Vade Mecum Digital 2026De R$ 249,90 por 12x R$ 9,99 ou R$ 119,90 à vista
JurisHand AI Logo

Contador - 2024


Página 1  •  Total 60 questões
150436Questão 1|Português|superior
2024
CESPE / CEBRASPE

Texto CG2A1

De acordo com as narrativas convencionais, a matemática europeia originou-se com os gregos entre as épocas de Tales e de Euclides, foi preservada e traduzida pelos árabes no início da Idade Média e, depois, levada de volta para seu lugar de origem, a Europa, entre os séculos XIII e XV, quando chegou à Itália pelas mãos de fugitivos vindos de Constantinopla. Esse relato parte do princípio de que a matemática é um saber único, cujos longínquos precursores foram os mesopotâmicos e egípcios, mas que se originou com os gregos. Ora, com base nas evidências, não é possível sequer estabelecer uma continuidade entre as matemáticas mesopotâmica e grega. Com raras exceções, a matemática mesopotâmica parece ter desaparecido por volta da mesma época em que os primeiros registros da matemática grega que nos chegaram foram produzidos; logo, não podemos relacionar essas duas tradições. Isso indica que talvez não possamos falar de evolução de uma única matemática ao longo da história, mas da presença de diferentes práticas que podemos chamar de “matemáticas” segundo critérios que também variam.

A partir do século XVI, a história foi escrita, muitas vezes, com o intuito de mostrar que os europeus são herdeiros de uma tradição já europeia, desde a Antiguidade. Nesse momento, construiu-se o mito da herança grega, que serviu também para responder a demandas identitárias dos europeus. Entender o como e o porquê de sua construção nos ajuda a compreender que o papel da história não é acessório na formação de uma imagem da matemática: sua função é também social e política.

Tatiana Roque. História da matemática . Uma visão crítica, desfazendo mitos e lendas. Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 20-21 (com adaptações).

No primeiro parágrafo do texto CG2A1, a autora

  • A

    valoriza a história da matemática, porém retifica uma de suas premissas tradicionais e defende a proposta de uma revisão da evolução de diversas práticas consideradas matemáticas.

  • B

    descreve o relato tradicional da evolução da matemática, ratifica um aspecto de seus primórdios e defende a ideia de uma história da evolução de diversas práticas consideradas matemáticas.

  • C

    enaltece a história da matemática, ainda que corrija o relato tradicional de seus primórdios e proponha uma revisão das práticas que devem ser consideradas matemáticas.

  • D

    apresenta o relato tradicional da história da matemática e critica a premissa que o embasa, defendendo a proposta de uma história da evolução de diversas práticas consideradas matemáticas.

  • E

    critica a evolução da matemática, refutando o relato tradicional de suas origens, e se propõe a uma revisão dos critérios definidores das práticas que devem ser consideradas matemáticas.

150437Questão 2|Português|superior
2024
CESPE / CEBRASPE

Texto CG2A1

De acordo com as narrativas convencionais, a matemática europeia originou-se com os gregos entre as épocas de Tales e de Euclides, foi preservada e traduzida pelos árabes no início da Idade Média e, depois, levada de volta para seu lugar de origem, a Europa, entre os séculos XIII e XV, quando chegou à Itália pelas mãos de fugitivos vindos de Constantinopla. Esse relato parte do princípio de que a matemática é um saber único, cujos longínquos precursores foram os mesopotâmicos e egípcios, mas que se originou com os gregos. Ora, com base nas evidências, não é possível sequer estabelecer uma continuidade entre as matemáticas mesopotâmica e grega. Com raras exceções, a matemática mesopotâmica parece ter desaparecido por volta da mesma época em que os primeiros registros da matemática grega que nos chegaram foram produzidos; logo, não podemos relacionar essas duas tradições. Isso indica que talvez não possamos falar de evolução de uma única matemática ao longo da história, mas da presença de diferentes práticas que podemos chamar de “matemáticas” segundo critérios que também variam.

A partir do século XVI, a história foi escrita, muitas vezes, com o intuito de mostrar que os europeus são herdeiros de uma tradição já europeia, desde a Antiguidade. Nesse momento, construiu-se o mito da herança grega, que serviu também para responder a demandas identitárias dos europeus. Entender o como e o porquê de sua construção nos ajuda a compreender que o papel da história não é acessório na formação de uma imagem da matemática: sua função é também social e política.

Tatiana Roque. História da matemática . Uma visão crítica, desfazendo mitos e lendas. Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 20-21 (com adaptações).

No texto CG2A1, a referência ao desaparecimento da matemática mesopotâmica e a menção aos primeiros registros da matemática grega integram o argumento de que

  • A

    a história da matemática é plural e descontínua.

  • B

    a origem da matemática ocorreu na Mesopotâmia.

  • C

    a matemática grega suplantou a matemática mesopotâmica.

  • D

    a origem da notação matemática é grega.

  • E

    a história da matemática deve ser entendida de forma linear.

150438Questão 3|Português|superior
2024
CESPE / CEBRASPE

Texto CG2A1

De acordo com as narrativas convencionais, a matemática europeia originou-se com os gregos entre as épocas de Tales e de Euclides, foi preservada e traduzida pelos árabes no início da Idade Média e, depois, levada de volta para seu lugar de origem, a Europa, entre os séculos XIII e XV, quando chegou à Itália pelas mãos de fugitivos vindos de Constantinopla. Esse relato parte do princípio de que a matemática é um saber único, cujos longínquos precursores foram os mesopotâmicos e egípcios, mas que se originou com os gregos. Ora, com base nas evidências, não é possível sequer estabelecer uma continuidade entre as matemáticas mesopotâmica e grega. Com raras exceções, a matemática mesopotâmica parece ter desaparecido por volta da mesma época em que os primeiros registros da matemática grega que nos chegaram foram produzidos; logo, não podemos relacionar essas duas tradições. Isso indica que talvez não possamos falar de evolução de uma única matemática ao longo da história, mas da presença de diferentes práticas que podemos chamar de “matemáticas” segundo critérios que também variam.

A partir do século XVI, a história foi escrita, muitas vezes, com o intuito de mostrar que os europeus são herdeiros de uma tradição já europeia, desde a Antiguidade. Nesse momento, construiu-se o mito da herança grega, que serviu também para responder a demandas identitárias dos europeus. Entender o como e o porquê de sua construção nos ajuda a compreender que o papel da história não é acessório na formação de uma imagem da matemática: sua função é também social e política.

Tatiana Roque. História da matemática . Uma visão crítica, desfazendo mitos e lendas. Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 20-21 (com adaptações).

Com base nas ideias veiculadas no texto CG2A1, julgue os itens que se seguem.

I De acordo com a perspectiva defendida pela autora, não há evidências que amparem o entendimento segundo o qual a matemática mesopotâmica tenha sido precursora da matemática grega. II A data de origem da matemática europeia é incerta, situando-se em algum momento entre os séculos XIII e XV, conforme as informações do primeiro parágrafo. III Infere-se do texto que a suposta herança grega da matemática é considerada um mito porque propaga uma história eurocêntrica da matemática.

Assinale a opção correta.

  • A

    Apenas o item I está certo.

  • B

    Apenas o item II está certo.

  • C

    Apenas os itens I e III estão certos.

  • D

    Apenas os itens II e III estão certos.

  • E

    Todos os itens estão certos.

150439Questão 4|Português|superior
2024
CESPE / CEBRASPE

Texto CG2A1

De acordo com as narrativas convencionais, a matemática europeia originou-se com os gregos entre as épocas de Tales e de Euclides, foi preservada e traduzida pelos árabes no início da Idade Média e, depois, levada de volta para seu lugar de origem, a Europa, entre os séculos XIII e XV, quando chegou à Itália pelas mãos de fugitivos vindos de Constantinopla. Esse relato parte do princípio de que a matemática é um saber único, cujos longínquos precursores foram os mesopotâmicos e egípcios, mas que se originou com os gregos. Ora, com base nas evidências, não é possível sequer estabelecer uma continuidade entre as matemáticas mesopotâmica e grega. Com raras exceções, a matemática mesopotâmica parece ter desaparecido por volta da mesma época em que os primeiros registros da matemática grega que nos chegaram foram produzidos; logo, não podemos relacionar essas duas tradições. Isso indica que talvez não possamos falar de evolução de uma única matemática ao longo da história, mas da presença de diferentes práticas que podemos chamar de “matemáticas” segundo critérios que também variam.

A partir do século XVI, a história foi escrita, muitas vezes, com o intuito de mostrar que os europeus são herdeiros de uma tradição já europeia, desde a Antiguidade. Nesse momento, construiu-se o mito da herança grega, que serviu também para responder a demandas identitárias dos europeus. Entender o como e o porquê de sua construção nos ajuda a compreender que o papel da história não é acessório na formação de uma imagem da matemática: sua função é também social e política.

Tatiana Roque. História da matemática . Uma visão crítica, desfazendo mitos e lendas. Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 20-21 (com adaptações).

No último parágrafo do texto CG2A1, a forma pronominal “sua” (último período), em suas duas ocorrências, reporta-se, respectivamente, a

  • A

    “o mito da herança grega” (penúltimo período) e “matemática” (último período).

  • B

    “o mito da herança grega” (penúltimo período) e “história” (último período).

  • C

    “demandas identitárias” (penúltimo período) e “história” (último período).

  • D

    “demandas identitárias” (penúltimo período) e “formação de uma imagem da matemática” (último período).

  • E

    “o mito da herança grega” (penúltimo período) e “formação de uma imagem da matemática” (último período).

150440Questão 5|Português|superior
2024
CESPE / CEBRASPE

Texto CG2A1

De acordo com as narrativas convencionais, a matemática europeia originou-se com os gregos entre as épocas de Tales e de Euclides, foi preservada e traduzida pelos árabes no início da Idade Média e, depois, levada de volta para seu lugar de origem, a Europa, entre os séculos XIII e XV, quando chegou à Itália pelas mãos de fugitivos vindos de Constantinopla. Esse relato parte do princípio de que a matemática é um saber único, cujos longínquos precursores foram os mesopotâmicos e egípcios, mas que se originou com os gregos. Ora, com base nas evidências, não é possível sequer estabelecer uma continuidade entre as matemáticas mesopotâmica e grega. Com raras exceções, a matemática mesopotâmica parece ter desaparecido por volta da mesma época em que os primeiros registros da matemática grega que nos chegaram foram produzidos; logo, não podemos relacionar essas duas tradições. Isso indica que talvez não possamos falar de evolução de uma única matemática ao longo da história, mas da presença de diferentes práticas que podemos chamar de “matemáticas” segundo critérios que também variam.

A partir do século XVI, a história foi escrita, muitas vezes, com o intuito de mostrar que os europeus são herdeiros de uma tradição já europeia, desde a Antiguidade. Nesse momento, construiu-se o mito da herança grega, que serviu também para responder a demandas identitárias dos europeus. Entender o como e o porquê de sua construção nos ajuda a compreender que o papel da história não é acessório na formação de uma imagem da matemática: sua função é também social e política.

Tatiana Roque. História da matemática . Uma visão crítica, desfazendo mitos e lendas. Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 20-21 (com adaptações).

A correção gramatical e a coerência das ideias do texto CG2A1 seriam mantidas caso o vocábulo “Ora” (terceiro período do primeiro parágrafo) fosse substituído por

  • A

    Logo.

  • B

    Além disso.

  • C

    Então.

  • D

    No entanto.

  • E

    Ainda.

150441Questão 6|Português|superior
2024
CESPE / CEBRASPE

Texto CG2A1

De acordo com as narrativas convencionais, a matemática europeia originou-se com os gregos entre as épocas de Tales e de Euclides, foi preservada e traduzida pelos árabes no início da Idade Média e, depois, levada de volta para seu lugar de origem, a Europa, entre os séculos XIII e XV, quando chegou à Itália pelas mãos de fugitivos vindos de Constantinopla. Esse relato parte do princípio de que a matemática é um saber único, cujos longínquos precursores foram os mesopotâmicos e egípcios, mas que se originou com os gregos. Ora, com base nas evidências, não é possível sequer estabelecer uma continuidade entre as matemáticas mesopotâmica e grega. Com raras exceções, a matemática mesopotâmica parece ter desaparecido por volta da mesma época em que os primeiros registros da matemática grega que nos chegaram foram produzidos; logo, não podemos relacionar essas duas tradições. Isso indica que talvez não possamos falar de evolução de uma única matemática ao longo da história, mas da presença de diferentes práticas que podemos chamar de “matemáticas” segundo critérios que também variam.

A partir do século XVI, a história foi escrita, muitas vezes, com o intuito de mostrar que os europeus são herdeiros de uma tradição já europeia, desde a Antiguidade. Nesse momento, construiu-se o mito da herança grega, que serviu também para responder a demandas identitárias dos europeus. Entender o como e o porquê de sua construção nos ajuda a compreender que o papel da história não é acessório na formação de uma imagem da matemática: sua função é também social e política.

Tatiana Roque. História da matemática . Uma visão crítica, desfazendo mitos e lendas. Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 20-21 (com adaptações).

Assinale a opção em que é apresentado um verbo que poderia substituir “responder” no segundo período do último parágrafo do texto CG2A1, sem prejuízo da sua correção gramatical e do seu sentido.

  • A

    atender

  • B

    atentar

  • C

    retribuir

  • D

    replicar

  • E

    resolver

150442Questão 7|Redação Oficial|superior
2024
CESPE / CEBRASPE

A precisão, um dos atributos da redação oficial, caracteriza-se

  • A

    pela abordagem direta e objetiva, respeitando-se a hierarquia entre ideias primárias e secundárias.

  • B

    pelo emprego de frases curtas e bem estruturadas, preferencialmente apresentadas na ordem sintática direta.

  • C

    pelo favorecimento da conexão harmônica entre os elementos do texto, utilizando-se mecanismos de referenciação e substituição.

  • D

    pela transmissão do máximo de informações com o mínimo de palavras, evitando-se a prolixidade e o jargão técnico.

  • E

    pela articulação da linguagem para a perfeita compreensão da ideia veiculada, evitando-se expressões que confiram ambiguidade ao texto.

150443Questão 8|Matemática e Estatística|superior
2024
CESPE / CEBRASPE

Carlos tem uma dívida que deve ser paga em três prestações iguais de R$ 3.600,00, em três meses consecutivos, com o vencimento da primeira prestação daqui a um mês; na negociação, foi usada uma taxa de 20% ao mês no regime de juros compostos. Nessa situação, se Carlos resolver quitar a dívida total no dia do pagamento da primeira prestação, então o valor a ser pago será igual a

  • A

    R$ 8.208,00.

  • B

    R$ 8.640,00.

  • C

    R$ 9.100,00.

  • D

    R$ 9.360,00.

  • E

    R$ 10.800,00.

150444Questão 9|Matemática e Estatística|superior
2024
CESPE / CEBRASPE

A quantia de R$ 2.000,00 foi emprestada a uma taxa de 4% ao mês no regime de juros compostos. Se a dívida total for paga em uma única parcela 2 anos após o empréstimo, então, considerando que 1,0412 = 1,6, o valor pago será igual a

  • A

    R$ 2.160,00.

  • B

    R$ 3.200,00.

  • C

    R$ 3.920,00.

  • D

    R$ 5.120,00.

  • E

    R$ 6.400,00.

150445Questão 10|Matemática e Estatística|superior
2024
CESPE / CEBRASPE

Uma nota promissória com valor nominal igual a R$ 3.500,00 foi paga 8 meses antes de seu vencimento. Ao seu pagamento foi aplicado um desconto racional simples à taxa de 5% ao mês. Nessa situação, o valor da nota promissória após o desconto foi igual a

  • A

    R$ 1.400,00.

  • B

    R$ 2.100,00.

  • C

    R$ 2.500,00.

  • D

    R$ 2.800,00.

  • E

    R$ 3.325,00.

Contador - 2024 | Prova