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E o Tejo entra no mar em Portugal O elemento que exerce a mesma função sintática que o sublinhado acima encontra-se em


31137|Português|médio

O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha

aldeia,

Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela

minha aldeia

Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia.

O Tejo tem grandes navios

E navega nele ainda,

Para aqueles que veem em tudo o que lá não está,

A memória das naus.

O Tejo desce de Espanha

E o Tejo entra no mar em Portugal

Toda a gente sabe isso.

Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia

E para onde ele vai

E donde ele vem

E por isso, porque pertence a menos gente,

É mais livre e maior o rio da minha aldeia.

Pelo Tejo vai-se para o Mundo

Para além do Tejo há a América

E a fortuna daqueles que a encontram

Ninguém nunca pensou no que há para além

Do rio da minha aldeia.

O rio da minha aldeia não faz pensar em nada.

Quem está ao pé dele está só ao pé dele.

(Alberto Caeiro)

E o Tejo entra no mar em Portugal

O elemento que exerce a mesma função sintática que o sublinhado acima encontra-se em

  • A

    a fortuna. (4a estrofe)

  • B

    A memória das naus. (2a estrofe)

  • C

    grandes navios. (2a estrofe)

  • D

    menos gente. (3a estrofe)

  • E

    a América. (4a estrofe)