Melhor expressa a ideia central do texto:
os equívocos sobre as orientações alimentares.
a supervalorização das dietas promotoras de saúde em detrimento do prazer de comer.
a relação estreita entre a chegada da maturidade e o aumento dos cuidados com a saúde.
a sabedoria dos idosos com relação à boa alimentação.
o papel das dietas no mundo contemporâneo.
A palavra “pressuposto” (linha 17) pode ser substituída, sem prejuízo para o entendimento do texto, por
hipótese.
afirmação.
síntese.
conclusão.
argumento.
A figura de linguagem em destaque no trecho “(...) a gema era um veneno para o colesterol” (linha 8) é a
prosopopeia.
catacrese.
metáfora.
sinestesia.
antítese.
As circunstâncias indicadas pelos conectivos “para” (linha 11) e “Assim” (linha 19) expressam, respectivamente,
finalidade e explicação.
causa e consequência.
concessão e conformidade.
finalidade e conclusão.
proporção e consequência.
Enquadram-se na mesma regra de acentuação gráfica:
“saúde” e “sanduíche”.
”óleo” e “hambúrguer”.
“provém” e “você”.
“volúpia” e “científico”.
“impossível” e “história”.
Assim como “açúcar” (linha 29), escrevem-se com ç:
asper...ão, preten...ão, men...ão.
disten...ão, geringon...a, judia...ão.
indiscri...ão, deten...ão, obse...ão.
pa...oca, exten...ão, reivindica...ão.
absten...ão, exce...ão, un...ão.
Assim como em “(...) tentei viver à base de carne de soja!” (linha 19), a crase está empregada corretamente, exceto em
As dietas muito restritivas fazem mal à saúde.
À proporção que comeres melhor, terás mais vitalidade.
Para emagrecer, tomou o remédio gota à gota.
Refiro-me àqueles nutricionistas que chegaram agora.
Leite de soja e quinoa foram incorporados à minha dieta.
O verbo “mergulhar” (linha 27) está empregado no pretérito mais-que-perfeito do indicativo e assinala
uma ação habitual.
uma ação anterior a outro fato do passado.
um fato passado, mas de incerta localização no tempo.
um acontecimento que ocorria com frequência no passado.
um fato já concluído em determinado momento do passado.
O verbo abolir, em “Aboli a carne de porco (...)” (linha 3), é defectivo, pois sua conjugação não é completa. Não é verbo defectivo:
trovejar.
falir.
computar.
suar.
colorir.
No trecho “(...) há anos” (linha 3), substituindo-se o verbo haver pelo verbo fazer, no mesmo tempo e com a concordância correta, tem-se
fez.
faziam.
fazia.
faz.
fazem.