Economista - 2015
O computador da faculdade foi infectado por um vírus que fez com que o texto do estudante começasse assim: “No Brasil, as pessoas não exitam mas em escrever testos ofencivos. Por hora, parece não haver exceção nem impecilho para que proficionais de nível superior hajam assim. Talvez a espontaniedade de muitos possa explicar isso. Espera-se que essa compulsão seja amenisada um dia.”
Após a “limpeza” do vírus, o texto pôde ser entregue ao professor sem nenhum erro. O total contabilizado mostrou a correção de
“Superando a dinâmica de um modelo formativo que fragmenta teoria e prática, surgem na década de 80 novos conceitos que ultrapassam as concepções fragmentárias, exclusivas, maniqueístas ou polarizadoras de formação, delineia-se outro tipo de formação, pontuando como eixo central a pesquisa-ação, valorizando o conhecimento do professor e, em um processo interativo e reflexivo, contribuindo para a compreensão da relação entre teoria e prática a partir do próprio fazer docente.”
Nesse período, extraído de um artigo acadêmico disponível na internet, há exatas quantas orações?
A questão tomou por base o trecho inicial de um artigo publicado na revista Espaço Pedagógico.
As condições contemporâneas de uma sociedade de aprendizagem apresentam-nos novos desafios para as investigações acerca dos processos de formação humana. Enquanto o século XVIII impulsionou-nos aos limites de um modelo de educação alicerçado nas instituições escolares, tão bem descrito nos diferentes regimes disciplinares, a contemporaneidade posiciona-nos na direção de inúmeros deslocamentos. Para além de superar as metanarrativas de uma educação multidimensional, nosso tempo assiste a uma multiplicação dos espaços educativos. Os divulgadores da nova pedagogia, arautos de um mundo globalizado e em conexões permanentes, provocam-nos a pensar desde as condições de uma educação que se dá em todos os espaços: nas cidades, nas mídias, nas políticas ambientais, no consumo, nas escolas e nas diferentes arenas democráticas contemporâneas.
Fonte: http://www.upf.br/seer/index.php/rep/article/view/4308/2834
O texto defende a ideia de que os divulgadores da nova pedagogia são ________________ da ideia de um mundo globalizado e em conexões permanentes.
A palavra que preenche coerentemente a lacuna, de acordo com o texto, é
A questão tomou por base o trecho inicial de um artigo publicado na revista Espaço Pedagógico.
As condições contemporâneas de uma sociedade de aprendizagem apresentam-nos novos desafios para as investigações acerca dos processos de formação humana. Enquanto o século XVIII impulsionou-nos aos limites de um modelo de educação alicerçado nas instituições escolares, tão bem descrito nos diferentes regimes disciplinares, a contemporaneidade posiciona-nos na direção de inúmeros deslocamentos. Para além de superar as metanarrativas de uma educação multidimensional, nosso tempo assiste a uma multiplicação dos espaços educativos. Os divulgadores da nova pedagogia, arautos de um mundo globalizado e em conexões permanentes, provocam-nos a pensar desde as condições de uma educação que se dá em todos os espaços: nas cidades, nas mídias, nas políticas ambientais, no consumo, nas escolas e nas diferentes arenas democráticas contemporâneas.
Fonte: http://www.upf.br/seer/index.php/rep/article/view/4308/2834
disciplinares / contemporaneidade / deslocamentos / metanarrativas / multidimensional / globalizado As seis palavras transcritas do texto têm, do ponto de vista da estrutura mórfica, alguma semelhança?
A questão tomou por base o texto de uma nota publicada na coluna de Márcia Peltier no Jornal do Commercio de 01/12/2014.
RECUPERAÇÃO O mercado de computadores deu um leve sinal de recuperação no terceiro trimestre. As vendas nesse período caíram apenas 0,5%, bem abaixo das previsões. Os analistas esperam que o balanço anual fique um pouco menos vermelho. Antes, a redução estimada era de 3,7%. Agora, deve ficar em 2,7%.
A notícia, embora de pequeno tamanho, foi escrita com cinco períodos objetivos e curtos. Essa é uma prática normal em textos informativos, mas seria possível reconstruí-lo em apenas dois períodos, gerando frases um pouco maiores, de estrutura sintática diferente. Assinale a única reescritura que coloca em risco a manutenção das informações.
A questão tomou por base o texto de uma nota publicada na coluna de Márcia Peltier no Jornal do Commercio de 01/12/2014.
RECUPERAÇÃO O mercado de computadores deu um leve sinal de recuperação no terceiro trimestre. As vendas nesse período caíram apenas 0,5%, bem abaixo das previsões. Os analistas esperam que o balanço anual fique um pouco menos vermelho. Antes, a redução estimada era de 3,7%. Agora, deve ficar em 2,7%.
O texto fala da “recuperação do mercado de computadores", expressão que contém o emprego duplo da preposição “de". Assinale a alternativa que interpreta corretamente o papel desse conectivo nas duas relações.
Transcrevem-se abaixo cinco manchetes de jornal. Assinale a única que foi escrita em linguagem apenas denotativa.
Na seção de economia da revista, o jornalista escreve: “Oportunidade para alavancar as vendas e agregar valor ao produto, o licenciamento de marcas é, apesar de ainda pequeno no Brasil, uma ferramenta de marketing capaz de driblar crises."
Seguem-se interpretações sobre a formação das palavras “alavancar", “agregar" e “driblar" (as duas primeiras são vernáculas; a terceira é oriunda do inglês).
I) A palavra “alavancar" é formada por parassíntese e segue o mesmo modelo de “abotoar e arrendar".
II) Comparando-se “agregar, congregar e segregar", chega-se à conclusão de que essas palavras têm o mesmo radical.
III) A derivação usada em “driblar" mostra que a palavra original inglesa seguiu as regras de formação do português.
Quantas dessas três explicações estão corretas?
Nos documentos oficiais de uma Universidade, caso o cargo máximo na hierarquia administrativa seja o de Reitor, uma correspondência a ele enviada deve ter o seguinte endereçamento:
