No final do primeiro parágrafo do Texto III, o autor compara o tempo a um imperador sem rivais, pois é o tempo “que diz que passa quando, de fato, quem passa...
No final do primeiro parágrafo do Texto III, o autor compara o tempo a um imperador sem rivais, pois é o tempo “que diz que passa quando, de fato, quem passa somos nós” (l. 4-5). O presente do indicativo, empregado três vezes nessa passagem, produz o seguinte efeito de sentido:
A
atribui validade permanente a uma afirmação.
B
confere atualidade a uma ação ocorrida no passado.
C
retrata algo ocorrido no momento da fala do imperador.
D
indica um fato próximo, cuja realização é dada como certa.
E
infere à cena apresentada uma descrição do momento vivido.