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Jonas foi preso em flagrante pela prática do crime de tráfico ilícito de substâncias entorpecentes. Ao ser conduzido à delegacia de polícia, foi qualificado ...


49155|Direito Constitucional|superior

Jonas foi preso em flagrante pela prática do crime de tráfico ilícito de substâncias entorpecentes. Ao ser conduzido à delegacia de polícia, foi qualificado e comunicado por um agente policial que, embora portasse sua carteira de identidade, deveria ser submetido à identificação dactiloscópica. O advogado de Jonas, por sua vez, afirmou que essa prática não seria correta.

À luz da sistemática constitucional, com abstração de qualquer regulamentação legal, é correto afirmar que:

  • A

    é vedada, em qualquer caso, a identificação de Jonas;

  • B

    é compulsória a identificação de qualquer preso, inclusive de Jonas;

  • C

    é obrigatória a identificação de Jonas, considerando as circunstâncias indicadas na narrativa;

  • D

    é vedada a identificação nas circunstâncias indicadas, ressalvadas as hipóteses previstas em lei;

  • E

    é imperativa a identificação de Jonas, sendo resguardado o seu direito de se negar a colaborar.