Vade Mecum Digital 2026De R$ 249,90 por 12x R$ 9,99 ou R$ 119,90 à vista
JurisHand AI Logo

Após a morte de Renato, que vivia em união estável com Carla, sua dependente econômica, Jorge requereu o reconhecimento de união estável com o falecido, para...


21438|Direito Civil|superior

Após a morte de Renato, que vivia em união estável com Carla, sua dependente econômica, Jorge requereu o reconhecimento de união estável com o falecido, para fins previdenciários, alegando que os dois possuíam vida em comum, pagavam juntos o aluguel de um apartamento e compareciam a eventos sociais como um casal.

Nesse caso hipotético,

  • A

    assiste razão a Jorge dada a existência de dois núcleos familiares distintos e simultâneos.

  • B

    não assiste razão a Jorge, dada a inexistência de efeitos jurídicos decorrentes da relação que mantinha com Renato.

  • C

    não assiste razão a Jorge, porquanto sua alegação não comprova sua dependência econômica em relação a Renato.

  • D

    assiste razão a Jorge, porquanto, comprovada a sociedade de fato, a pensão previdenciária pode ser dividida.

  • E

    assistiria razão a Jorge se este comprovasse que não tinha conhecimento da união estável do falecido com Carla.