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De 1968 a 1973, enquanto a população saltava de 87,8 milhões a 100,29 milhões, o PIB [Produto Interno Bruto] real aumentava à taxa média “chinesa” de 11,2% a...


24453|Atualidades|superior

De 1968 a 1973, enquanto a população saltava de 87,8 milhões a 100,29 milhões, o PIB [Produto Interno Bruto] real aumentava à taxa média “chinesa” de 11,2% ao ano, atingindo, em 1973, praticamente 14% (13,97%). Superava assim generosamente a média histórica do pós-guerra, de 7%, já bastante satisfatória, e permitia aliviar a pressão demográfica em lento decréscimo, de uma taxa anual de 2,8% (68/69) e 2,6% (73).

(Rubens Ricupero. A diplomacia na construção do Brasil: 1750-2016, 2017, p. 461)

Relacionando-se as informações apresentadas pelo excerto à situação política do período da história do Brasil de 1968 a 1973, pode-se afirmar que o crescimento econômico

  • A

    dependia das privatizações de empresas estatais em uma situação de aplicação governamental de programas econômicos liberais.

  • B

    favorecia o projeto governamental de democratização do país em uma situação de aumento expressivo dos salários dos operários industriais.

  • C

    absorvia a oferta de mão de obra em uma situação de controle estatal de organizações de trabalhadores assalariados.

  • D

    manifestava os primeiros sintomas de crise política estrutural em uma situação de diminuição do mercado consumidor interno.

  • E

    baseava-se na deliberação política de modernização da agricultura em prejuízo das indústrias em uma situação de crescimento populacional das sociedades rurais.