

31  O bandido veste a farda

Da suprema segurança

O mocinho agora amarga

34  Um bando, uma quadrilha

São os dois da mesma safra

Os dois são da mesma ilha

37  Dois meninos pelo avesso

Dois perdidos Valentinos

Quem viu o pavio aceso do destino?

Acerca de aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.

O antecedente a que se referem os termos “lhes” (v.17) e “os” (v.21) é recuperado na primeira estrofe do texto.

  • A

    Certo

  • B

    Errado

Agente de Polícia - 2013 | Prova