Assistente em Administração - 2019
Em relação a aspectos linguísticos nas falas dos personagens, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. ( ) A fala do guri pode ser reescrita corretamente da seguinte maneira: A professora disse que melhoramos em matemática, porém não em leitura. ( ) A segunda parte da fala do homem pode ser reescrita em registro formal da seguinte maneira: Para votar, você precisa conhecer somente os números. ( ) O pronome isso, na primeira parte da fala do homem, retoma a fala do guri. ( ) A fala do guri compõe-se de duas orações, uma principal e outra subordinada.
Assinale a sequência correta.
Leia atentamente as frases a seguir. - Os eleitores estão curiosos para conhecer o resultado final das eleições. - Tão logo o inverno chegue, estaremos preparados com bons agasalhos. - As questões do concurso eram deveras difíceis, portanto poucos terão sucesso.
Assinale a alternativa que apresenta correta e respectivamente as relações de sentido estabelecidas pelos termos sublinhados.
Dentre as várias funções da vírgula, está a de marcar a omissão de uma palavra, a modo de “O meu pai era paulista/ Meu avô, pernambucano/O meu bisavô, mineiro/Meu tataravô, baiano (Chico Buarque). Assinale a alternativa em que essa função da vírgula está presente.
Quanto ao uso dos registros da linguagem, analise as assertivas. I- Whatsapp de adolescente a um amigo: Oi, cara. Vamos no cinema no domingo? Me responde logo. → Linguagem coloquial adequada. II- E-mail de aluna do ensino médio a uma de suas professoras: Envio-lhe este e-mail para justificar minha falta ontem, que era dia de prova. Amanheci muito mal, com dores pelo corpo. Amanhã levarei atestado médico. Obrigada. → Linguagem culta adequada. III- Ligação telefônica de estudante universitário à secretaria de seu curso: Aí, cara, tô ligando pra saber se amanhã vai ter aula, se vão abrir o portão. → Linguagem coloquial adequada.
Está correto o que se afirma em
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.
Jovem, eu sonhava ter uma grande biblioteca. E fui assim pela vida, comprando os livros que podia. Tive de desenvolver métodos para controlar minha voracidade, porque o dinheiro e o tempo eram poucos. Entrava na livraria, separava todos os livros que desejava comprar e, ao me aproximar do caixa, colocava-os sobre o balcão e me perguntava diante de cada um: “Tenho necessidade imediata desse livro? Tenho outros, em casa, ainda não lidos? Posso esperar?” E assim ia pegando cada um deles e os devolvendo às prateleiras. A despeito desse método de controle, cheguei a ter uma biblioteca significativa, mais do que suficiente para as minhas necessidades.
Notei, à medida que envelhecia, uma mudança nas minhas preferências: passei a ter mais prazer na seção dos livros de arte nas livrarias. Os livros de ciência a gente lê uma vez, fica sabendo e não tem necessidade de ler de novo. Com os livros de arte acontece diferente. Cada vez que os abrimos é um encantamento novo! Creio que meu amor pelos livros de arte tem a ver com experiências infantis.
(ALVES, Rubem. Disponível em: https://rubemalves.wordpress.com. Acesso em: 26/07/2019.)
O texto pertence ao gênero discursivo crônica, pois é um texto
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.
Jovem, eu sonhava ter uma grande biblioteca. E fui assim pela vida, comprando os livros que podia. Tive de desenvolver métodos para controlar minha voracidade, porque o dinheiro e o tempo eram poucos. Entrava na livraria, separava todos os livros que desejava comprar e, ao me aproximar do caixa, colocava-os sobre o balcão e me perguntava diante de cada um: “Tenho necessidade imediata desse livro? Tenho outros, em casa, ainda não lidos? Posso esperar?” E assim ia pegando cada um deles e os devolvendo às prateleiras. A despeito desse método de controle, cheguei a ter uma biblioteca significativa, mais do que suficiente para as minhas necessidades.
Notei, à medida que envelhecia, uma mudança nas minhas preferências: passei a ter mais prazer na seção dos livros de arte nas livrarias. Os livros de ciência a gente lê uma vez, fica sabendo e não tem necessidade de ler de novo. Com os livros de arte acontece diferente. Cada vez que os abrimos é um encantamento novo! Creio que meu amor pelos livros de arte tem a ver com experiências infantis.
(ALVES, Rubem. Disponível em: https://rubemalves.wordpress.com. Acesso em: 26/07/2019.)
Sobre a coesão no texto, analise as afirmativas. I- Em colocava-os sobre o balcão e Cada vez que os abrimos, o pronome oblíquo retoma o sentido do mesmo vocábulo: livros. II- A primeira frase do texto pode ser reescrita, sem prejuízo da coesão, da seguinte forma: Eu sonhava, quando era jovem, ter uma grande biblioteca. III- O trecho desse método de controle refere-se às frases anteriores que explicitam como o autor fazia para comprar livros. IV- Em E fui assim pela vida, comprando os livros que podia., a omissão do pronome eu (elipse) não prejudica o sentido da frase.
Estão corretas as afirmativas
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.
Jovem, eu sonhava ter uma grande biblioteca. E fui assim pela vida, comprando os livros que podia. Tive de desenvolver métodos para controlar minha voracidade, porque o dinheiro e o tempo eram poucos. Entrava na livraria, separava todos os livros que desejava comprar e, ao me aproximar do caixa, colocava-os sobre o balcão e me perguntava diante de cada um: “Tenho necessidade imediata desse livro? Tenho outros, em casa, ainda não lidos? Posso esperar?” E assim ia pegando cada um deles e os devolvendo às prateleiras. A despeito desse método de controle, cheguei a ter uma biblioteca significativa, mais do que suficiente para as minhas necessidades.
Notei, à medida que envelhecia, uma mudança nas minhas preferências: passei a ter mais prazer na seção dos livros de arte nas livrarias. Os livros de ciência a gente lê uma vez, fica sabendo e não tem necessidade de ler de novo. Com os livros de arte acontece diferente. Cada vez que os abrimos é um encantamento novo! Creio que meu amor pelos livros de arte tem a ver com experiências infantis.
(ALVES, Rubem. Disponível em: https://rubemalves.wordpress.com. Acesso em: 26/07/2019.)
Assinale a alternativa em que a forma verbal nela apresentada NÃO se encontra no mesmo tempo das demais formas verbais.
Instrução: Leia o poema a seguir e responda à questão.
INFÂNCIA
é quando as portas são fechadas
e abertas ao mesmo tempo,
é quando estamos metade na luz
e a outra metade na escuridão,
é quando o mundo real chama
e preferimos outro...
(QUINTANA, M. Esconderijos do tempo. Rio de Janeiro: L&PM, 1980.)
Sobre o poema, assinale a afirmativa correta.
Instrução: Leia o poema a seguir e responda à questão.
INFÂNCIA
é quando as portas são fechadas
e abertas ao mesmo tempo,
é quando estamos metade na luz
e a outra metade na escuridão,
é quando o mundo real chama
e preferimos outro...
(QUINTANA, M. Esconderijos do tempo. Rio de Janeiro: L&PM, 1980.)
Os verbos empregados no poema encontram-se no presente do indicativo e expressam

