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De acordo com a norma-padrão, a reescrita de informações do texto está correta quanto à concordância verbal em:


24097|Português|médio

Leia o texto para responder à questão.

Amor é para gastar

    Na economia da vida, o maior desperdício é fazer poupança de amor. Prejuízo na certa. Amor é para gastar, mostrar, ostentar. O amor, aliás, é a mais saudável forma de ostentação que existe no mundo.

    Vai por mim, amar é luxo só. Triste de quem sente e esconde, de quem sente e fica no joguinho dramático, de quem sente e guarda a sete chaves. Sinto muito.

    Amor é da boca para fora. Amor é um escândalo que não se abafa. “Eu te amo” é para ser dito, desbocadamente. Guardar “eu te amo” é prejudicial à saúde.

    Na economia amorosa, só existe pagamento à vista, missa de corpo presente. O amor não se parcela, não admite suaves prestações.

    Não existe essa de amor só amanhã, como na placa do fiado do boteco. Amor é hoje, aqui, agora... Amor não se sonega, amor é tudo a declarar.

(Xico Sá, “Amor é para gastar”. Em: http://www.itatiaia.com.br)

De acordo com a norma-padrão, a reescrita de informações do texto está correta quanto à concordância verbal em:

  • A

    Existe sentimentos, como o amor, que são escândalos e que não se abafa.

  • B

    Tristes daqueles que sente e esconde, que sente e fica no joguinho dramático.

  • C

    Acontece que, quando há suaves prestações, o amor está sendo poupado.

  • D

    Joguinhos dramáticos expõe o perfil daquela pessoa que sente e esconde.

  • E

    Quando se usa sete chaves para guardar o amor, ele vai da boca para fora.