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A “virtual imperfeição” do alfabeto, citada no segundo parágrafo, se refere à


62733|Português|médio

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Texto 1

Este livro é sobre uma das ideias mais importantes da humanidade – a ideia do alfabeto – e a sua forma mais difundida: o sistema de letras que você está lendo neste momento. Três características dessa ideia se destacam: sua singularidade, sua simplicidade e sua adaptabilidade. A partir da primeira manifestação do alfabeto, há 4000 anos, todos os demais alfabetos o tomaram como exemplo; e todos eles refletem a sua simplicidade fundamental.

Não se trata da simplicidade do projeto perfeito. A força do alfabeto como ideia reside na sua virtual imperfeição. Embora não se adapte com perfeição a qualquer idioma, pode, com alguma adequação, adaptar-se a todos eles. Assim como a nossa própria espécie, de cérebro mais desenvolvido, que pode ser superada por outras espécies em diversas atividades, mas não no campo do pensamento, o alfabeto é um generalista. Em termos de software, seu sucesso reside em sua maleabilidade. Mas de onde teria surgido essa ideia do alfabeto? Como e onde se disseminou ao transformar-se no sistema de letras romanas que é hoje a escrita mais conhecida do mundo?

É preciso um bom tempo para examinar essas questões, porque as raízes do alfabeto ainda continuam vindo à tona.

(MAN, Jofin. História do Alfabeto.)

A “virtual imperfeição” do alfabeto, citada no segundo parágrafo, se refere à

  • A

    maleabilidade, podendo transformar-se no sistema de letras romanas hoje usado.

  • B

    capacidade de, mesmo imperfeitamente, ser original em sua expressão.

  • C

    capacidade de facilmente adaptar-se qualquer idioma, embora de forma imperfeita.

  • D

    singularidade de criar palavras em todos os idiomas, ainda que deficientemente.

  • E

    possibilidade de permitir a expressão de todos os pensamentos, mesmo que de forma inadequada.