A ideia central do texto encontra-se na alternativa:
Nossa percepção visual é pura ilusão.
Não somos tão racionais quanto supomos.
Nosso cérebro gosta de enganar os outros.
As decisões intuitivas se tornam racionais.
Decisão racional é melhor que decisão intuitiva.
É propósito do autor do texto:
Revelar processos não racionais do cérebro humano.
Convencer o leitor a usar mais o pensamento lógico.
Elogiar o pensamento lógico, que se baseia na verdade.
Criticar a ordem social baseada na racionalidade humana.
Orientar sobre como nosso cérebro poderia ser mais racional.
Em: “Mas a verdade é que jamais somos racionais de fato.” (linha 22), as expressões em destaque produzem o sentido de:
Ironia.
Humor.
Certeza.
Cortesia.
Intimidação.
Ao afirmar: “Pelo menos, não tanto quanto imaginamos.” (linhas 22-23), o autor faz, em relação ao conteúdo da frase anterior, uma:
Correção.
Conclusão.
Ampliação.
Generalização.
Exemplificação.
Em: “Se você acha essas coisas perturbadoras, não está sozinho.” (linha 36), a expressão essas coisas faz referência às:
Loucuras cometidas, em nome da razão, por alguns indivíduos.
Falsas aparências e a dissimulação dos indivíduos em sociedade.
Decisões irracionais de alguns pacientes com problemas mentais.
Descobertas sobre a forte influência da intuição nas nossas decisões.
Atitudes confusas de pacientes com alguns transtornos psiquiátricos.
Em: “Você é tapeado por si mesmo.” (linha 01), o vocábulo mesmo tem a mesma classificação morfológica que tem na frase da alternativa:
Nós acreditamos mesmo que somos seres racionais.
Mesmo os indivíduos mais racionais usam sua intuição.
Mesmo instintivos, nós usamos a razão para evitar problemas.
O homem acredita mais nele mesmo, quando aposta na razão.
Um mesmo homem pode ser ora mais racional, ora mais instintivo.
Em: “No fundo, no fundo, nossa racionalidade é bem fraquinha.” (linha 14), o vocábulo bem classifica-se como:
Adjetivo.
Pronome.
Advérbio.
Conjunção.
Substantivo.
No trecho: “Calma, que piora.” (linha 29), a oração em destaque se classifica como:
Adverbial causal.
Adjetiva restritiva.
Adjetiva explicativa.
Adverbial consecutiva.
Coordenada explicativa.
Está de acordo com as regras da gramática normativa a frase da alternativa:
Devem haver muitos segredos sobre o cérebro humano.
A maioria de nós pensa que decide tudo racionalmente.
A sociedade prefere muito mais a razão do que a intuição.
No cérebro, acontece as decisões instintivas antes das racionais.
Ficou provado a ideia de que não decidimos tudo racionalmente.
Todos os vocábulos encontram-se corretamente grafados na alternativa:
Hiperativo – subconciente.
Transgressão – paralização.
Apreensão – pseudo-racional.
Compreenção – ultra-humano.
Mal-humorado – supraconsciência.