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“Em meados do Século XVIII, com a inversão de posições das principais capitanias, o Pará passou a ser a "cabeça" do Estado do Grão-Pará e Maranhão. Esse proc...


112274|História|superior

“Em meados do Século XVIII, com a inversão de posições das principais capitanias, o Pará passou a ser a "cabeça" do Estado do Grão-Pará e Maranhão. Esse processo foi acompanhado pela transferência de sede da nova unidade administrativa, dependente de Lisboa, da cidade de São Luís para a de Belém, e pela posse de Francisco Xavier de Mendonça Furtado como governador e capitão-general. Iniciava-se, assim, uma fase de retomada da colonização amazônica.”

(Adaptado de SANTOS, F. Vilaça dos, O "paraíso na terra" ou o Estado do Grão-Pará na segunda metade do século XVIII, in historiacolonial.arquivonacional.gov.br.)

Entre as características dessa “retomada da colonização amazônica” consta

  • A

    a afirmação da soberania portuguesa em relação aos domínios anglo-holandeses na definição dos limites com a Guiana Inglesa.

  • B

    o reforço da economia mercantilista com a criação da Companhia Geral de Comércio do Grão-Pará e Maranhão, responsável pelo abastecimento de escravos africanos.

  • C

    a redefinição dos limites entre os territórios portugueses e espanhóis, com base em princípios étnicos e linguísticos adotados no Tratado de Madri.

  • D

    o cancelamento das leis de liberdade dos índios defendidas pelos jesuítas em 1755, mediante as quais reivindicavam o controle exclusivo sobre os indígenas.

  • E

    a determinação de que todos os índios que viviam nas vilas, cidades e aldeias coloniais deviam ser excluídos dos “Corpos de Milícias”, para evitar armar possíveis rebeldes.