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Gabriel era empregado caseiro do imóvel de praia de José Luiz, localizado no Balneário Camboriú. Após o falecimento de José Luiz, nenhum familiar se apresent...


26305|Direito Civil|superior

Gabriel era empregado caseiro do imóvel de praia de José Luiz, localizado no Balneário Camboriú. Após o falecimento de José Luiz, nenhum familiar se apresenta a Gabriel, que, embora demitido pelo inventariante do espólio de José Luiz, mantém-se no imóvel, cuidando dele como se seu fosse. Após dois anos do falecimento do ex-empregador e a realização de diversas benfeitorias para a manutenção do imóvel às suas expensas, Gabriel é surpreendido, ao retornar de um rápido passeio, com a ocupação do imóvel por sobrinhos de José Luiz, dizendo-se proprietários do bem.

Diante dessa situação, Gabriel:

  • A

    nada poderá fazer, pois os sobrinhos agiram mediante legítimo desforço possessório;

  • B

    poderá pleitear indenização pelas benfeitorias, mas não a posse, já que era mero detentor;

  • C

    não faz jus a indenização por benfeitoria e tampouco a reaver a posse, visto que esta era exercida de má-fé;

  • D

    pode se valer do imediato desforço possessório moderado para reaver, por autotutela, a posse;

  • E

    deve receber o valor das benfeitorias realizadas em dobro, por conta da posse de boa-fé.

    Gabriel era empregado caseiro do imóvel de praia de José ...