Ao considerar o posicionamento do Brasil, o autor do texto
A
critica a inoperância da comunidade internacional que, em sua visão, desde a criação da Carta da ONU, nada fez para assegurar a defesa dos direitos humanos e, assim, provocou guerras e genocídios.
B
assinala a diferença entre responsabilidade de proteger e responsabilidade ao proteger, o que significa que o país defende o uso de ações militares para restaurar a paz apenas como último recurso.
C
entende como necessário, embora não desejável, lançar mão da força militar, ainda que sem a legitimação do Conselho de Segurança da ONU, para garantir a proteção dos direitos humanos em situações de conflito.
D
reconhece a necessidade de se recorrer à ação coercitiva, ou seja, à intervenção militar, sempre que a segurança internacional for posta em risco, conforme consagrado na Conferência de Viena de 1993.
E
estabelece, de modo realista, um elo automático entre a coerção e a promoção da democracia, o que justifica a primazia da intervenção militar, medida necessária nos casos em que a promoção da paz evidentemente não se daria pelo diálogo.