De acordo com o Texto I, obsolescência perceptiva (ℓ. 45) é aquela que é caracterizada pelo(a)
aumento da vida útil dos produtos eletrônicos
ampliação da capacidade técnica dos produtos
necessidade de compra de produto recém-lançado
renovação do modelo estético dos produtos
queda de desempenho do produto antigo
No Texto II, o sentido denotativo e o sentido conotativo convivem. O trecho do texto em que há somente denotação é:
“Noite dessas, ciscando num desses canais a cabo, vi uns caras oferecendo maravilhas eletrônicas” ( ℓ . 1-3)
“Minhas necessidades são mais modestas” ( ℓ . 6)
“contemporâneo das cavernas da informática”. ( ℓ . 7-8)
“retirei das entranhas de isopor o novo notebook e coloquei-o em cima da mesa.” ( ℓ . 16-17)
“houve um corte na memória e vi diante de mim o meu primeiro estojo escolar.” ( ℓ . 19-20)
Com base na leitura de todo o Texto II, entende-se que ele tem como foco a contraposição entre
cheiro de notebook e cheiro de estojo
requinte e simplicidade
sociedade e indivíduo
presente e passado
trabalho e lazer
A partir da frase que finaliza o Texto II – “Acho que piorei de estojo e de vida” (ℓ. 41-42) –, constata-se que o autor
comportava-se de modo nostálgico.
era fortemente apegado ao objeto.
carregava consigo objetos inusitados.
tinha muito cuidado com seus pertences.
apresentava um perfil marcado pelo egoísmo.
O termo mastodôntico , em “tenho um PC mastodôntico, contemporâneo das cavernas da informática” (ℓ. 6-8), pode ser substituído, sem prejuízo do sentido do trecho, por
enorme
potente
grotesco
funcional
imponente
No que diz respeito à norma-padrão da língua, a frase cujo verbo em destaque apresenta regência adequada é:
A lembrança da infância implica na volta de bons momentos.
Estojos de madeira e lápis coloridos eram os objetos que os alunos mais gostavam .
As minhas mais marcantes lembranças sempre chegam aonde vou.
Quando necessário, os instrutores assistem aos usuários da nova tecnologia, e essa ajuda é fundamental para muitos.
Os alunos de hoje preferem mais o laptop do que lápis e canetas.
A frase em que a colocação do pronome oblíquo obedece aos ditames da norma-padrão é:
Abri o estojo, cheirando-o por um longo tempo.
Seria-lhe útil ter um notebook de última geração.
Me fascinou reviver o tempo de minha primeira infância.
O que lembrou-lhe o estojo escolar foi o novo notebook .
Conforme abria-o, sentia seu cheiro agradável cada vez mais forte.
O trecho que tem seu sentido inviabilizado pela inversão na ordem de suas orações é
Quando as velhas lembranças insistem em voltar, precisamos aceitar a realidade.
À medida que envelhecemos, valorizamos mais as lembranças do passado.
Para que possamos viver bem o presente, temos de valorizar o passado.
Como tudo aconteceu muito rapidamente, não notei sua ausência.
Embora seja sempre uma aliada, a tecnologia afasta as pessoas.
A frase em que a concordância nominal do elemento em destaque se dá de acordo com as regras da norma-padrão é:
As lembranças e o saudosismo são dolorosas .
As pessoas não deveriam ficar sós no final da vida.
Caixas de notebook não têm nada de encantadora .
É desnecessário a tristeza causada por boas lembranças.
Temos de ficar em alertas para não sofrermos com o saudosismo.
O acento grave indicativo de crase é necessário e está empregado de acordo com a norma-padrão em:
É bom manter-nos à distância de dez passos.
O sol estava à pino e precisamos nos proteger do calor.
A volta à Portugal, seu país natal, fez meu pai muito feliz.
Com muito esforço, os idosos acompanham às novas tecnologias.
Sempre reconhecemos àqueles que são nossos verdadeiros amigos.