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Apresentam significações opostas, no poema, os termos


138979|Português|médio

Nós, o rio e o tempo

Fico olhando, Maria, o nosso rio,

o Madeira da nossa Juventude.

Na enchente, em constante inquietude

vencendo a cada curva um desafio.

Para depois, no decorrer do estio,

com a ribanceira em sua plenitude

toda plantada pelo braço rude

de quem espera o fruto do plantio.

Mas o tempo, Maria, nos comprova

que a cada instante o rio se renova

e nós a cada instante envelhecemos.

Por certo ele será sempre criança

e o seu poente um canto de esperança

na saudade daquilo que vivemos.

(SILVA, Antônio Cândido da. www.acler.- com.br/?conteudo=artigosmostra&cod =318&autor=6)

Apresentam significações opostas, no poema, os termos

  • A

    rio e enchente, já que o primeiro equivale à calmaria e o segundo, à agitação.

  • B

    plenitude e Juventude, já que o primeiro representa a tradição e o segundo, o progresso.

  • C

    estio e ribanceira, já que o primeiro faz referência à escassez e o segundo, à fartura.

  • D

    poente e saudade, já que o primeiro se refere ao futuro e o segundo, ao passado.

  • E

    criança e canto, já que o primeiro remete à alegria e o segundo, à tristeza.