Sobre o ciclo vital dos arquivos de instituições públicas é correto afirmar:
Os documentos correntes se destinam à consulta de agentes internos e externos, graças à divulgação de seu conteúdo em instrumentos de pesquisa.
A avaliação deve ocorrer na fase permanente, quando os documentos não mais interessam ao órgão produtor e podem ser facilmente descartados.
Os depósitos intermediários servem para armazenar documentos com mais de cinco anos, quando deixam de ter qualquer valor probatório.
As ações de conservação e restauração de documentos, com vistas à sua longa duração, são típicas da primeira idade.
A vigência e a frequência de uso determinam a permanência dos arquivos correntes junto aos órgãos produtores.