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O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se de modo a concordar com o elemento sublinhado na frase:


32348|Português|superior

[Em torno da memória]

      Na maior parte das vezes, lembrar não é reviver, mas refazer, reconstruir, repensar, com imagens e ideias de hoje, as experiências do passado. A memória não é sonho, é trabalho. Se assim é, deve-se duvidar da sobrevivência do passado “tal como foi", e que se daria no inconsciente de cada sujeito. A lembrança é uma imagem construída pelos materiais que estão, agora, à nossa disposição, no conjunto de representações que povoam nossa consciência atual. Por mais nítida que nos pareça a lembrança de um fato antigo, ela não é a mesma imagem que experimentamos na infância, porque nós não somos os mesmos de então e porque nossa percepção alterou-se.

      O simples fato de lembrar o passado, no presente, exclui a identidade entre as imagens de um e de outro, e propõe a sua diferença em termos de ponto de vista.

    (Adaptado de Ecléa Bosi. Lembranças de velhos. S. Paulo: T. A. Queiroz, 1979, p. 17)

O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se de modo a concordar com o elemento sublinhado na frase:

  • A

    As imagens que guardamos do nosso passado nem sempre (alcançar) reproduzir as reais experiências do que vivemos.

  • B

    As experiências que as pessoas vivem no presente são determinantes para que (produzir) as imagens do que viveram no passado.

  • C

    Os trabalhos de memória, quando a pomos para funcionar, (acabar) por destacar a alteração que o tempo produziu em relação aos fatos passados.

  • D

    Melhor seria se as imagens que guardamos da infância mais remota (favorecer) um melhor aproveitamento das experiências do presente.

  • E

    A maioria das pessoas acredita que (coincidir) uma imagem do passado com outra imagem do presente.

    O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se de ...