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Com relação aos sentidos e aos aspectos gramaticais do texto 2, assinale a alternativa incorreta.


121449|Português|médio

Texto 2 

O Brasil não teve o que poderíamos chamar, numa consentida e perdoável metáfora, uma infância literária. A língua em que se escreveram nossas primeiras produções já tinha sido o meio de expressão de João de Barros, humanista, historiador e gramático, e de Luís de Camões, nome maior da literatura portuguesa no século XVI. Não tivemos um período de trovadorismo, como ocorreu na França e no Portugal da Idade Média. Neste como naquela, o latim, principal veículo de expressão escrita – o grego, o árabe e o hebraico ocupavam posição secundária –, fora pouco a pouco abandonado em proveito da língua que era falada pela população em geral, a mesma língua em que se convertera o próprio latim ao cabo dos séculos. 

(AZEREDO, José Carlos de. Gramática Houaiss da Língua Portuguesa. São Paulo: Publifolha, 2014)

Com relação aos sentidos e aos aspectos gramaticais do texto 2, assinale a alternativa incorreta.

  • A

    Na primeira frase do texto 2, o segundo “o” poderia ser substituído pelo pronome demonstrativo “aquilo” sem prejuízo para a correção e o sentido do texto.

  • B

    Os sintagmas “humanista, historiador e gramático” e “nome maior da literatura portuguesa” exercem, respectivamente em relação aos substantivos “João de Barros” e “Luís de Camões”, a mesma função sintática.

  • C

    A primeira frase do texto 2 apresenta uma linguagem predominantemente denotativa.

  • D

    No trecho “no Portugal da Idade Média”, o artigo definido a anteceder o topônimo “Portugal” se revela obrigatório em razão da locução adjetiva “da Idade Média”.

  • E

    Na segunda frase do texto 2, a forma verbal “tinha sido” indica uma ação anterior a outra já passada.