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Página 1  •  Total 50 questões
110993Questão 1|Português|médio

Leia o Texto 1 para responder à questão.

Texto 1

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Disponível em: <www.niquel.com.br>. Acesso em: 21 fev. 2024. [Adaptado].

Nesta tirinha, a quebra de expectativa que gera o humor resulta da associação entre a linguagem verbal e a linguagem não verbal. A frase “Me passa a manteiga?” colabora para a construção do sentido geral da tira, explicitando o emprego da

  • A

    intertextualidade.

  • B

    ironia.

  • C

    literalidade.

  • D

    polissemia.

110994Questão 2|Português|médio

Leia o Texto 1 para responder à questão.

Texto 1

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Disponível em: <www.niquel.com.br>. Acesso em: 21 fev. 2024. [Adaptado].

Na tirinha, verifica-se um uso linguístico próprio de situações comunicativas informais, em desacordo com as regras da norma-padrão para a língua escrita, no emprego do

  • A

    gerúndio no primeiro quadrinho.

  • B

    pronome oblíquo no primeiro quadrinho.

  • C

    verbo “passar” no primeiro quadrinho.

  • D

    adjetivo “complexo” no último quadrinho.

110995Questão 3|Português|médio

Leia o Texto 2 para responder à questão.

Texto 2

Evocação do Recife

A vida não me chegava pelos jornais nem pelos livros

Vinha da boca do povo na língua errada do povo

Língua certa do povo

Porque ele é que fala gostoso o português do Brasil

Ao passo que nó

s O que fazemos

É macaquear

A sintaxe lusíada…

BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2007.

Nesse poema, o eu poético apresenta uma reflexão acerca das variações linguísticas próprias do português brasileiro em relação ao português europeu. Segundo a perspectiva do eu poético,

  • A

    a língua portuguesa apresenta uma única forma de uso.

  • B

    a variante europeia do português é mais culta e correta.

  • C

    o português brasileiro é uma corruptela da forma lusitana.

  • D

    a variação é uma marca da formação cultural brasileira.

110996Questão 4|Português|médio

Leia o Texto 2 para responder à questão.

Texto 2

Evocação do Recife

A vida não me chegava pelos jornais nem pelos livros

Vinha da boca do povo na língua errada do povo

Língua certa do povo

Porque ele é que fala gostoso o português do Brasil

Ao passo que nó

s O que fazemos

É macaquear

A sintaxe lusíada…

BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2007.

O gênero textual poema é marcado, muitas vezes, pela recorrência ao sentido figurado das palavras. No poema lido, a palavra “macaquear” assume o valor semântico de

  • A

    aplicar.

  • B

    ignorar.

  • C

    imitar.

  • D

    organizar.

110997Questão 5|Português|médio

Leia o Texto 3 para responder à questão.

Texto 3

A característica da relação do adulto com o velho é a falta de reciprocidade que se pode traduzir numa tolerância sem o calor da sinceridade. Não se discute com o velho, não se confrontam opiniões com as dele, negando-lhe a oportunidade de desenvolver o que só se permite aos amigos: a alteridade, a contradição, o afrontamento e mesmo o conflito. Quantas relações humanas são pobres e banais porque deixamos que o outro se expresse de modo repetitivo e porque nos desviamos das áreas de atrito, dos pontos vitais, de tudo o que em nosso confronto pudesse causar o crescimento e a dor! Se a tolerância com os velhos é entendida assim, como uma abdicação do diálogo, melhor seria dar-lhe o nome de banimento ou discriminação.

BOSI, Ecléa. Memória e sociedade: lembranças de velhos. 1994.

No período “Se a tolerância com os velhos é entendida assim, como uma abdicação do diálogo, melhor seria darlhe o nome de banimento ou discriminação”, a vírgula utilizada depois da palavra “assim” justifica-se pelo mesmo fenômeno sintático que exige o emprego da(s) vírgula(s) que ocorre(m) em:

  • A

    Maria, embora estivesse chovendo, foi ao clube.

  • B

    Meninos, estudem bastante.

  • C

    Rio de Janeiro, fevereiro de 2024.

  • D

    Pedro, Paulo e André foram à escola.

110998Questão 6|Português|médio

Leia o Texto 3 para responder à questão.

Texto 3

A característica da relação do adulto com o velho é a falta de reciprocidade que se pode traduzir numa tolerância sem o calor da sinceridade. Não se discute com o velho, não se confrontam opiniões com as dele, negando-lhe a oportunidade de desenvolver o que só se permite aos amigos: a alteridade, a contradição, o afrontamento e mesmo o conflito. Quantas relações humanas são pobres e banais porque deixamos que o outro se expresse de modo repetitivo e porque nos desviamos das áreas de atrito, dos pontos vitais, de tudo o que em nosso confronto pudesse causar o crescimento e a dor! Se a tolerância com os velhos é entendida assim, como uma abdicação do diálogo, melhor seria dar-lhe o nome de banimento ou discriminação.

BOSI, Ecléa. Memória e sociedade: lembranças de velhos. 1994.

No período “Não se discute com o velho, não se confrontam opiniões com as dele, negando-lhe a oportunidade de desenvolver o que só se permite aos amigos: a alteridade, a contradição, o afrontamento e mesmo o conflito”, a forma verbal destacada flexiona-se no plural, para

  • A

    concordar com o sujeito paciente.

  • B

    demonstrar a voz ativa da formal verbal.

  • C

    estabelecer relação com o objeto direto.

  • D

    explicitar um caso de sujeito indeterminado.

110999Questão 7|Português|médio

Leia o Texto 4 para responder à questão.

Texto 4

A fronteira tênue entre heróis e vilões

O conceito de herói está profundamente ligado à cultura que o criou e a quando foi criado, o que significa que ele varia muito de lugar para lugar e de época para época. Mesmo assim, a figura do herói aparece nas mais diversas sociedades e eras, sempre atendendo a critérios morais e desejos em comum de determinado povo. Apesar do protagonismo do herói, o que seria dele se não houvesse um vilão? Nas narrativas, o vilão costuma ser o antagonista. Os vilões representam aquilo que é errado, injusto, que foge à moral defendida pelo herói. Por não carregar o protagonismo das histórias, o vilão costuma ser um personagem sem profundidade, sem dilemas, sem uma história que nos explique o porquê de suas ações. E isso reforça sua vilania. Conhecer a história de alguém é um processo humanizador, capaz até de revogar a alcunha de vilão e conferir ao personagem o título de herói, ou só de uma pessoa comum que tem seus defeitos e qualidades. Assim, uma maneira de fabricar vilões é não deixar suas histórias serem contadas, é criar uma imagem sobre esses personagens e mantê-los em silêncio.

MIRANDA, Lucas Mascarenhas de. A fronteira tênue entre heróis e vilões.

Ciência hoje, Rio de Janeiro, 21 nov. 2021. Disponível em:

https://cienciahoje.org.br/artigo/a-fronteira-tenue-entre-herois-e-viloes/.

Acesso em: 26 fev. 2024. [Adaptado].

De acordo com os aspectos composicionais e com a finalidade comunicativa, esse texto apresenta características do gênero textual

  • A

    anedota.

  • B

    artigo científico.

  • C

    artigo de opinião.

  • D

    artigo autobiográfico.

111000Questão 8|Português|médio

Leia o Texto 4 para responder à questão.

Texto 4

A fronteira tênue entre heróis e vilões

O conceito de herói está profundamente ligado à cultura que o criou e a quando foi criado, o que significa que ele varia muito de lugar para lugar e de época para época. Mesmo assim, a figura do herói aparece nas mais diversas sociedades e eras, sempre atendendo a critérios morais e desejos em comum de determinado povo. Apesar do protagonismo do herói, o que seria dele se não houvesse um vilão? Nas narrativas, o vilão costuma ser o antagonista. Os vilões representam aquilo que é errado, injusto, que foge à moral defendida pelo herói. Por não carregar o protagonismo das histórias, o vilão costuma ser um personagem sem profundidade, sem dilemas, sem uma história que nos explique o porquê de suas ações. E isso reforça sua vilania. Conhecer a história de alguém é um processo humanizador, capaz até de revogar a alcunha de vilão e conferir ao personagem o título de herói, ou só de uma pessoa comum que tem seus defeitos e qualidades. Assim, uma maneira de fabricar vilões é não deixar suas histórias serem contadas, é criar uma imagem sobre esses personagens e mantê-los em silêncio.

MIRANDA, Lucas Mascarenhas de. A fronteira tênue entre heróis e vilões.

Ciência hoje, Rio de Janeiro, 21 nov. 2021. Disponível em:

https://cienciahoje.org.br/artigo/a-fronteira-tenue-entre-herois-e-viloes/.

Acesso em: 26 fev. 2024. [Adaptado].

O trecho “O conceito de herói está profundamente ligado à cultura que o criou e a quando foi criado” está redigido de acordo com as regras de regência verbal e nominal, pois a ocorrência da crase em “à cultura” e o emprego da preposição em “a quando” atendem às prescrições da norma-padrão. Outra elaboração desse trecho, também de acordo com as orientações da gramática normativa para a língua escrita, está identificada em:

  • A

    O conceito de herói está profundamente ligado ao contexto cultural que o criou e a situação onde foi criado.

  • B

    O conceito de herói está profundamente ligado ao contexto cultural que o criou e à situação em que foi criado.

  • C

    O conceito de herói está profundamente ligado no contexto cultural que o criou e a situação aonde foi criado.

  • D

    O conceito de herói está profundamente ligado ao contexto cultural que o criou e a situação na qual foi criado.

111001Questão 9|Português|médio

Leia o Texto 4 para responder à questão.

Texto 4

A fronteira tênue entre heróis e vilões

O conceito de herói está profundamente ligado à cultura que o criou e a quando foi criado, o que significa que ele varia muito de lugar para lugar e de época para época. Mesmo assim, a figura do herói aparece nas mais diversas sociedades e eras, sempre atendendo a critérios morais e desejos em comum de determinado povo. Apesar do protagonismo do herói, o que seria dele se não houvesse um vilão? Nas narrativas, o vilão costuma ser o antagonista. Os vilões representam aquilo que é errado, injusto, que foge à moral defendida pelo herói. Por não carregar o protagonismo das histórias, o vilão costuma ser um personagem sem profundidade, sem dilemas, sem uma história que nos explique o porquê de suas ações. E isso reforça sua vilania. Conhecer a história de alguém é um processo humanizador, capaz até de revogar a alcunha de vilão e conferir ao personagem o título de herói, ou só de uma pessoa comum que tem seus defeitos e qualidades. Assim, uma maneira de fabricar vilões é não deixar suas histórias serem contadas, é criar uma imagem sobre esses personagens e mantê-los em silêncio.

MIRANDA, Lucas Mascarenhas de. A fronteira tênue entre heróis e vilões.

Ciência hoje, Rio de Janeiro, 21 nov. 2021. Disponível em:

https://cienciahoje.org.br/artigo/a-fronteira-tenue-entre-herois-e-viloes/.

Acesso em: 26 fev. 2024. [Adaptado].

De acordo com as prescrições da gramática normativa para a língua escrita, reescrevendo a frase “Apesar do protagonismo do herói, o que seria dele se não houvesse um vilão?”, colocando no plural o termo destacado, tem-se

  • A

    Apesar do protagonismo do herói, o que seria dele se não houvessem vilões.

  • B

    Apesar do protagonismo do herói, o que seria dele se não houvesse vilões.

  • C

    Apesar do protagonismo do herói, o que seria dele se não houvessem alguns vilões.

  • D

    Apesar do protagonismo do herói, o que seria dele se não houvessem uns vilões.

111002Questão 10|Português|médio

Leia o texto a seguir.

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Disponível em: https://www.gironews.com/farma-cosmeticos/onde-tem-amortem-beleza-53049/. Acesso em: 04 fev. 2024.

Nesse anúncio publicitário, o texto verbal não segue as prescrições da gramática normativa, pois se emprega o verbo “ter” para substituir o verbo “haver”. Essa reprodução da linguagem oral na escrita, considerando o gênero anúncio, objetiva

  • A

    criticar o emprego da oralidade na escrita.

  • B

    destacar a necessidade da norma-padrão.

  • C

    distanciar o registro oral e o registo escrito.

  • D

    estabelecer aproximação com o interlocutor.