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Aurineide, residente em São Luís (MA), adquiriu, em 2015, um imóvel rural de propriedade de Charliston, mas logo descobriu que parte das terras estava invadi...


106841Questão anuladaAnulada|Direito Civil|superior

Aurineide, residente em São Luís (MA), adquiriu, em 2015, um imóvel rural de propriedade de Charliston, mas logo descobriu que parte das terras estava invadida por terceiros. Além disso, percebeu que o contrato de compra e venda apresentava um vício que poderia ensejar sua anulação. Na mesma época, Aurineide também firmou com uma empresa local um contrato de prestação de serviços, cujas parcelas mensais deixaram de ser pagas pela contratada a partir de junho de 2018. Em 2024, Aurineide procurou uma advogada para saber quais medidas ainda poderia adotar. Considerando o regramento da prescrição e da decadência no Código Civil, assinale a alternativa correta.

  • A

    A pretensão de Aurineide de exigir as parcelas do contrato de prestação de serviços prescreveu em cinco anos, contados do vencimento de cada obrigação não paga.

  • B

    A pretensão de Aurineide de anular o contrato de compra e venda, por vício de erro essencial, está sujeita à decadência de dez anos, contados da data da celebração do negócio.

  • C

    A proteção possessória do imóvel rural é imprescritível, razão pela qual Aurineide poderá reivindicar a posse da área invadida a qualquer tempo, independentemente do lapso temporal.

  • D

    A prescrição pode ser reconhecida de ofício pelo juiz, enquanto a decadência, em qualquer hipótese, exige a provocação da parte interessada.

  • E

    Em se tratando de prescrição, o prazo é sempre contado a partir do momento em que o titular do direito tem ciência efetiva do dano, regra que se aplica a qualquer relação obrigacional no âmbito civil.

    Aurineide, residente em São Luís (MA), adquiriu, em 2015,...