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Agente Penitenciário - Classe I - 2012


Página 3  •  Total 50 questões
57918Questão 21|Português|médio

Seu Firmino e o STF

      Quando eu era um moleque, meu caminho para a escola passava todos os dias bem na frente da quitanda do Seu Firmino,um português de bigodes e sotaque fartos, que costumava ficar na porta do estabelecimento para acompanhar aquela romaria de muitas mães, avós e tias e poucos pais (eram outros tempos) levando a meninada para a escola.

      O velho Firmino ficava na quitanda, entre alfaces e chicórias, batatas e laranjas e aconselhava todo moleque, como eu, que passava com uniforme escolar: “Não esqueças o guarda-chuva.” Podia estar um sol de rachar ou podíamos estar atravessando a maior estiagem, não importava: Seu Firmino não cansava de repetir que a gente tinha de estar pronto para um pé-d’água. Confesso que passei anos escutando e não dando ouvidos para a ladainha. Até o dia em que fui surpreendido por uma tempestade no caminho de volta para casa. Já era grande o suficiente para ir e voltar sozinho, mas não para escutar o conselho. Fui parar, encharcado e despenteado, justamente na quitanda. Lembro que o velho Firmino pegou uma toalha e esfregou primeiro minha cabeça, depois os braços.Logo recuperei a temperatura e fiquei esperando a chuva passar.Assim que a chuva deu um tempo, eu me preparei para sair. Fui detido pelo velho quitandeiro. Ele me deu um guarda-chuva desses antigos, com cabo de madeira, e falou com mais propriedade do que nunca: “Não esqueças mais o guarda-chuva.”

      Foi o que aconteceu. Peguei uma certa mania de ter sempre à mão um guarda-chuva.

      Lembrei dessa história porque muita gente me chama de chato por ser repetitivo em certas coisas. Reconheço que devo mesmo chatear muita gente com essa minha particularidade. Sou repetitivo, sim. Porque num país como o nosso, só repetindo verdades à exaustão a gente tem chance de ser ouvido! Robert Collier,autor de livros de autoajuda, garantia que a repetição constante leva à convicção.

      O fato é que fiquei feliz quando o STF decidiu que dirigir embriagado é crime. E fiquei contente porque foi uma dessas coisas que repeti, repeti e repeti, especialmente no “Brasil Urgente”, programa que apresento na TV.

                                                                 (Diário de S.Paulo, 06 de novembro de 2011. Adaptado)

Ao afirmar que – Já era grande o suficiente para ir e voltar sozinho, mas não para escutar o conselho. (2.º parágrafo) – o autor sugere que

  • A

    se sentia responsável tanto para ir sozinho à escola como para entender os conselhos de Seu Firmino.

  • B

    se considerava grande demais para ouvir os conselhos dos mais velhos.

  • C

    embora não tivesse idade para ir à escola e voltar sozinho, concordava com o conselho de Seu Firmino.

  • D

    apesar de ter idade para ir à escola e voltar sozinho, era imaturo para entender o conselho de Seu Firmino.

  • E

    gostava de ir à escola e voltar sozinho para ouvir os conselhos do português.

57919Questão 22|Português|médio

Seu Firmino e o STF

      Quando eu era um moleque, meu caminho para a escola passava todos os dias bem na frente da quitanda do Seu Firmino,um português de bigodes e sotaque fartos, que costumava ficar na porta do estabelecimento para acompanhar aquela romaria de muitas mães, avós e tias e poucos pais (eram outros tempos) levando a meninada para a escola.

      O velho Firmino ficava na quitanda, entre alfaces e chicórias, batatas e laranjas e aconselhava todo moleque, como eu, que passava com uniforme escolar: “Não esqueças o guarda-chuva.” Podia estar um sol de rachar ou podíamos estar atravessando a maior estiagem, não importava: Seu Firmino não cansava de repetir que a gente tinha de estar pronto para um pé-d’água. Confesso que passei anos escutando e não dando ouvidos para a ladainha. Até o dia em que fui surpreendido por uma tempestade no caminho de volta para casa. Já era grande o suficiente para ir e voltar sozinho, mas não para escutar o conselho. Fui parar, encharcado e despenteado, justamente na quitanda. Lembro que o velho Firmino pegou uma toalha e esfregou primeiro minha cabeça, depois os braços.Logo recuperei a temperatura e fiquei esperando a chuva passar.Assim que a chuva deu um tempo, eu me preparei para sair. Fui detido pelo velho quitandeiro. Ele me deu um guarda-chuva desses antigos, com cabo de madeira, e falou com mais propriedade do que nunca: “Não esqueças mais o guarda-chuva.”

      Foi o que aconteceu. Peguei uma certa mania de ter sempre à mão um guarda-chuva.

      Lembrei dessa história porque muita gente me chama de chato por ser repetitivo em certas coisas. Reconheço que devo mesmo chatear muita gente com essa minha particularidade. Sou repetitivo, sim. Porque num país como o nosso, só repetindo verdades à exaustão a gente tem chance de ser ouvido! Robert Collier,autor de livros de autoajuda, garantia que a repetição constante leva à convicção.

      O fato é que fiquei feliz quando o STF decidiu que dirigir embriagado é crime. E fiquei contente porque foi uma dessas coisas que repeti, repeti e repeti, especialmente no “Brasil Urgente”, programa que apresento na TV.

                                                                 (Diário de S.Paulo, 06 de novembro de 2011. Adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta a ligação existente entre a história de Seu Firmino e o comportamento do autor em seus programas na TV

  • A

    Em um de seus programas de TV, o autor sempre recomendava aos moleques que se prevenissem do mau tempo com um guarda-chuva.

  • B

    O autor do texto aprendeu com Seu Firmino que falar a mesma coisa continuamente tem o poder de convencer as pessoas.

  • C

    O autor do texto aprendeu com Seu Firmino que as pessoas nunca estão preparadas para seguir os conselhos dos mais velhos.

  • D

    Em seu programa de TV, o autor tinha um quadro em que sempre comentava as lições aprendidas com Seu Firmino.

  • E

    Seu Firmino e o autor do texto ficaram felizes quando o STF decidiu que dirigir embriagado é crime.

57920Questão 23|Português|médio

Seu Firmino e o STF

      Quando eu era um moleque, meu caminho para a escola passava todos os dias bem na frente da quitanda do Seu Firmino,um português de bigodes e sotaque fartos, que costumava ficar na porta do estabelecimento para acompanhar aquela romaria de muitas mães, avós e tias e poucos pais (eram outros tempos) levando a meninada para a escola.

      O velho Firmino ficava na quitanda, entre alfaces e chicórias, batatas e laranjas e aconselhava todo moleque, como eu, que passava com uniforme escolar: “Não esqueças o guarda-chuva.” Podia estar um sol de rachar ou podíamos estar atravessando a maior estiagem, não importava: Seu Firmino não cansava de repetir que a gente tinha de estar pronto para um pé-d’água. Confesso que passei anos escutando e não dando ouvidos para a ladainha. Até o dia em que fui surpreendido por uma tempestade no caminho de volta para casa. Já era grande o suficiente para ir e voltar sozinho, mas não para escutar o conselho. Fui parar, encharcado e despenteado, justamente na quitanda. Lembro que o velho Firmino pegou uma toalha e esfregou primeiro minha cabeça, depois os braços.Logo recuperei a temperatura e fiquei esperando a chuva passar.Assim que a chuva deu um tempo, eu me preparei para sair. Fui detido pelo velho quitandeiro. Ele me deu um guarda-chuva desses antigos, com cabo de madeira, e falou com mais propriedade do que nunca: “Não esqueças mais o guarda-chuva.”

      Foi o que aconteceu. Peguei uma certa mania de ter sempre à mão um guarda-chuva.

      Lembrei dessa história porque muita gente me chama de chato por ser repetitivo em certas coisas. Reconheço que devo mesmo chatear muita gente com essa minha particularidade. Sou repetitivo, sim. Porque num país como o nosso, só repetindo verdades à exaustão a gente tem chance de ser ouvido! Robert Collier,autor de livros de autoajuda, garantia que a repetição constante leva à convicção.

      O fato é que fiquei feliz quando o STF decidiu que dirigir embriagado é crime. E fiquei contente porque foi uma dessas coisas que repeti, repeti e repeti, especialmente no “Brasil Urgente”, programa que apresento na TV.

                                                                 (Diário de S.Paulo, 06 de novembro de 2011. Adaptado)

Em – … um português de bigodes e sotaque fartos,… (1.º parágrafo) – o adjetivo fartos refere-se

  • A

    apenas a bigodes e sotaque.

  • B

    apenas a sotaque.

  • C

    apenas a bigodes.

  • D

    apenas a português.

  • E

    a português, bigodes e sotaque.

57921Questão 24|Português|médio

Seu Firmino e o STF

      Quando eu era um moleque, meu caminho para a escola passava todos os dias bem na frente da quitanda do Seu Firmino,um português de bigodes e sotaque fartos, que costumava ficar na porta do estabelecimento para acompanhar aquela romaria de muitas mães, avós e tias e poucos pais (eram outros tempos) levando a meninada para a escola.

      O velho Firmino ficava na quitanda, entre alfaces e chicórias, batatas e laranjas e aconselhava todo moleque, como eu, que passava com uniforme escolar: “Não esqueças o guarda-chuva.” Podia estar um sol de rachar ou podíamos estar atravessando a maior estiagem, não importava: Seu Firmino não cansava de repetir que a gente tinha de estar pronto para um pé-d’água. Confesso que passei anos escutando e não dando ouvidos para a ladainha. Até o dia em que fui surpreendido por uma tempestade no caminho de volta para casa. Já era grande o suficiente para ir e voltar sozinho, mas não para escutar o conselho. Fui parar, encharcado e despenteado, justamente na quitanda. Lembro que o velho Firmino pegou uma toalha e esfregou primeiro minha cabeça, depois os braços.Logo recuperei a temperatura e fiquei esperando a chuva passar.Assim que a chuva deu um tempo, eu me preparei para sair. Fui detido pelo velho quitandeiro. Ele me deu um guarda-chuva desses antigos, com cabo de madeira, e falou com mais propriedade do que nunca: “Não esqueças mais o guarda-chuva.”

      Foi o que aconteceu. Peguei uma certa mania de ter sempre à mão um guarda-chuva.

      Lembrei dessa história porque muita gente me chama de chato por ser repetitivo em certas coisas. Reconheço que devo mesmo chatear muita gente com essa minha particularidade. Sou repetitivo, sim. Porque num país como o nosso, só repetindo verdades à exaustão a gente tem chance de ser ouvido! Robert Collier,autor de livros de autoajuda, garantia que a repetição constante leva à convicção.

      O fato é que fiquei feliz quando o STF decidiu que dirigir embriagado é crime. E fiquei contente porque foi uma dessas coisas que repeti, repeti e repeti, especialmente no “Brasil Urgente”, programa que apresento na TV.

                                                                 (Diário de S.Paulo, 06 de novembro de 2011. Adaptado)

No trecho – Ele me deu um guarda-chuva desses antigos, com cabo de madeira, e falou com mais propriedade do que nunca: “Não esqueças mais o guarda-chuva.” (2. º parágrafo) – a expressão em destaque pode ser substituída, sem alteração do sentido do texto, por

  • A

    arrogância.

  • B

    violência.

  • C

    autoridade.

  • D

    impetuosidade.

  • E

    honestidade.

57922Questão 25|Português|médio

Seu Firmino e o STF

      Quando eu era um moleque, meu caminho para a escola passava todos os dias bem na frente da quitanda do Seu Firmino,um português de bigodes e sotaque fartos, que costumava ficar na porta do estabelecimento para acompanhar aquela romaria de muitas mães, avós e tias e poucos pais (eram outros tempos) levando a meninada para a escola.

      O velho Firmino ficava na quitanda, entre alfaces e chicórias, batatas e laranjas e aconselhava todo moleque, como eu, que passava com uniforme escolar: “Não esqueças o guarda-chuva.” Podia estar um sol de rachar ou podíamos estar atravessando a maior estiagem, não importava: Seu Firmino não cansava de repetir que a gente tinha de estar pronto para um pé-d’água. Confesso que passei anos escutando e não dando ouvidos para a ladainha. Até o dia em que fui surpreendido por uma tempestade no caminho de volta para casa. Já era grande o suficiente para ir e voltar sozinho, mas não para escutar o conselho. Fui parar, encharcado e despenteado, justamente na quitanda. Lembro que o velho Firmino pegou uma toalha e esfregou primeiro minha cabeça, depois os braços.Logo recuperei a temperatura e fiquei esperando a chuva passar.Assim que a chuva deu um tempo, eu me preparei para sair. Fui detido pelo velho quitandeiro. Ele me deu um guarda-chuva desses antigos, com cabo de madeira, e falou com mais propriedade do que nunca: “Não esqueças mais o guarda-chuva.”

      Foi o que aconteceu. Peguei uma certa mania de ter sempre à mão um guarda-chuva.

      Lembrei dessa história porque muita gente me chama de chato por ser repetitivo em certas coisas. Reconheço que devo mesmo chatear muita gente com essa minha particularidade. Sou repetitivo, sim. Porque num país como o nosso, só repetindo verdades à exaustão a gente tem chance de ser ouvido! Robert Collier,autor de livros de autoajuda, garantia que a repetição constante leva à convicção.

      O fato é que fiquei feliz quando o STF decidiu que dirigir embriagado é crime. E fiquei contente porque foi uma dessas coisas que repeti, repeti e repeti, especialmente no “Brasil Urgente”, programa que apresento na TV.

                                                                 (Diário de S.Paulo, 06 de novembro de 2011. Adaptado)

Em –… só repetindo verdades à exaustão a gente tem chance de ser ouvido! (4.º parágrafo) – substituindo-se a expressão a gente pelo pronome nós, e mantendo-se o mesmo tempo verbal, tem-se o seguinte trecho:

  • A

    … nós teremos chance de sermos ouvido!

  • B

    … nós tivemos chance de sermos ouvidos!

  • C

    … nós tínhamos chance de sermos ouvidos!

  • D

    … nós teríamos chance de sermos ouvido!

  • E

    … nós temos chance de sermos ouvidos!

57923Questão 26|Matemática e Estatística|médio

Renato pediu R$ 3.000,00 emprestados para pagar depois de 5 meses, à taxa de 3% ao mês, no regime de juro simples. Ao fim desse período, Renato deverá pagar, de juro,

  • A

    R$ 45,00.

  • B

    R$ 90,00.

  • C

    R$ 180,00.

  • D

    R$ 450,00.

  • E

    R$ 900,00.

57924Questão 27|Matemática e Estatística|médio

Uma pessoa deseja aplicar seu capital à taxa de 6% a.m., a juro simples, para obter R$ 6.000,00 de juro em 4 meses. Para isso, ela deverá aplicar

  • A

    R$ 50.000,00.

  • B

    R$ 36.000,00.

  • C

    R$ 32.000,00.

  • D

    R$ 29.000,00.

  • E

    R$ 25.000,00.

57925Questão 28|Matemática e Estatística|médio

O salário de Ruy teve um aumento de 8% e passou a ser R$ 1.674,00 por mês. Seu salário, antes do aumento, era de

  • A

    R$ 1.590,00.

  • B

    R$ 1.550,00.

  • C

    R$ 1.535,00.

  • D

    R$ 1.520,00.

  • E

    R$1.505,00

57926Questão 29|Matemática e Estatística|médio

O comprimento do piso retangular de um cômodo é 3 m a mais que a largura. Sabe-se que a área total desse cômodo é 40 m². Logo, a medida da largura do cômodo, em metros, é um número

  • A

    par.

  • B

    múltiplo de 3.

  • C

    primo.

  • D

    divisível por 4.

  • E

    ímpar não primo.

57927Questão 30|Matemática e Estatística|médio

Na figura, a medida aproximada, em metros, do comprimento AB da escada, é

9ab5daef53f39394a648d5381f86fd1e67b6c08e42ce6b96a0673712a8e3a4de-30-0..jpg

  • A
  • B
  • C
  • D
  • E
Agente Penitenciário - Classe I - 2012 | Prova