O autor
opõe a oferta de atividades de lazer disponíveis em São Paulo ao seu desapego pessoal por raízes geográficas, raciais e culturais.
atribui a tolerância à miscigenação brasileira à diversidade que se exprime com grande força em São Paulo.
encontra razões plausíveis para a violência da cidade de São Paulo e o crescimento sem limites de sua área urbana.
considera a falta de planejamento urbano da cidade de São Paulo a causa da feiura infinita de suas avenidas.
estabelece uma associação entre a diversidade típica de São Paulo e a falta de um símbolo que sirva de cartão postal para a cidade.