Vade Mecum Digital 2026De R$ 249,90 por 12x R$ 9,99 ou R$ 119,90 à vista
JurisHand AI Logo

Afirma-se com correção que, no primeiro parágrafo, o autor


139625|Português|médio

associated-text-e025e2ed28ed0e4c9e729e03e728f5646149185a71c4a8e7a33d0cb6229cff63-8-0..jpg

associated-text-e025e2ed28ed0e4c9e729e03e728f5646149185a71c4a8e7a33d0cb6229cff63-8-1..jpg

Afirma-se com correção que, no primeiro parágrafo, o autor

  • A

    propõe que aquele que deseja ver e compreender uma cidade deve guiar-se por desenhos explicativos de como ela se dispõe, esquema concebido por quem conhece como realmente é ou funciona.

  • B

    rejeita a acepção dicionarizada de que "ver" é "perceber pela visão", pois propõe que a compreensão de uma cidade independe da capacidade de perceber o mundo exterior pelos olhos.

  • C

    reitera que, para apropriar-se de uma cidade, há a necessidade de descartar tudo aquilo que impede vê-la , entendida essa expressão como conjunto de coisas que atrapalham, de modo específico, o campo visual propriamente dito.

  • D

    comenta que o processo de compreensão de uma cidade implica a recusa das informações redundantes que são oferecidas, segundo a segundo, aos que a observam com o desejo de conhecê-la

  • E

    expõe a ideia de que é necessário, de modo aparentemente contraditório, representar numa totalidade as frações correspondentes aos componentes básicos e simples de uma cidade, para conseguir compreendê-la.