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“É ilusão pensar que as atividades de espionagem cessarão. A inteligência é uma das atividades fundamentais de qualquer Estado e tem reflexos diretos sobre o...


73277|Atualidades|superior

“É ilusão pensar que as atividades de espionagem cessarão. A inteligência é uma das atividades fundamentais de qualquer Estado e tem reflexos diretos sobre o bem‐estar de todos os cidadãos. É a partir de dados de inteligência que o Estado planeja e executa políticas públicas de defesa nacional, segurança pública e relações exteriores. Parte das atividades de inteligência diz respeito à proteção das informações que são sensíveis para a própria realização dessas políticas. Ou seja, a ideia de que cada país deve desenvolver meios efetivos de inteligência e de contrainteligência é uma faceta permanente das relações internacionais.”

(Trecho da entrevista concedida à Revista Ciência Hoje (outubro de 2013) por Marco Aurélio Sepik‐UFRGS.)

O contexto da afirmação acima está relacionado

  • A

    à assinatura do Acordo Swift entre os Estados Unidos e os países membros do Bloco Europeu para troca de informações bancárias, visando a combater o terrorismo.

  • B

    à revelação de Edward Snowden sobre o monitoramento de comunicações da população e de chefes de governos de vários países pelos Estados Unidos.

  • C

    à divulgação de dados pessoais de 13 milhões de usuários do game Nexon na Internet, em 2011, graças à atuação de hackers.

  • D

    ao roubo de informações de mais de 35 milhões de usuários cadastrados na rede social Cyworld em 2011.

  • E

    à publicação do perfil financeiro dos usuários do Facebook e de documentos bancários secretos pelo WikiLeaks de Julian Assange, em 2006.