na abordagem cognitivo-comportamental, por se centrar na Resposta-Reflexo da comunicação manifesta do cliente, a fim de ampliar a consciência do problema vivido.
B
na abordagem psicanalítica, por ter o entrevistador como ressonante e amplificador da experiência do cliente.
C
na abordagem dos gestalt-terapeutas, pelo enfoque no processo e na dialogia, no “aqui e agora”, explorando “Eu-Tu” na relação entre psicoterapeuta-indivíduo, família ou grupo.
D
na abordagem rogeriana, pelo entendimento de que o sujeito tem uma posição ativa, sempre comunicando mais do que se propõe, e por buscar a historização do indivíduo.
E
nas abordagens da Gestalt e de Rogers, pela ênfase no “aqui e agora”, com perguntas únicas na busca de respostas únicas; ambas privilegiam os experimentos a fim de interferir no campo experiencial do paciente.