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Tendo o oficial de justiça penhorado um relógio do devedor, de marca internacional muito famosa e cara, opõe o mesmo devedor embargos à execução, alegando se...


26642|Direito do Trabalho|superior

Tendo o oficial de justiça penhorado um relógio do devedor, de marca internacional muito famosa e cara, opõe o mesmo devedor embargos à execução, alegando ser o bem impenhorável, já que se trataria de mera réplica, sem valor comercial e de uso pessoal, por apego meramente sentimental.

Realizada a perícia no bem, concluiu o perito ser o relógio uma falsificação bem elaborada, cujo valor naquela oportunidade não saberia precisar.

Diante dessa perícia, deve o juiz julgar:

  • A

    procedentes os embargos e mandar liberar o bem;

  • B

    procedentes os embargos e mandar substituir a penhora, sem liberação imediata do relógio;

  • C

    procedentes os embargos e mandar substituir a penhora, com liberação imediata do relógio;

  • D

    extintos os embargos sem exame de mérito e não liberar o relógio;

  • E

    improcedentes os embargos, sem liberação do relógio.