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Nos próximos 8 anos, o Brasil pode se tornar a primeira grande economia – de média ou alta renda – a alcançar a neutralidade de carbono e ao mesmo tempo acel...


16966|Economia|médio
2023
IDECAN

Nos próximos 8 anos, o Brasil pode se tornar a primeira grande economia – de média ou alta renda – a alcançar a neutralidade de carbono e ao mesmo tempo acelerar o seu crescimento econômico em $100 a $150 bilhões de dólares anuais ao PIB adicionais ao ritmo de crescimento atual (2,5%/ano). O potencial de mitigação de emissões de carbono equivalente (CO2e) é de 1,3 giga tonelada até 2030. Com isso, o país será um exemplo concreto ao mundo de prosperidade econômica sustentável para as próximas décadas, modelo que pode inspirar todo o Sul Global. É o que diz o relatório apresentado nesta quarta-feira na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas – a COP27, no Egito, ao lado de Carlos Nobre, Ilona Szabó e Vanda Witoto.

Segundo os cálculos, o Brasil pode mitigar 1,3 Gton de carbono até 2030, quantidade superior à sua própria pegada atual de carbono, e contribuir com cerca de 1,9 Gton em excedente de carbono para o resto do mundo até 2050.

No panorama econômico apresentado a economia brasileira tende à

  • A

    abandonar o projeto de extração de pré-sal e focar na substituição de combustíveis fósseis.

  • B

    substituir a produção de comodities em prol de matrizes energéticas limpas.

  • C

    aprofundar o dilema entre desenvolvimento econômico e preservação ambiental

  • D

    galgar a liderança de um novo paradigma econômico, baseado no carbono.

  • E

    colocar o país sob risco de intervenção internacional e ingerência nas decisões autônomas.