Agente Penitenciário Federal - Área 2 - 2015
O analfabeto do futuro
Competitividade, globalização e empregabilidade são expressões repetidas como palavras de ordem. O seu real significado, porém, está distorcido pela banalização do uso. A base de todo o movimento de mudanças representado por essas palavras é a competência, que precisa ser vista como a habilidade de realizar.
Estamos, em pleno século XXI, travando uma luta contra o analfabetismo, a exclusão social e a desigualdade. Contudo, é preciso notar que a própria evolução competitiva dá uma nova proporção a essas dificuldades. No início do século passado, a alfabetização era a condição de o indivíduo escrever seu próprio nome. Hoje, ela exige uma competência mais complexa. É preciso, em uma folha de papel, saber exprimir ideias com coerência e fluidez. Por esse critério, podemos perceber que o problema do analfabetismo brasileiro é mais grave do que supúnhamos.
Entre a necessidade de assinar o nome e a urgência em dominar a redação, passaram-se cem anos. Para darmos o salto em direção à elaboração de teses científicas para a competitividade do país, não teremos sequer uma década.
Para isso, precisamos investir no desenvolvimento intelectual de nossos jovens. Precisamos de gente preparada para observar, conceber, desenvolver e exprimir ideias com desenvoltura e conhecimento. Precisamos de gente que, em uma simples redação, seja capaz de fazer a narrativa que irá contar a história do futuro.
Dulce Magalhães. O analfabeto do futuro. In: Revista Amanhã, p.74. Disponível em:
(com adaptações).
Com referência ao texto O analfabeto do futuro, julgue o item a seguir.
A fim de estabelecer maior interação com os leitores, a autora conclui sua argumentação com a apresentação de propostas claras e eficientes no sentido de desenvolver o potencial intelectual dos jovens do século XXI.
O analfabeto do futuro
Competitividade, globalização e empregabilidade são expressões repetidas como palavras de ordem. O seu real significado, porém, está distorcido pela banalização do uso. A base de todo o movimento de mudanças representado por essas palavras é a competência, que precisa ser vista como a habilidade de realizar.
Estamos, em pleno século XXI, travando uma luta contra o analfabetismo, a exclusão social e a desigualdade. Contudo, é preciso notar que a própria evolução competitiva dá uma nova proporção a essas dificuldades. No início do século passado, a alfabetização era a condição de o indivíduo escrever seu próprio nome. Hoje, ela exige uma competência mais complexa. É preciso, em uma folha de papel, saber exprimir ideias com coerência e fluidez. Por esse critério, podemos perceber que o problema do analfabetismo brasileiro é mais grave do que supúnhamos.
Entre a necessidade de assinar o nome e a urgência em dominar a redação, passaram-se cem anos. Para darmos o salto em direção à elaboração de teses científicas para a competitividade do país, não teremos sequer uma década.
Para isso, precisamos investir no desenvolvimento intelectual de nossos jovens. Precisamos de gente preparada para observar, conceber, desenvolver e exprimir ideias com desenvoltura e conhecimento. Precisamos de gente que, em uma simples redação, seja capaz de fazer a narrativa que irá contar a história do futuro.
Dulce Magalhães. O analfabeto do futuro. In: Revista Amanhã, p.74. Disponível em:
(com adaptações).
Com referência ao texto O analfabeto do futuro, julgue o item a seguir.
De modo a convencer o leitor a respeito de seu ponto de vista, a autora amplia o conceito tradicional de analfabetismo como a incapacidade de escrever informações básicas para um conceito moderno segundo o qual analfabeto é o indivíduo desprovido de habilidade de expressar ideias de modo claro e organizado.
O analfabeto do futuro
Competitividade, globalização e empregabilidade são expressões repetidas como palavras de ordem. O seu real significado, porém, está distorcido pela banalização do uso. A base de todo o movimento de mudanças representado por essas palavras é a competência, que precisa ser vista como a habilidade de realizar.
Estamos, em pleno século XXI, travando uma luta contra o analfabetismo, a exclusão social e a desigualdade. Contudo, é preciso notar que a própria evolução competitiva dá uma nova proporção a essas dificuldades. No início do século passado, a alfabetização era a condição de o indivíduo escrever seu próprio nome. Hoje, ela exige uma competência mais complexa. É preciso, em uma folha de papel, saber exprimir ideias com coerência e fluidez. Por esse critério, podemos perceber que o problema do analfabetismo brasileiro é mais grave do que supúnhamos.
Entre a necessidade de assinar o nome e a urgência em dominar a redação, passaram-se cem anos. Para darmos o salto em direção à elaboração de teses científicas para a competitividade do país, não teremos sequer uma década.
Para isso, precisamos investir no desenvolvimento intelectual de nossos jovens. Precisamos de gente preparada para observar, conceber, desenvolver e exprimir ideias com desenvoltura e conhecimento. Precisamos de gente que, em uma simples redação, seja capaz de fazer a narrativa que irá contar a história do futuro.
Dulce Magalhães. O analfabeto do futuro. In: Revista Amanhã, p.74. Disponível em:
(com adaptações).
Com referência ao texto O analfabeto do futuro, julgue o item a seguir.
No texto, as relações de espaço e tempo se confundem, uma vez que a comparação entre passado e futuro dificulta a compreensão do contexto sócio-histórico-cultural em que o texto foi produzido.
Com relação ao gênero digital representado na figura I, julgue o item que se segue.
Tanto na versão impressa quanto na digital, o texto reproduzido na figura alcançaria o mesmo grau de notoriedade e os mesmos objetivos devido à grande quantidade de leitores atingidos diariamente pelo jornal a que se vincula, que é de grande circulação nacional.
Com relação ao gênero digital representado na figura I, julgue o item que se segue.
O gênero digital apresentado caracteriza-se como um espaço de debates acerca das opiniões de escritor e leitor. Além disso, no exemplo fornecido, tais discussões podem ser compartilhadas e ampliadas por meio de redes sociais das quais o leitor faça parte.
Considerando a página inicial da biblioteca escolar digital apresentada na figura II, bem como o texto acerca de exclusão digital apresentado na figura III, julgue o próximo item.
Em função da finalidade a que se destinam, as mudanças provocadas pelo uso de novas tecnologias incluem aspectos positivos e negativos. Nesse sentido, alguns de seus aspectos negativos são identificados pelo autor do texto na figura III, enquanto a página da figura II é um exemplo de benefício social dos novos recursos digitais.
Considerando a página inicial da biblioteca escolar digital apresentada na figura II, bem como o texto acerca de exclusão digital apresentado na figura III, julgue o próximo item.
Diferentemente do texto da figura III, o texto veiculado na página da Internet da figura II progride de forma não linear, visto que, para buscar aquilo de que necessita, o leitor deve ler as informações indicadas nas janelas e, em seguida, inserir os dados que alimentarão a busca pelo livro desejado.
Considerando a página inicial da biblioteca escolar digital apresentada na figura II, bem como o texto acerca de exclusão digital apresentado na figura III, julgue o próximo item.
A fim de melhor atender aos propósitos comunicativos dos textos apresentados, seria recomendável que os usuários da biblioteca digital fossem orientados para acessá-la por meio de um manual de instruções bem detalhado, e que eventuais discussões acerca de discriminação e exclusão digital se dessem por meio de SMS (short message service).






