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"A 15ª Conferência sobre Mudança Climática (COP-15), em Copenhague, Dinamarca, realizada para buscar um acordo que substituísse o Protocolo de Kyoto, termina...


60311|Atualidades|médio

"A 15ª Conferência sobre Mudança Climática (COP-15), em Copenhague, Dinamarca, realizada para buscar um acordo que substituísse o Protocolo de Kyoto, termina sem acordo legalmente vinculante, frustrando a expectativa de metas imediatas e coercitivas sobre o tema."

(Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciência. Acesso em: 18 dez. 2009.)

O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) aponta o aumento na emissão de gases de estufa como um dos principais responsáveis pelo aquecimento global. Esperava-se que a Conferência Sobre Mudança Climática realizada recentemente em Copenhague pudesse produzir um compromisso dos diferentes países, no sentido de promover a redução nas emissões dos gases causadores do efeito-estufa, o que não ocorreu. O fracasso das negociações em Copenhague pode ser atribuído, CORRETAMENTE:

  • A

    à postura inflexível dos considerados países em desenvolvimento, que não abrem mão da utilização dos seus recursos naturais para promover o crescimento econômico a qualquer custo;

  • B

    às limitações tecnológicas dos países desenvolvidos, por não conseguirem promover o aproveitamento de fontes de energia alternativas ao petróleo e ao carvão mineral;

  • C

    à postura dos países desenvolvidos, especialmente dos Estados Unidos, que possuem um modelo de desenvolvimento econômico que tem se mostrado ambientalmente insustentável, mas não assumem compromissos no sentido de reduzir as emissões dos gases causadores do aquecimento global;

  • D

    aos países pobres, que não conseguem promover a redução das taxas de natalidade, o que provoca uma maior pressão sobre os recursos naturais do planeta;

  • E

    à incapacidade dos países subdesenvolvidos de promover um desenvolvimento tecnológico que reduza as emissões de gases poluentes, a exemplo do que já ocorre nos países desenvolvidos, o que justifica a participação extremamente baixa destes últimos na emissão de gases poluentes.