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No poema, o eu lírico dirige-se explicitamente a seu leitor no seguinte verso:


22786|Português|médio

Atenção: Para responder à questão, considere o poema de Mario Quintana.

            Recordo ainda... e nada mais me importa…

           Aqueles dias de uma luz tão mansa            

          Que me deixavam, sempre, de lembrança,

           Algum brinquedo novo à minha porta...      

        Mas veio um vento de desesperança       

         Soprando cinzas pela noite morta!            

        E eu pendurei na galharia torta                

         Todos os meus brinquedos de criança...    

        Estrada afora após segui... Mas, ai,         

        Embora idade e senso eu aparente,         

        Não vos iluda o velho que aqui vai:           

          Eu quero os meus brinquedos novamente!

        Sou um pobre menino... acreditai…          

        Que envelheceu, um dia, de repente!...     

(QUINTANA, Mario. Melhores poemas. São Paulo: Global, 2005)

No poema, o eu lírico dirige-se explicitamente a seu leitor no seguinte verso:

  • A

    Estrada afora após segui... Mas, ai, (3ª estrofe)

  • B

    Recordo ainda... e nada mais me importa... (1ª estrofe)

  • C

    E eu pendurei na galharia torta (2ª estrofe)

  • D

    Sou um pobre menino... acreditai… (4ª estrofe)

  • E

    Eu quero os meus brinquedos novamente! (4ª estrofe)