Amemos as ilhas, mas não emprestemos às ilhas o condão mágico da felicidade, pois quando fantasiamos as ilhas esquecemo-nos de que, ao habitar ilhas , leva-s...
Amemos as ilhas, mas não
emprestemos às ilhas
o condão mágico da felicidade, pois quando
fantasiamos as ilhas
esquecemo-nos de que, ao
habitar ilhas
, leva-se para elas tudo o que já nos habita.
Evitam-se as viciosas repetições da frase acima substituindo-se os elementos sublinhados, na ordem dada, por:
