Texto adaptado. Revista Saúde, Editora Abril, Julho 2013, No 366.
O trecho em que o autor interpela diretamente o leitor do texto é:
A
“O estudo deixa claro, por exemplo, que a maior parte da população já esteve exposta ao HIV”, analisa Guilherme Cerqueira, diretor de marketing da Gentis Panel. (linhas 12 a 14)
B
“A distribuição gratuita de camisinhas masculinas só começou no país em 1994, junto com os programas de combate à aids. Isso explicaria por que aqueles que não foram bombardeados com essas informações na sua juventude não lhe dão tanto valor hoje em dia.” (linhas 24 a 26)
C
“Muitas vezes, elas não se protegem devido a uma resistência do parceiro, que deixa de usar o preservativo por achar que ele vai diminuir o prazer ou interferir na ereção”, justifica a ginecologista Marta Franco Finotti, (linhas 31 a 33)
D
“Outro fator que acabou depondo contra a camisinha foi a popularização da pílula anticoncepcional, que desde a década de 1960 permite às mulheres transar sem se preocupar em engravidar.” (linhas 36 e 37) .
E
"Elas estão mais preocupadas em evitar a gravidez do que com as consequências de ter uma relação desprotegida", alerta Marta. Lembre-se: a pílula não previne DSTs. (linhas 38 a 40)