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Uma redação alternativa para um segmento do texto, em que se mantêm a correção e, em linhas gerais, o sentido original, está em:


139100|Português|médio

Atenção

: Considere o texto abaixo para responder à questão.

Uma espécie de angústia se espalha como praga nas relações pessoais e no uso dos espaços público e privado. Todos os torpedos, e-mails e chamadas no celular viraram prioridade, casos de vida ou morte. Interrompem-se conversas para olhar telinhas e telonas, desrespeitando interlocutores. Como este tipo de patologia tende a se diversificar, já há gente que conversa e olha o computador ao mesmo tempo. Especialistas em informática previram que, num futuro não muito distante, chips serão implantados no corpo. Estão atrasados. Corpos já pertencem a máquinas. A vida é controlada a distância e por outros.

Enxurradas de fotos invadem o espaço virtual, a maioria delas sem o menor significado. Fico pensando no sorriso irônico ou, quem sabe, no horror, que o fotógrafo Cartier-Bresson esboçaria se esbarrasse nisso. Ele, que procurava a poesia nos pequenos gestos, no cotidiano que se desdobrava em surpresas, jamais empilharia a coleção de sorrisos forçados que caracteriza a obsessão pelos “cliques".

Vivemos a era das aparências. Com a multiplicação das imagens, vem a obrigação de “estar bem". Afinal, quem vai querer se exibir nas redes sociais com uma ponta de melancolia? O mundo virtual exige estado de êxtase permanente. Uma persona que não passa de ilusão. Criatividade não quer dizer tristeza, claro, mas certamente precisa incorporá-la como tijolo construtor da nossa personalidade.

(Adaptado de: Jacques Gruman. Disponível em: http://cartamaior.com.br/?/Opiniao/A-morte-da-imaginacao/30783. Acesso em 23/10/15)

Uma redação alternativa para um segmento do texto, em que se mantêm a correção e, em linhas gerais, o sentido original, está em:

  • A

    Porque a tendência deste tipo de patologia seja a de se diversificar, à esta altura há pessoas que conversam e olham o computador simultaneamente.

  • B

    De modo a desrespeitar, os interlocutores, se interrompe conversas com o propósito de olhar telinhas e telonas.

  • C

    Atingem as relações pessoais e o uso dos espaços público e privado, uma espécie de angústia que se espalha como praga.

  • D

    À medida que se multiplicam as imagens, surge a obrigação de “estar bem": quem vai querer se expor com um quê de melancolia nas redes sociais?

  • E

    Imagino que se o fotógrafo Cartier-Bresson esbarrasse nisso, iria esboçar um sorriso irônico ou inclusive no horror o qual seria nítido.