Afirma-se com correção que, no primeiro parágrafo, o autor
A
propõe que aquele que deseja ver e compreender uma cidade deve guiar-se por desenhos explicativos de como ela se dispõe, esquema concebido por quem conhece como realmente é ou funciona.
B
rejeita a acepção dicionarizada de que "ver" é "perceber pela visão", pois propõe que a compreensão de uma cidade independe da capacidade de perceber o mundo exterior pelos olhos.
C
reitera que, para apropriar-se de uma cidade, há a necessidade de descartar tudo aquilo que impede vê-la , entendida essa expressão como conjunto de coisas que atrapalham, de modo específico, o campo visual propriamente dito.
D
comenta que o processo de compreensão de uma cidade implica a recusa das informações redundantes que são oferecidas, segundo a segundo, aos que a observam com o desejo de conhecê-la
E
expõe a ideia de que é necessário, de modo aparentemente contraditório, representar numa totalidade as frações correspondentes aos componentes básicos e simples de uma cidade, para conseguir compreendê-la.