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Ana, juíza leiga no âmbito do Tribunal de Justiça do Estado Beta, foi designada para atuar no Juizado Especial X. Ao se inteirar de suas atribuições e devere...


53847|Direito Processual Civil|superior

Ana, juíza leiga no âmbito do Tribunal de Justiça do Estado Beta, foi designada para atuar no Juizado Especial X. Ao se inteirar de suas atribuições e deveres, Ana constatou que, em consonância com a Resolução CNJ nº 174/2013 (Código de Ética), na hipótese de divergência de entendimento jurídico com o juiz togado:

  • A

    deve se subordinar ao entendimento do juiz togado;

  • B

    instala-se um conflito de competência, que deve ser resolvido pela turma recursal;

  • C

    instala-se um conflito de competência, que deve ser resolvido pela Presidência do Tribunal de Justiça;

  • D

    é protegida pela independência funcional, mas o seu entendimento pode não ser acolhido pelo juiz togado;

  • E

    é protegida pela independência funcional, e o seu entendimento, no ato que praticar, não pode ser modificado.