Em “Navegamos nas diferentes esferas que compõem a vida de forma fragmentária e superficial, e não como totalidade articulada." ( l. 19-20), o termo em negrito tem valor adversativo.
O período “Um amigo meu quis reformar seu apartamento e chamou um arquiteto novo.” ( l. 4) admite, sem alterar a semântica do contexto, ser reestruturado como Meu amigo quis reformar seu apartamento e chamou um novo arquiteto .
A substituição da preposição “de” pelo vocábulo por , no fragmento “Pode haver uma janela alta de onde eu veja o céu e o mar”( l. 14), resulta em outro significado para o contexto frasal.
O “que”, em “que não sei desenhar” ( l. 21), “que não sei fazer versos” ( l. 22), “que não tenho crença” ( l. 23) e “que são apenas minhas” ( l. 24), representa uma forma pronominal que recupera o mesmo referente.