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Perito Criminal – Engenharia Mecânica - 2018


Página 1  •  Total 60 questões
16000Questão 1|Português|superior

Leia o texto para responder a questão.

TEMOS INSTITUIÇÕES FORTES

Como entender a evolução das regras do jogo no Brasil

    (...)

    Instituições, como ensina Douglass North, são regras do jogo, formais e informais. Constituem as restrições que moldam a interação humana, alinhando incentivos para ações de natureza política, social ou econômica. Criam condições para a atividade de empreender, assumir riscos e gerar prosperidade. Protegem os cidadãos do arbítrio e da violência do Estado.

    No Brasil, entendem-se instituições como restritas apenas às organizações do setor público. Ocorre que elas incluem regras sobre liberdade de expressão e de opinião e, assim, garantias de imprensa livre e independente, além de compreenderem os mercados.

    As instituições costumam surgir de novas crenças. Um exemplo foi a percepção, ao longo do tempo, das desvantagens do autoritarismo. Daí vieram, no Brasil, o fim do regime militar e as normas do Estado democrático de direito nascidas da Constituição de 1988.

    (...)

(Revista Veja, Editora ABRIL, edição 2539, ano 50, nº 29, 19 de julho de 2017, p. 77).

O texto sugere que

  • A

    As instituições, para serem sólidas, devem ser inflexíveis, no tempo e no espaço, no que conforma as regras por elas mesmas estabelecidas.

  • B

    As instituições existem para regular e padronizar comportamentos de naturezas diversas e para resguardar a sociedade de arbitrariedades e autoritarismos.

  • C

    As instituições públicas são responsáveis pela normatização geral dos comportamentos, cabendo àquelas de natureza privada obediência às regras instituídas.

  • D

    As instituições privadas devem elaborar suas próprias normas e regulamentos sem, necessariamente, obedecer às normas estabelecidas pelas instituições públicas.

  • E

    As instituições se consolidam quando conduzem o cidadão às tradições da sociedade, especialmente no que se refere à esfera econômica.

16001Questão 2|Português|superior

Leia o texto para responder a questão.

TEMOS INSTITUIÇÕES FORTES

Como entender a evolução das regras do jogo no Brasil

    (...)

    Instituições, como ensina Douglass North, são regras do jogo, formais e informais. Constituem as restrições que moldam a interação humana, alinhando incentivos para ações de natureza política, social ou econômica. Criam condições para a atividade de empreender, assumir riscos e gerar prosperidade. Protegem os cidadãos do arbítrio e da violência do Estado.

    No Brasil, entendem-se instituições como restritas apenas às organizações do setor público. Ocorre que elas incluem regras sobre liberdade de expressão e de opinião e, assim, garantias de imprensa livre e independente, além de compreenderem os mercados.

    As instituições costumam surgir de novas crenças. Um exemplo foi a percepção, ao longo do tempo, das desvantagens do autoritarismo. Daí vieram, no Brasil, o fim do regime militar e as normas do Estado democrático de direito nascidas da Constituição de 1988.

    (...)

(Revista Veja, Editora ABRIL, edição 2539, ano 50, nº 29, 19 de julho de 2017, p. 77).

A palavra (verbo/forma verbal) destacada em cada sequência frasal tem o seu sentido utilizado conforme o que se apresenta nos parênteses, em:

  • A

    Como entender a evolução das regras do jogo no Brasil (aprender/estudar).

  • B

    Constituem as restrições que moldam a interação humana,... (perceber/organizar).

  • C

    ...alinhando incentivos para ações de natureza política,... (capacitar/afixar)

  • D

    ...além de compreenderem os mercados. (incluir/abranger).

  • E

    As instituições costumam surgir de novas crenças. (evoluir/crescer)

16002Questão 3|Português|superior

Leia o texto para responder a questão.

TEMOS INSTITUIÇÕES FORTES

Como entender a evolução das regras do jogo no Brasil

    (...)

    Instituições, como ensina Douglass North, são regras do jogo, formais e informais. Constituem as restrições que moldam a interação humana, alinhando incentivos para ações de natureza política, social ou econômica. Criam condições para a atividade de empreender, assumir riscos e gerar prosperidade. Protegem os cidadãos do arbítrio e da violência do Estado.

    No Brasil, entendem-se instituições como restritas apenas às organizações do setor público. Ocorre que elas incluem regras sobre liberdade de expressão e de opinião e, assim, garantias de imprensa livre e independente, além de compreenderem os mercados.

    As instituições costumam surgir de novas crenças. Um exemplo foi a percepção, ao longo do tempo, das desvantagens do autoritarismo. Daí vieram, no Brasil, o fim do regime militar e as normas do Estado democrático de direito nascidas da Constituição de 1988.

    (...)

(Revista Veja, Editora ABRIL, edição 2539, ano 50, nº 29, 19 de julho de 2017, p. 77).

Em apenas uma das sequências frasais, dispostas nas opções abaixo, a justificativa para o uso da(s) vírgula(s) difere das demais. Assinale-a.

  • A

    Instituições, como ensina Douglass North, são regras do jogo... .

  • B

    No Brasil, entendem-se instituições como restritas apenas às organizações do setor público.

  • C

    ...alinhando incentivos para ações de natureza política, social ou econômica.

  • D

    Um exemplo foi a percepção, ao longo do tempo, das desvantagens do autoritarismo.

  • E

    Daí vieram, no Brasil, o fim do regime militar e as normas do Estado democrático de direito nascidas da Constituição de 1988.

16003Questão 4|Português|superior

Leia o texto para responder a questão.

TEMOS INSTITUIÇÕES FORTES

Como entender a evolução das regras do jogo no Brasil

    (...)

    Instituições, como ensina Douglass North, são regras do jogo, formais e informais. Constituem as restrições que moldam a interação humana, alinhando incentivos para ações de natureza política, social ou econômica. Criam condições para a atividade de empreender, assumir riscos e gerar prosperidade. Protegem os cidadãos do arbítrio e da violência do Estado.

    No Brasil, entendem-se instituições como restritas apenas às organizações do setor público. Ocorre que elas incluem regras sobre liberdade de expressão e de opinião e, assim, garantias de imprensa livre e independente, além de compreenderem os mercados.

    As instituições costumam surgir de novas crenças. Um exemplo foi a percepção, ao longo do tempo, das desvantagens do autoritarismo. Daí vieram, no Brasil, o fim do regime militar e as normas do Estado democrático de direito nascidas da Constituição de 1988.

    (...)

(Revista Veja, Editora ABRIL, edição 2539, ano 50, nº 29, 19 de julho de 2017, p. 77).

Só NÃO está correto o que se afirma sobre as relações sintáticas e/ou semânticas dos destaques, em:

  • A

    “Constituem”, “Criam” e “Protegem” (No primeiro parágrafo do texto, são formas verbais que constituem núcleos de predicados de um mesmo sujeito: “Instituições”).

  • B

    Em: Protegem os cidadãos do arbítrio e da violência do Estado., (Um dos complementos indiretos da forma verbal “Protegem”).

  • C

    Um exemplo foi a percepção, ao longo do tempo, das desvantagens do autoritarismo. (Termo circunstancial relativo a lugar).

  • D

    ...entendem-se instituições como restritas apenas às organizações do setor público. (O verbo apresenta-se em voz passiva sintética).

  • E

    Instituições, como ensina Douglass North, são regras do jogo, formais e informais. (Predicativo do sujeito “Instituições”).

16004Questão 5|Português|superior

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(https://www.google.com.br/ - Acesso em 7.5.2018)

A charge, associando aspectos verbais e não verbais, ressalta

  • A

    A inflexibilidade de certas expressões quando particularizadas, principalmente se os interlocutores não fizerem parte de um mesmo mundo social.

  • B

    A arbitrariedade no uso particular de ditados populares, especialmente se a intenção comunicativa estiver voltada para provocar algum efeito de humor.

  • C

    A natureza específica de significados de expressões que não tenham sido ainda totalmente socializadas.

  • D

    A rigidez característica e necessária sobre a linguagem como forma de evitar interpretações equivocadas e provocar efeitos de humor indesejados.

  • E

    A plasticidade semântica da linguagem, evidenciada na intenção comunicativa do locutor ao emitir a expressão “se vira”.

16005Questão 6|Português|superior

Os riscos da democracia

O mau humor do Brasil 

    O que revelou a Pnad Contínua divulgada em 17 de maio? Um formidável desperdício do mais importante fator de produção de qualquer sociedade: quase 28 milhões de trabalhadores subocupados, distribuídos conforme descrito no quadro. (...)

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    Trata-se do criminoso desperdício do mais importante fator de produção de qualquer sociedade. Lembremos que esta só pode consumir o que ela mesma produziu. Os cidadãos só podem consumir o que desejam se eles forem alocados à produção desses mesmos bens e serviços através de um sistema de informação gerado pelos "mercados".

    O homem não os inventou. Foram descobertos em tempos imemoriais pelo aumento da produtividade gerada pela divisão do trabalho. A consagração da propriedade privada (que não é um direito natural) e o aperfeiçoamento dos "mercados" pelos economistas ao longo do tempo produziram o que chamamos de "capitalismo". Ele, com todos os seus inconvenientes, foi o mais importante fator do enorme desenvolvimento social e econômico dos últimos três séculos.

    Os fatos são estes. Temos disponível pelo menos 12% da nossa força de trabalho. Se soubermos empregá-la com um aumento da demanda global sem apelar para as despesas públicas, teremos o início da volta do desenvolvimento. (...).

(https://www.cartacapital.com.br/revista/1005/magica-nao-vale - por Delfim Netto — publicado 31/05/2018 00h10, última modificação 29/05/2018 17h40 – Acesso em: 11.5.2018)

É CORRETO afirmar que o texto, considerando-se as ideias apresentadas,

  • A

    Desenvolve-se criticamente a partir da resposta à questão proposta no seu início e justificando seus argumentos com dados de pesquisa realizada.

  • B

    Sugere que o mau humor do Brasil, conforme assinalado no seu título, origina-se nas condições precárias em que vive sua população, em termos econômicos.

  • C

    Denuncia o capitalismo como sendo o responsável pela escassez de empregos para a população em virtude da excessiva exploração do trabalho dos menos qualificados.

  • D

    Ressalta que os dados estatísticos apresentados na pesquisa vinculam a pobreza à crueldade do mercado capitalista, em sua essência.

  • E

    Alerta, em suas críticas, sobre a possibilidade de ameaça à democracia, caso vinculem-se as condições de vida da população às ações governamentais.

16006Questão 7|Português|superior

Os riscos da democracia

O mau humor do Brasil 

    O que revelou a Pnad Contínua divulgada em 17 de maio? Um formidável desperdício do mais importante fator de produção de qualquer sociedade: quase 28 milhões de trabalhadores subocupados, distribuídos conforme descrito no quadro. (...)

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    Trata-se do criminoso desperdício do mais importante fator de produção de qualquer sociedade. Lembremos que esta só pode consumir o que ela mesma produziu. Os cidadãos só podem consumir o que desejam se eles forem alocados à produção desses mesmos bens e serviços através de um sistema de informação gerado pelos "mercados".

    O homem não os inventou. Foram descobertos em tempos imemoriais pelo aumento da produtividade gerada pela divisão do trabalho. A consagração da propriedade privada (que não é um direito natural) e o aperfeiçoamento dos "mercados" pelos economistas ao longo do tempo produziram o que chamamos de "capitalismo". Ele, com todos os seus inconvenientes, foi o mais importante fator do enorme desenvolvimento social e econômico dos últimos três séculos.

    Os fatos são estes. Temos disponível pelo menos 12% da nossa força de trabalho. Se soubermos empregá-la com um aumento da demanda global sem apelar para as despesas públicas, teremos o início da volta do desenvolvimento. (...).

(https://www.cartacapital.com.br/revista/1005/magica-nao-vale - por Delfim Netto — publicado 31/05/2018 00h10, última modificação 29/05/2018 17h40 – Acesso em: 11.5.2018)

A única opção em cuja frase NÃO se verifica qualquer palavra/expressão que enuncie uma carga avaliativa no que se refere ao tema em debate é:

  • A

    Um formidável desperdício do mais importante fator de produção de qualquer sociedade:

  • B

    Trata-se do criminoso desperdício do mais importante fator de produção de qualquer sociedade.

  • C

    Ele, com todos os seus inconvenientes, foi o mais importante fator do enorme desenvolvimento social e econômico dos últimos três séculos.

  • D

    ...quase 28 milhões de trabalhadores subocupados, distribuídos conforme descrito no quadro.(...)

  • E

    Os riscos da democracia. O mau humor do Brasil.

16007Questão 8|Português|superior

Os riscos da democracia

O mau humor do Brasil 

    O que revelou a Pnad Contínua divulgada em 17 de maio? Um formidável desperdício do mais importante fator de produção de qualquer sociedade: quase 28 milhões de trabalhadores subocupados, distribuídos conforme descrito no quadro. (...)

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    Trata-se do criminoso desperdício do mais importante fator de produção de qualquer sociedade. Lembremos que esta só pode consumir o que ela mesma produziu. Os cidadãos só podem consumir o que desejam se eles forem alocados à produção desses mesmos bens e serviços através de um sistema de informação gerado pelos "mercados".

    O homem não os inventou. Foram descobertos em tempos imemoriais pelo aumento da produtividade gerada pela divisão do trabalho. A consagração da propriedade privada (que não é um direito natural) e o aperfeiçoamento dos "mercados" pelos economistas ao longo do tempo produziram o que chamamos de "capitalismo". Ele, com todos os seus inconvenientes, foi o mais importante fator do enorme desenvolvimento social e econômico dos últimos três séculos.

    Os fatos são estes. Temos disponível pelo menos 12% da nossa força de trabalho. Se soubermos empregá-la com um aumento da demanda global sem apelar para as despesas públicas, teremos o início da volta do desenvolvimento. (...).

(https://www.cartacapital.com.br/revista/1005/magica-nao-vale - por Delfim Netto — publicado 31/05/2018 00h10, última modificação 29/05/2018 17h40 – Acesso em: 11.5.2018)

Considerando as estruturas gramaticais, está CORRETO o que se afirma sobre as frases ou segmentos delas, na opção:

  • A

    Lembremos que esta só pode consumir o que ela mesma produziu. (Verbos que não podem constituir perífrase verbal em virtude de sua autonomia semântica).

  • B

    Um formidável desperdício do mais importante fator de produção de qualquer sociedade:... (Expressão cujo adjetivo figura em seu grau superlativo absoluto analítico).

  • C

    Foram descobertos em tempos imemoriais pelo aumento da produtividade... (Constitui uma estrutura verbal de voz ativa, evidenciada pela expressão que denota circunstância de tempo).

  • D

    ... sem apelar para as despesas públicas,... (Oração que denota finalidade em relação a sua principal).

  • E

    ...teremos o início da volta do desenvolvimento. (Oração principal do período no qual figura).

16008Questão 9|Português|superior

Os riscos da democracia

O mau humor do Brasil 

    O que revelou a Pnad Contínua divulgada em 17 de maio? Um formidável desperdício do mais importante fator de produção de qualquer sociedade: quase 28 milhões de trabalhadores subocupados, distribuídos conforme descrito no quadro. (...)

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    Trata-se do criminoso desperdício do mais importante fator de produção de qualquer sociedade. Lembremos que esta só pode consumir o que ela mesma produziu. Os cidadãos só podem consumir o que desejam se eles forem alocados à produção desses mesmos bens e serviços através de um sistema de informação gerado pelos "mercados".

    O homem não os inventou. Foram descobertos em tempos imemoriais pelo aumento da produtividade gerada pela divisão do trabalho. A consagração da propriedade privada (que não é um direito natural) e o aperfeiçoamento dos "mercados" pelos economistas ao longo do tempo produziram o que chamamos de "capitalismo". Ele, com todos os seus inconvenientes, foi o mais importante fator do enorme desenvolvimento social e econômico dos últimos três séculos.

    Os fatos são estes. Temos disponível pelo menos 12% da nossa força de trabalho. Se soubermos empregá-la com um aumento da demanda global sem apelar para as despesas públicas, teremos o início da volta do desenvolvimento. (...).

(https://www.cartacapital.com.br/revista/1005/magica-nao-vale - por Delfim Netto — publicado 31/05/2018 00h10, última modificação 29/05/2018 17h40 – Acesso em: 11.5.2018)

Ao final de cada uma das opções, encontra-se, entre parênteses, a palavra/expressão que, CORRETAMENTE, é retomada por aquela marcada, na frase, em:

  • A

    Lembremos que esta só pode consumir o que ela mesma produziu. (“produção”).

  • B

    Se soubermos empregá-la com um aumento da demanda global... (“força de trabalho”).

  • C

    Ele, com todos os seus inconvenientes,... (“tempo”).

  • D

    Ele, com todos os seus inconvenientes,... (“economistas”).

  • E

    O homem não os inventou. (“bens e serviços”).

16009Questão 10|Português|superior

Os riscos da democracia

O mau humor do Brasil 

    O que revelou a Pnad Contínua divulgada em 17 de maio? Um formidável desperdício do mais importante fator de produção de qualquer sociedade: quase 28 milhões de trabalhadores subocupados, distribuídos conforme descrito no quadro. (...)

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    Trata-se do criminoso desperdício do mais importante fator de produção de qualquer sociedade. Lembremos que esta só pode consumir o que ela mesma produziu. Os cidadãos só podem consumir o que desejam se eles forem alocados à produção desses mesmos bens e serviços através de um sistema de informação gerado pelos "mercados".

    O homem não os inventou. Foram descobertos em tempos imemoriais pelo aumento da produtividade gerada pela divisão do trabalho. A consagração da propriedade privada (que não é um direito natural) e o aperfeiçoamento dos "mercados" pelos economistas ao longo do tempo produziram o que chamamos de "capitalismo". Ele, com todos os seus inconvenientes, foi o mais importante fator do enorme desenvolvimento social e econômico dos últimos três séculos.

    Os fatos são estes. Temos disponível pelo menos 12% da nossa força de trabalho. Se soubermos empregá-la com um aumento da demanda global sem apelar para as despesas públicas, teremos o início da volta do desenvolvimento. (...).

(https://www.cartacapital.com.br/revista/1005/magica-nao-vale - por Delfim Netto — publicado 31/05/2018 00h10, última modificação 29/05/2018 17h40 – Acesso em: 11.5.2018)

Possui o mesmo status sintático que “os”, em O homem não os inventou, o termo marcado em:

  • A

    Trata-se do criminoso desperdício do mais importante fator de produção de qualquer sociedade.

  • B

    Lembremos que esta só pode consumir o que ela mesma produziu.

  • C

    Os cidadãos só podem consumir o que desejam se eles forem alocados à produção desses mesmos bens e serviços...

  • D

    Se soubermos empregá-la com um aumento da demanda global sem apelar para as despesas públicas,...

  • E

    Ele, com todos os seus inconvenientes,...

Perito Criminal – Engenharia Mecânica - 2018 | Prova