A passagem do texto que, específica e semanticamente, ratifica a afirmativa de que as pessoas, em geral, estão sempre postergando suas realizações é
"Só existem dois dias em que nada pode ser feito:" (L. 1-2)
"...este ano, este ano... e por aí vai" (L. 6)
"Vale tudo (ou quase tudo):" (L. 6-7)
"...roupa branca, pular sete ondas," (L. 7)
"...consultar com cartomantes, tarólogos, astrólogos..." (L. 8)